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Introdução ao Evangelho

Quando o Messias manifestou-se na Terra, já havia sido anunciado 100 anos antes. As confrarias do ocultismo falavam que devia nascer e manifestar-se um “Grande Rei” na Galiléia, posto no ascendente da constelação de Peixes. Nada a ver com a fantasia da “perseguição dos inocentes”, mas a Sua manifestação lá era aguardada e anunciada ainda em outras profecias e assim, “os doutores da lei” sabiam que viria um Mestre, que traria um ensino para um novo tempo, e assim, haveria um novo reino. Resumindo, uma religião que tornaria obsoletas todas as outras, que, entretanto, não veio a ser reconhecida nem na terra onde nasceu. E onde nasceu, foram os exponentes, os chefes da Sua própria religião que o levaram a juízo para ser crucificado. Os historiadores não tomaram nota da sua passagem na Terra e as outras religiões o ignoraram por muito tempo. Não entenderam, ou não quiseram entender? Pois Ele não visava fazer uma seita, nem uma congregação, mas reimplantar uma idéia religiosa do mosaísmo que não tinha sido entendida, na qual não haveria templos e sinagogas, ou lugares para rezar, mas era cedo! Não aceitaram, já eram mal inspirados, mas diante da “Espiritualidade Maior”, cessaram de existir. Alguns dos clérigos das religiões existentes naquele tempo, bem depois, chegaram até a considerar alguns contextos e partes da “Palavra Crística”, mas fundamentalmente não havia interesse em entender ou mudar nada. E o mundo, 2000 anos depois de o Nazareno ter sido crucificado, ainda não entendeu a razão disso.

“Foi crucificado porque queria tirar o poder do clero e o comércio da religião. O Seu ensino emancipava o homem, pois transferia o culto do templo para o lar. Disse que a oração era para ser vivida, posta na relação de amor com o próximo e com Deus, e a “Sua Palavra” devia ser espalhada no “fazei isso na minha lembrança”, e, desse modo, havia o novo ensino e um novo sacerdote, no pai de família que ensinava, e a moral do: “Orai, Vigiai e Instruí-vos”, repousava na sua base. Quando os sacerdotes compreenderam isso, reagiram rapidamente e, antes de a sua idéia vir a ser compreendida pelo povo, o acusaram de blasfêmia, digno da cruz, e fizeram tudo para que fosse crucificado”.

Apesar disso tudo, o cristianismo nasceu apostolar e, de forma ilegal, se desenvolveu em Roma durante mais de trezentos anos, até que Constantino, o Imperador pagão, com uma ardilosa manobra política, veio a enquadrá-lo novamente no cânone da tradição. Daí a “Nova Palavra” foi neutralizada, fechada em templos, e novamente subordinada aos rituais, e tudo isso custou muito caro aos componentes desta humanidade, pois a “reforma era para valer”, mas não foi atendida e o homem deste mundo ficou por sua conta. E, na confusão da sua técnica muito mais que primitiva, foi induzido a querer comparar-se com a tecnologia do cosmo, onde já deveria fazer parte, mas onde ainda não é aceito, porque ainda é considerado um ser perigoso pelo atraso dos seus ideais espirituais religiosos. Por esta razão ainda vive a sua casualidade, restrito ao seu planeta, onde está simplesmente condicionado às leis da física e metafísicas, de causa/efeito.

Enfim, nesta confusão toda, armaram uma grande estrutura maléfica com as suas conseqüências sofridas e visíveis. Novamente, ao final do século XX vencia uma profecia de Nostradamus, que dizia: - “Outubro 1999, fim dos tempos”, quando veio a ser posta uma nova esperança, uma nova religião, mais uma outra possibilidade para o homem de boa vontade sair da sua situação de condicionamento, que sempre o levou ao atraso espiritual. É a religião dos novos tempos, da “Nova Era”, novamente muito bem anunciada com antecedência, que daqui em diante valerá, e quando assimilada, permitirá ao ser humano alavancar individualmente a sua própria evolução espiritual, sendo assim aceito nas confrarias do espaço. Valerá pelo tempo a vir na Terra como Única. Revoga definitivamente todas as sobras de qualquer crença ou religião anterior a ela, pois desta sua data em diante, os que não estiverem preparados para ela, não serão aceitos para voltar a reencarnar aqui. Pois a Humanidade está em tempo do seu Juízo Final, onde os que falecem serão, eventualmente, proporcionalmente regredidos e espiritualmente reimplantados, sendo transferidos para outras aldeias do espaço.

