Anterior Capa Próxima

A proteção do Brasil

Por que então eu tive de vir ao Brasil? Por que já fui índio e depois escravo no Brasil? Antes, com aquelas lembranças lindas de paz e depois, com aquelas angústias todas? Mas o que indica melhor são muitos fatos sucessivos, porém disseram-me, logo de início, quando logo depois da Revelação, tinha posto a Mesa Litáurica para operar em um novo local, perto do antigo - que só lá, havia encaminhamentos espirituais. Só lá e no planeta todo não havia nenhum outro lugar, nem outro que fizesse. Pois fiquei muito surpreso ouvindo aquilo dos espíritos, mas como sempre fui dar um tempo, pois se é verdade ia aparecer. Pois lá milhares de tratamentos foram realizados, estes tratamentos significam encaminhar obsessores espirituais que agiam nas auras para outras dimensões, coisa que lá eu realizei muito e realizo, acompanhando-me com um simples Pai Nosso.

E recentemente, por necessidade de maior espaço, pensei em transferir a Mesa para um outro local próximo que dispunha, maior, mais ventilado. Um pequeno galpão, porém, coberto com telhas de barro, recentemente reformado. Pois lá em baixo, no velho local, as telhas são finas e quando havia oitenta pessoas, já ficava apertado e quente, as pessoas ficavam mal acomodadas, e por puro escrúpulo, na primeira oportunidade perguntei se não haveria problemas, pois seriam menos de 150 metros de distância. Disseram-me que não podia, pois lá era o ponto exato, onde havia uma fenda dimensional única no planeta, que estava crescendo, mas certamente achei que não tinha nascido somente agora. Ficamos sabendo disso só agora, e por que eu tinha sido chamado e a Litáurica nascido, é que somente neste tempo se descobriu.

Há muitas pessoas de sensibilidade mediúnica mais acentuada, que podem comprovar, porque lá enxergam uma grande quantidade de espíritos à espera naquele vale e dizem, que há longas filas aguardando a abertura dos trabalhos da Mesa Litáurica, para que o encaminhamento desses espíritos possa acontecer. Quando a sessão começa a ser preparada, os mais sensíveis enxergam uma luz que desce de longe lá do céu e toma forma como uma coluna, por onde chegam pela nossa dimensão, os espíritos preparados para proporcionar os socorros aos que lá estão a espera, quando em grande quantidade são acompanhados para cima. Durante todo o tempo das sessões, os socorros são proporcionados às pessoas que vem lá à procura dos seus tratamentos. Ao mesmo tempo continuam para os espíritos que procuram aquele caminho, às vezes duram até as horas pequenas da noite adentro. Milhares e milhares de espíritos são assim lá socorridos, encaminhados pela coluna e há quem vê que lá em cima, há figuras que os recebem. Como há pessoas presentes que se enxergam como que envolvidas em feixes luminosos, separados como se fossem tiras de pequena espessura, uma em cima da outra, por onde os espíritos escorrem em milhares na direção da luz da Mesa, há algumas das outras que dão passividade mediúnica, mas é uma outra forma de mediunidade, que chamo de Litáurica, porque é baseada muito mais sobre o sentimento espiritualista, e não na incorporação tradicional.

Há pessoas que vão lá para fazer o seu tratamento e depois não vão mais. E outras que depois de acordarem para esta realidade, fazem obra de pura doação aos espíritos perdidos. Pois encontram-se milhões desses espíritos desamparados no mundo do Astral, que ainda podem ser recuperados, e através de um pequeno esforço há pessoas que compreendem e se deixam envolver de forma mediúnica, e através delas passam, um de cada vez, os espíritos que da dimensão da matéria, que está nas cadeiras laterais, para o centro da Mesa, por onde sai o fluxo espiritual para o alto. A pessoa fica concentrada e se deixa usar como uma ponte, sentada com os olhos fechados fica ondulando para a frente e para trás e os espíritos suavemente passam. A cada ondulação é, no mínimo, um que vai ser encaminhado. Só para contar um caso desses, há uma jovem senhora que já se tratou lá, e que hoje já ajuda no tratamentos dos outros. Ela ajuda, na primeira parte, os que incorporam e faz encaminhamentos dos espíritos por eles manifestados nessa parte do trabalho e quando a situação acalma, na segunda parte, senta lá quieta e fica ondulando sozinha e nisso fazem normalmente de uma a três passadas, onde por ela passam cerca de 400 entidades espirituais a cada passada. Volta do seu leve transe só quando termina a "passada", com um descanso de pouco minutos começa novamente, até terminar encaminha mais de mil, num tempo de vinte minutos. Trata-se de um fenômeno já conhecido, porque nasceu à minha volta, nos médiuns no trabalho que fiz por muito tempo nos hospitais onde operei. Sabe-se que para cada espírito que assim passa, realmente pode ser encaminhado um grupo de dez a vinte, que vão para a dimensão espiritual da Litáurica.

