O corpo metafísico
No ano de 1964, num congresso realizado em Moscou, apresentava se ao mundo científico a descoberta do corpo bioplásmico ou metafísico do ser humano: a aura. É mais uma comprovação para um mundo de cegos, mas muitos são os cientistas que, nos últimos anos, têm procurado estudar esta energia ou bioenergia que transcende os limites do corpo humano: Reichembach, no século passado, apresentou a descoberta da força ódica, e Mesmer, Blodet e Pasteur, na França, e Kilner, Darget, Baraduc, na Inglaterra, contribuíram no estudo das energias etéricas.
Os parapsicólogos e os cientistas, por seus estudos e experiências, sabem perfeitamente da existência da aura no corpo humano, animal e vegetal, como uma realidade incontestável, mas para eles é uma simples expressão da vida. Por enquanto não há interesse em pesquisar mais, pois, fazendo-o, deverão reverter as suas crenças e derrubar instituições. Já em 1939, na Rússia, Simeon Kirlian descobriu um processo fotográfico que, com o auxílio de aparelhos eletro-eletrônicos, comprovou de forma científica a autenticidade das irradiações luminescentes coloridas e brilhantes emitidas pelos seres vivos, mas ficou naquilo. Por eles a aura é composta por energias cromáticas que formam o campo etérico, e este é o que os físicos comparam com o efeito corona dos condutores elétricos das linhas de alta tensão energizadas, visível a olho nu em determinadas condições climáticas, ou um campo magnético de um núcleo, sempre quando energizado.
Mas esse campo etérico é ativo e é formado por energias circulantes entre os terminais energéticos dos órgãos internos e as células externas, que são os poros cutâneos correspondentes, onde circula até o pensamento. Neste movimento não só se demonstra a presença da vida, mas de uma inteligência Superior que assim a controla, pois este campo corresponde a uma freqüência micro eletro magnética que é assim contactada pelo Campo Espiritual. O gene etéreo do espírito é praticamente a sua individualidade, pois da mesma forma que o corpo humano é individualizado com a sua impressão digital, na sua unicidade, o espírito encarnado se individualiza na personalidade do seu gene, que vibra na sua freqüência.
Esta freqüência impregna e vitaliza o corpo físico, a matéria em todas as suas íntimas fibras, além do corpo áurico. E de tal forma que os anticorpos, que trabalham no interior do organismo impregnados dessa unicidade, expelem magneticamente deste, tudo aquilo que é biológico e não impregnado pela mesma freqüência. Tudo isto se individualiza como estrutura do espírito, ou corpo metafísico, independentemente de qualquer crença ou religião. Porém as crenças e as religiões, com os seus condicionamentos, podem influenciar, harmonizar ou desarmonizar estas energias.
Muitas são assim as energias que entram e alimentam ou perturbam este campo, e se distinguem as cósmicas, através do “prana”, ou fluido de energia fina que vem do espaço. Energias magnéticas que vêm da massa geradora da Terra, através do Kundalini. Energias crômicas que vêm das cores da natureza, dos humos, das plantas, da água, das vibrações harmônicas da luz, dos sons, etc. Muitas energias são benéficas e outras são vitais. Muitas provocam efeitos deletérios, como as energias estáticas geradas por artefatos modernos, sintéticos, eletrônicos, ou Orgônicas. Muitas ainda são espirituais, que se detectam como energias intrusas, quando se originam de contextos cármicos, que do passado vêm forçando os desfechos mediúnicos no presente das pessoas.
Atuam também de forma benéfica, no corpo etérico de quem pronuncia as palavras e de quem as ouve, pelas suas intenções e pelo tipo de vibração que geram. Cada palavra, até uma simples letra, encontra ressonância imediata no etérico e, através deste, nos neurônios físicos e em outras partes do organismo. A prece é um conjunto de pensamentos, que objetiva atrair as vibrações boas da divindade. A prece fervorosa, mesmo sem ser acolhida por aquele a quem foi dirigida, libera e desperta energias purificantes crômicas, que purificam a mente e ativam o processo imunológico e terapêutico, próprio de quem as pronuncia e as entende.
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