Tudo conforme já estava escrito há muito tempo, foi realizado e não faltaram os avisos, as profecias, e as intimações, inclusive as últimas, nos livros atuais Litáuricos, em que “Os Ponteiros I - II e III”, explicam que a nova Humanidade, que virá formar-se na Terra, será assim mais evoluída, não mais dependerá do clero na relação com a Espiritualidade, pois com o seu sistema de reza nunca dependeu. O planeta já não é mais de expiações e provas, mas de “Regeneração” por um tempo de três gerações. Em seguida virá a ser de “Grande Evolução”, e este tempo será o “Reino da Paz” que durará enquanto os tempos durarem, quando o ser humano viajará nas estrelas, pois se integrará com a criação estelar. O “Conselho Superior do orbe” voltou para um tempo de 10 anos astrais, a supervisionar de perto o desenvolvimento desta nova civilização, já destinada a ser muito grande. Implantando o “Reino da Paz”, que estará fadado a acontecer, o “Conselho dos Grandes Mestres”, voltou a ocupar-se deste pedaço de universo, e para que o homem encontre o seu rumo e a razão da sua existência, se lhe mostra como uma nova Luz, para ensiná-lo nos contextos da autogestão espiritual. Este Evangelho faz parte disso, onde porém é preciso saber que esta separação está correndo, pois os que não passarem por esta seleção, que não estiverem prontos para assim ficarem aqui, serão transferidos para outros lugares mais adequados aos seus momentos espirituais, pois não nos dizia a profecia que o “chupão” viria para carregar todos os que aqui não iriam reencarnar mais?

O dogma católico foi causa do atraso, pois protegeu esta doutrina porque por muito tempo não podia ser discutida. Este halo dos séculos, que a protegia, foi um castigo que terminaria somente depois de 1260 anos, sendo o tempo que era necessário ao sofrimento, ou da dominação papal que seja. (Daniel 7:25) - Quando “O santuário devia ser purificado” (Daniel 8:14). Depois de sua profanação acontecida com a crucificação de Jesus e a decapitação de João, o Batista, pelo que todos foram castigados. Por isso o dragão deu à Besta - “o seu poder e grande poderio na terra” (Apocalipse 13.12). Em que momento começa essa contagem, não sabemos ao certo. Poderia ser da data do segundo concílio da igreja, em 538, oportunidade em que, definitivamente, foi decretado herético o conceito reencarnatório, que até o ano de 1798 cobre o tempo que termina com a Revolução Francesa, “quando o paganismo mais obscuro cederá o lugar ao papado”. Nesta conta há uma diferença, porém a implantação da época cristã aconteceu oficialmente com quase nove anos de atraso, e na contagem do tempo, começou daí em diante o “tempo do fim” (Daniel 8:17).

A Reforma, que mais tarde veio trazer o “Cisma” e sucessivamente a Litáurica, começou a ser implantada com a declaração que libertava o Brasil da dependência da coroa portuguesa, pois de lá, começaram milhares de obreiros o desenvolvimento das condições que permitiram ao homem, mais tarde, começar a compreendê-la.

