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O Pai NossoAprendendo a valorizar aquilo que se tem e no respeito ao bem comum, coloca-se em prática a filosofia do Pai-Nosso. Este é o primeiro passo, onde se conclui que tudo aquilo que está errado diante deste já se torna impedimento para o nosso progresso. E tudo aquilo que é praticado na inobservância da lei do amor, também impede o nosso progresso. Daí a necessidade de começar a questionar-se para aprender este contexto, no qual podemos, às vezes, descobrir que, além da nossa vista, os nossos antepassados, não evoluídos e não reencarnados, estariam ainda na nossa dependência, nos criando dificuldades para cumprirmos um papel que os ajude a encontrar um caminho no mundo espiritual. Esta realidade se descobre com a fotografia da aura. E, na sua exata conscientização, pode-se proporcionar esta ajuda, e só depois disso é que começaria a nossa possibilidade evolutiva. Para isso, Jesus nos deixou o “legado” do cristão.
O progresso é uma das leis da Natureza, assim todos os seres da Criação devem prosperar e progredir. A própria morte, que parece o termo de tudo, não é senão um recomeço, um meio de transformação, para atingir um estado espiritual mais perfeito, porque tudo morre para se renovar no renascimento, sempre com esta mesma finalidade. Ao mesmo tempo que os seres vivos progridem moralmente, os mundos que eles habitam deveriam progredir materialmente, pois isto seria inteligente, mas o progresso não acontece quando a pessoa não cumpre a lei da Natureza e nisso me refiro às pessoas que põem crianças no mundo e, sem ter condições de cuidar delas, as abandonam, as jogam fora como se fossem lixo. Os animais não fazem isso, mas há pessoas que fazem isso, considerando o ato da reprodução como se fosse uma obrigação da vida. Mas uma criança não é uma boneca, implica responsabilidades, e estas responsabilidades continuam no cumprimento das etapas educativas e assistenciais, até que seja adulta e possa ganhar a vida. |
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