Em 1835, foi impresso na França o livro considerado como a “Terceira Revelação”, que implantava o reconhecimento do espiritismo, que em seguida foi pesquisado e codificado pelo trabalho Kardecista. A “Revelação” foi trazida através do livro “Vida de Jesus ditada por ele mesmo”, título atual em português, que, foi editado na França, em 1835, pela primeira vez. “A vida de Jesus, por Renan”, nos cita Kardec, pois já era uma sua derivação catolicizada, já que o original foi queimado já na sua primeira edição pela intolerância da igreja. Mas a partir daí começava “o tempo do fim”, pois a Era de Peixes já estava influenciada por Aquário e nisso, era previsto também na profecia de Nostradamus, “o fim dos tempos em Outubro de 1999”. Este é o tempo a que se referia ainda a previsão do bispo Malaquias de “mil e não mais mil anos”, marcando assim a sucessão dos papas da igreja Católica Apostólica Romana, que terminaria definitivamente, para todos os efeitos espirituais, em 30 de Junho de 1995.

Naquela data inclusive, decaíam definitivamente e novamente todos os cargos religiosos e todas as religiões do planeta, pois oficialmente acontecia a “Quarta Revelação”, que ditada pelo Arcanjo Samuel, investia um novo contexto, pois havia um novo “Cristo” em missão na Terra, que já em 15 de junho do mesmo ano, tinha sido designado ainda a representar a igreja diante dos planos espirituais como pontífice da cristandade na Terra, pelos espíritos manifestados dos Apóstolos Pedro e Paulo, cumprindo a profecia, pois vinha eleito assim - “O Peregrino”, destituindo, em definitivo, o papa vigente e já abusivo.

Já anunciavam ao Kardec, os espíritos, na França, em 1866, que o “Cisma” se preparava rigorosamente na Itália: - que fazia parte da Nova Geração.... “O reino do ouro dará lugar a um reino mais puro..” - “Os Pais dos espíritos humanos deixaram, uns as moradas radiosas, outros os grandes trabalhos, onde a felicidade se junta ao prazer de se instruírem, para virem retomar o bastão do Peregrino..” - ”O velho mundo acaba e com ele todos os seus velhos dogmas, que não reluzem ainda senão pela douradura com a qual são cobertos”. Disseram-lhe que o seu trabalho devia vir a ser completado pela prova científica, e esta veio atual e indiscutível, com a fotografia da aura, a kirliangrafia, em que se prova a reencarnação, a situação mediúnica, e justamente, só nos contextos Litáuricos.

“Espíritos valentes...”, é dito lá aos Kardecistas: - “cabe a vós a tarefa de raspar esse ouro falso”. “Para trás, vós que quereis, em vão, escorar esse ídolo (a cruz), - batido por toda parte, ele vai desabar, e vos arrastará em sua queda. Para trás, todos vós negadores do progresso, para trás, com as vossas crenças de uma outra época. Por que negais o progresso e quereis entravá-lo?” - “Eis, meus amigos, o que os valentes Espíritos que se encarnam presentemente vão fazer compreender”. “Deus escolheu a elite de Seus combatentes, a sua vitória será aquisição da humanidade”.

Esta matéria é uma parte deste “legado”, bastante otimista, deixado aos Kardecistas, pois faz parte das “Obras Póstumas” de Allan Kardec, página 286, editado pela Federação Espírita de S. Paulo, que os Kardecistas, porém, não consideram, pois já lhes foi comunicado em 30 de janeiro de 1866, mas a grande maioria deles ainda é de católicos. Muitos seguidores desta doutrina não a consideraram já no passado, na França, quando houve a ameaça do estigma da igreja, conseqüente ao ato de fé em Barcelona, quando todos fugiram e voltaram a lustrar os seus ídolos católicos. E é interessante ver como esta influência religiosa continua ainda hoje entre os Kardecistas no Brasil, pois vendo-se o comportamento de muitos, pode-se pensar que não conheçam o “legado”, ou que não o entenderam. Mas pode-se considerar também que os fatos atuais, previstos até há milhares de anos, agora os envolvam e se cumpram com a maior simplicidade em seus próprios ambientes, sem lhes considerar o parecer e sem que estes, também, os apercebam.....

E ainda, também, o católico Karol Woyitila sabia, já antes de ser eleito, que espiritualmente o seu cargo podia não valer, pois através da revelação particular das mensagens de La Sallete, Lourdes e Fátima, já o seu antecessor, Paulo VI, tinha sido informado e ameaçado pelo mesmo comportamento, pois não observou o teor das mensagens incluindo a de Fátima, última na Terra, só vinha como Papa a representar a superstição e o capital. Assim o Papa atual está no cargo só em função de que muitos dos seus seguidores, supersticiosos do passado, o suportam, mas ele se adentra num futuro que lhe vem representado na profecia de Nostradamus como “o Sepulcro”, pois ele também está preso ao seu cargo papal que sabe ser só secular.

Dizem ainda as escrituras: - “Da primeira vez que o Senhor esteve em corpo físico sobre a Terra, Ele foi precedido por João, o Batista”.

E Jesus disse literalmente sobre João, que ele havia de vir novamente: - “Mais uma vez, nos últimos dias, aparecerá o seu ministério, juntando os escolhidos e manifestando os filhos de Deus”.

“Todos os mistérios serão aí revelados, e os escolhidos serão marcados com o nome de Deus; (Apocalipse 22:4). Receberão uma pedra branca que simbolizará um novo alicerce espiritual. Receberão um novo nome o qual ninguém conhece”. (Apocalipse 2:17). Segundo o Evangelho de João (14:26), num dos seus sermões de despedida, Jesus disse: - “Mas o Consolador, que é o Espírito Santo de Deus, a quem o Pai enviará em meu nome, Ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito...” Pois Jesus nunca mencionou, durante a sua estadia na vida terrena, que ele traria a Consolação ou o Juízo Final à humanidade.

Pelo contrário. O Filho de Deus fala do “Filho do Homem” que virá.... Pois nos contextos das profecias sabemos que, originariamente, a revelação do João Evangelista sobre o Apocalipse tinha início assim: - “Estas são as revelações do Espírito Santo de Deus, que se denomina também o Filho do Homem, e que Ele mandou transmitir por intermédio dos seus anjos ao seu servo João, em Patmos....” Foi o Filho do Homem, ainda mais conhecido na Terra como João, o Batista, que transmitiu as revelações..... João, o Batista, transmitiu as revelações às sete partes do Universo: - Filadélfia, Tiatira, Sardes, Esmirna, Laodicéia, Éfeso e Pérgamo.

Muitos estranharão esta matéria, mas cada uma dessas partes do Universo se movimenta com seus bilhões de corpos celestes, exatamente no ritmo universal prescrito. O planeta Terra pertence ao sistema mundial Éfeso. Se na Bíblia se escreve sobre as sete partes como se fossem comunidades, é porque os tradutores, com sua pequena capacidade de compreensão, relacionaram isso à Terra. As revelações referentes ao Juízo Final, foram transmitidas por João, o Batista, através do evangelista, diretamente à Terra, e até os dias atuais, ninguém pode dizer com exatidão quem foi que as recebeu, isto é, o vidente que na Terra captou as revelações de João; sabe-se que foi uma mulher, mas há outras opiniões, pois a Bíblia foi muito manipulada.

E sabemos ainda por outras fontes e por Abdruschin que “Jesus designou a vinda do Filho do Homem como a última possibilidade de salvação, indicando também que com ele se desencadeará o Juízo, que portanto aqueles que mesmo então não quiserem, ou dito de outro modo, não estiverem dispostos a receber esclarecimento algum, devido a sua própria obstinação ou indolência, terão de ser definitivamente condenados. Disso se deve concluir que em seqüência ulterior não haverá mais outra possibilidade de reflexão e de decisão. Nisso reside também, evidentemente, a anunciação de uma ação severa, a qual traz o fim de uma paciente espera. Isso, por sua vez, atesta luta futura da Luz contra as trevas, que terá de findar na destruição violenta de todas as trevas.” ( ABDRUSCHIN, Na Luz da Verdade, vol. II, págs.287-288).

A cultura humana já avançou o suficiente para que seja dado o último passo rumo à unidade religiosa de “um único pastor, um único rebanho...” - “E haverá sinais em cima nos céus”, e disse Jesus ainda, “Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade”. “Se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei” (Gal.5:18). “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

A Litáurica nasceu nisso e é para isso muito bem profetizada novamente. Veja-se todo o contexto nos livros das “Legiões Litáuricas”.

A crença antiga era supersticiosa, consistia de fé e culto - a manifestação da crença era um ritual que envolvia conceitos morais e éticos, na observância de regras, festas e recorrências. A virtude do homem manifestava-se assim, prestando a Deus o culto que Lhe achava devido. O templo era destinado ao culto, e na igreja realizaram sessões de recordação eterna, condicionantes, misteriosas e respeitáveis. Mas o deus rezado nisso não é o Deus da vida e verdadeiro, é somente aquele lá representado, que é vitalizado só no interesse do sacerdote.

Na Religião Litáurica não há templos.... Sua doutrina está na harmonia com a Criação e com a fé que o homem deve ter para com a justiça do Deus da vida, que não se compra e não se corrompe... Prega que se o homem não precisa ir a templo nenhum para respirar a vida, entende-se daí que não há lugar para expressar a própria fé. Que o homem deve encontrar na prática da vida, que é a sua escola, os verdadeiros valores morais, e praticá-los. Que, quando chefe da sua família, assumir no lar a função de sacerdote, na prática da moralidade cristã, da religiosidade, no seu espiritualismo, exprimindo assim culto e fé. A Litáurica veio a constituir-se e foi indicada como doutrina única, estando na base da única pirâmide espiritual, permeada pelo único e verdadeiro Deus, Criador da pedra, da luz, do ar, enfim, do Universo todo.

Originou-se na Itália para difundir-se depois pelo mundo afora, mas a sua elaboração e a “Revelação” que veio elegê-la como Religião aconteceram no Brasil, onde já há tempo esta terra foi escolhida para ser o berço, “de uma nova Lei que ocupará a terra”. A Litáurica é uma Reforma Espiritual, que põe o ser humano ao par dos outros moradores do espaço, que irão comunicar-se com ele, quando da sua assimilação.

Mas há muitas pessoas que ainda levam os seus problemas, mediúnicos e cármicos, evidentes, na sua aura, e que são detectados na sua fotografia. Onde a Litáurica os contempla na sua terapia e nos conceitos metafísicos e da aura, ainda da milenar filosofia oriental que ensina: - que da manutenção e de seu bom equilíbrio, resulta uma boa saúde física, mental e espiritual, que todo homem é herdeiro de si mesmo e das ações do seu passado, que cada existência na Terra é fruto do seu passado e gérmen do seu futuro.

Resgatar-se dos problemas cármicos é o conceito deste ensinamento, resgatar o passado, dando o equilíbrio espiritual, moral e intelectual à pessoa no presente. Mas muitos problemas espirituais estão abrigados, enraizados nas suas auras e nisso está a finalidade da terapia Litáurica, extensiva a quem pede e necessita. A terapia feita pela Litáurica deveria ser realizada nos centros espíritas, mas estes deverão reformar-se e reformular-se. Por enquanto não há quem faça além da Litáurica e se realiza gratuitamente numa chácara, onde as pessoas podem estar em contato com a natureza e relaxar, devendo chegar, pelo menos, uma hora antes, aliviando simplesmente as tensões do cotidiano.

Antes de iniciar a sessão, recebem o ensinamento, baseado nos livros:- “Caminho Litáurico” – “Os Ponteiros Direcionados ao Céu” I – II – III - e o “Evangelho Litáurico”, ampliando-se ainda na referência dos livros e conceitos das “Legiões Litáuricas” e, “Vida de Jesus ditada por Ele mesmo”, o livro medianímico recebido na França em 1830, e repertório histórico do Ramacharaka - História da leitura - Vincent Beauvais, etc..

A diferença entre a Mesa Litáurica e um centro espírita está na ausência de médiuns, pois não faz espiritismo, mas encaminha os espíritos pela dimensão da cura e do esclarecimento, e lá a interferência mediúnica é de cada um, que deve assim exteriorizar a sua cobrança cármica da aura, pois só há esta forma que não desenvolve o problema mediúnico, mas vem a curá-lo. É perdoar para serem perdoados? Porém é também conscientizar-se nos verdadeiros valores da “Lei do Amor” e nos direitos alheios, do amor ao verdadeiro Deus da vida, único e indivisível. Submeter-se a esta Sua única Espiritualidade é a única forma do auto-tratamento, pois através das palestras ao redor do mundo visa-se a reabilitação. Os lemas da Litáurica são os mesmos das abstinências e da boa moral: não ferir, não mentir, não roubar, nem participar de atividades ou iniciativas que não visem o bem comunitário, já sendo estes considerados como sendo fatores de recuperação, onde orienta ainda a esclarecer quem precisa, e diz como Jesus, que:- “quem vive assim, já está rezando”.

“São chegados os tempos em que se há de agir, para que se realizem os progressos, que estão nos desígnios de Deus”, e é dito também que sozinha a Litáurica não salvará o mundo, porque muitos já se condenaram ao duro e difícil caminho da expiação, que para recuperar-se deverão enfrentar a transmigração das almas. Pois há muitos que assim aprenderão que não fazem parte desta ou daquela religião, mas de uma criação, que é sujeita às leis da física e da metafísica espiritual, onde a interferência gera só mediunismo estéril e sofrido.

Se no começo da nossa civilização, milhares de anos antes da vinda dos profetas, mestres iluminados e privilegiados, portadores de conhecimentos antigos, do espaço, reservaram a poucos e selecionados discípulos a transmissão de seus conhecimentos metafísicos, hoje muito desta humanidade evoluiu, e tem capacidade de distinguir a intelectualidade, que separa o espiritualismo do fanatismo, porque este é inimigo da evolução. E este espiritualismo hoje tem nome: é Litáurica. A Litáurica é espiritualismo porque o Litáurico sozinho gerencia a sua vida nela. Nasceu como Reforma Espiritual “sobre a correção do abuso cometido na Itália, pelos homens, sobre a religião”, conforme uma solicitação ao seu autor, recebida em sessão espírita, no Brasil em 1986, mais ou menos igual à do Kardec. Teve que começar a ser realizada lá, para desenvolver-se depois “pelo mundo afora”, e partir do Brasil, especificamente.

Na idade de 52 anos, já morando no Brasil há dez anos, o Sr. Luigi foi chamado a cumprir esta tarefa. Através dos médiuns, foram-lhe declaradas várias revelações, e solicitado para fazer a doutrina que veio a ser a Litáurica, que depois foi elevada a Religião Universal única. Na “Revelação do Arcanjo Samuel”, em sessão de 30/06/95, veio a ser chamado e conscientizado como sendo o novo Cristo, em missão na Terra.

Esta religião foi profetizada como a do “fim dos tempos” por Nostradamus, vindo a ser situada no nosso tempo pela obra de Edward Lyndoe, astrólogo inglês, que, em 1938, fala “no brilhante futuro da América Latina”, e na previsão de São Francisco de Paula em 1440, que diz: - “Uma religião como o homem nunca viu, de reformar os seguidores da igreja e todas as religiões da Terra, convertendo todos à lei de Deus, saída da língua portuguesa”. (do livro“ Profecias de Nostradamus Editora Pensamento. - SP - Edição de 1956.)

LUIGI foi também, num longínquo passado, monge da Cúpula hindu e autor dos “Vedantas”, de onde nasceram os 4 livros sagrados da Índia, que inspiraram todas as religiões da Terra. Assumiu então esta responsabilidade, que lhe vem aos dias de hoje. Dessa obra nasceu a mais antiga religião que é o Hinduísmo e sucessivamente inspirou o mosaísmo e ainda o cristianismo, onde veio a ser também o seu precursor, como João, o Batista, e ainda, mais tarde, um pontífice da igreja, de 1086. Voltou novamente como índio desta terra, antes da colonização e mais tarde um escravo. E agora, novamente, como italiano, para terminar a sua tarefa lá, e depois continuá-la aqui, implantando a Litáurica. Todo este contexto vem explicado nos livros das Legiões Litáuricas, especificamente no livro “Os Ponteiros Direcionados ao Céu III”.

Litáurica quer dizer “Lito”, que deriva do grego pedra, e “Aura”, é aquela da vida, pois temos o aparelho respiratório, o digestivo e a aura. Cada um tem função vital: - processamento do oxigênio, do alimento sólido e das energias cromáticas da Natureza. Os programas vitais espirituais são recebidos e transmitidos à matéria, decodificados através desta aura eletrônica, que hoje pode ser fotografada no processo Kirlian. Lito é a gema da pedra cristalina que é o novo símbolo espiritual da Litáurica. O “alicerce” de um novo espiritualismo e também da Litoterapia, que teve a sua origem na Índia dos Vedas, pois “na Índia, os hindus, quando tinham problemas físicos ou mentais, iam ao encontro destas pedras, onde estas exercitavam grande benefício no campo da saúde”.

“Na França, os Rosa-Cruzes, nos seus cultos, usavam a metafísica com incensos coloridos, que mais tarde, substituíram com pedras das respectivas cores”. “Para todo aquele que Me vê através de Minha energia na pedra, Eu nunca Me perderei e muito menos ele irá perder-se para Mim”. (Vedas) “A pedra é o foco do objetivo dos seres humanos que atravessam sérios problemas no mundo, onde importante é a cura ou a solução do problema existente”. (Litáurica)

A pedra cristalina, feita gema, é um plasma sólido e sensível, que, em combinação com a aura, que é um plasma gasoso similar, pode corrigir a deficiência áurica, e na litoterapia, também, muitos problemas físicos.

A fé veio a ser instrumentalizada na base do comércio e do poder, mas, na Litáurica, vem posta na base do progresso coletivo e individual, em que é o indivíduo que cuida de sua evolução espiritual e ao mesmo tempo que cuida de sua vida (Veja um livro Litáurico). As religiões sempre foram alteradas pelos sacerdotes para servir às necessidades suas e do seu tempo. Embora estas filosofias tenham buscado respostas para conhecer de onde vêm e para onde vão, ainda o homem, nisso, não conhece o seu potencial metafísico.

Nos livros Litáuricos, LUIGI, o autor, descreve isso e o “abuso” dos clérigos e dos romanos que, já a partir de 325 d.C., transformaram o cristianismo em um híbrido, que vinha ainda a completar-se 228 anos depois, quando o segundo concílio de Constantinopla, declarava herético o conceito da reencarnação, onde se baseia a “Lei do Amor”. Sabemos que Jesus era reencarnacionista, pois muitos da religião judaica até 1800-1850 foram reencarnacionistas e Jesus era hebreu e fazia espiritismo. Os primeiros cristãos apostolares eram também reencarnacionistas, até o reinado do imperador Constantino, que decidiu servir-se desta religião para fortalecer o domínio da Roma imperial sobre as terras conquistadas.

A mansidão cristã não servia a ele que precisava de um Deus poderoso para opô-lo aos poderosos deuses dos seus inimigos. Autonomeou-se então bispo das coisas externas dos cristãos e trouxe para esta religião a trindade arcaica, composta por: “Pai, Filho e Espírito Santo”, pondo o Jesus Cristo no lugar de Jezeu Krishna, segunda pessoa desta divindade já cultuada em Roma e vindo da Índia. Diante do verdadeiro Cristo, entronizava aí o mito do Anticristo, a mesma figura ideológica religiosa do Krishna. Depois foi fácil dar-lhe legalidade, pois queimaram as antigas escrituras e encomendaram a um grego a confecção dos evangelhos chamados de sinópticos. Sustentam os entendidos que até o “Livro dos Apóstolos” foi reescrito pelo mesmo contratado. Entre outros, quem sustenta isso é também Jesus, através da obra mediúnica recebida na França, em 1830, livro que foi queimado na primeira edição, pela intolerância da igreja, mas reeditado em seguida, em vários países, e se encontra agora também no Brasil, em português, com o título: “Vida de Jesus ditada por Ele Mesmo”. O livro é considerado a “Terceira Revelação”, que deu início na França, mais tarde, ao movimento Kardecista.

 

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