Faz anos que o fato acontece e por esta ligação da Mesa, descem muitos espíritos amigos, que nos visitam, e às vezes, através de um ou outro paciente, dos que vão lá, quando há razões para isso, comunicam-se comigo. Comunicam-se de repente e às vezes são preanunciados, entre esses, o próprio Jesus veio a falar comigo várias vezes. Mas não na forma das bobagens escritas por aí, tipo - já falou com Jesus hoje?... Manifesta-se de forma singular através de um jovem que vai lá há já algum tempo. Ele fala comigo, porém não é o fantoche da cruz, nem o boneco usado pelos padres e pastores, mas um Jesus triste por ter sido reduzido a tudo isso. Não é o Jesus milagreiro que resolve sempre, só confiando a Ele a sua salvação, ou acreditando que na sua mediação tudo lhe seja perdoado, mas aquele que ensinou aos homens apelar a Deus, porém ao Deus da vida e não áquele do templo ou das sinagogas. Não o Jesus dos comedores da hóstia, que depois matam e mataram tanta gente e ainda hoje, estupram e abusam do próximo conforme os seus interesses... Nisso vou contar de uma vez, talvez dos meados do verão de 1999, numa tarde de Sábado, quando começou a chover pouco antes do horário dos tratamentos. Era um forte temporal e no meio das gotas de chuvas, caíam pequenas pedras de gelo, que batiam fortemente nas telhas finas fazendo um grande barulho lá dentro.

Enfim, as pessoas foram entrando, se acomodando no local e quando estávamos prontos para começar, o barulho ainda era forte e não dava para ouvir, nem pelos alto-falantes, de modo que tive de aguardar um pouco. Cerca de 15 minutos depois, começava a sessão, e como sempre o trabalho foi normal, para um grupo presente de mais ou menos 80 pessoas. Durou em torno de duas horas antes de passar para a segunda parte, quando a maioria é dispensada, tendo que ficar mais um pouco, só para os casos que requerem maiores cuidados. Nisso, também o trabalho é mais calmo e relaxado, e é quando às vezes, a gente conversa com algum espírito, quando haja razão para isso e naquela ocasião, naquele dia, aquele jovem estava lá, e a certo ponto se manifestava através dele um espírito amigo, que já veio lá várias vezes, Paulo, o Apóstolo de Jesus, com quem começamos a conversar. Logo em seguida, como se tornou normal, parou de falar um pouco como que concentrado, depois sorrindo voltou a falar, mas já não era mais ele, era Jesus que me falou assim: - "Que maravilha Luigi, eu e você sentados aqui no maior templo do mundo.....que trabalho bonito é feito aqui.....você não vê o alcance daquilo que aqui se realiza, mas imagina assim, pensa em quantas que foram as gotas que bateram neste telhado hoje. Pois, não chegam nem perto do número dos espíritos que foram aqui ajudados, encaminhados, e que vão ser recuperados, encontraram aqui o seu caminho milhões e milhões....." Pois é, devia ser bonito....

Pois estes fenômenos, tais como estas presenças e manifestações espirituais, sempre acontecem na presença de pessoas que as acompanham e outros que as apercebem, mas eu não as enxergo, pois como já disse, o espírito, para falar comigo, tem de se comunicar através de um médium, porque não tenho destas percepções sensoriais, mas posso ver aquilo que acontece depois a minha volta, especialmente através das pessoas que lá se recuperam, pois este é um fato repetido muitas vezes. E esta é uma prova real que tira qualquer dúvida razoável de qualquer contradição. As pessoas que vão lá para seus tratamentos caem em transe ao me aproximar delas e este é um fato que queremos discutir? Manifestando-se mediunicamente, incorporam as energias intrusas precedentemente fotografadas em suas auras, de onde as vejo alterar-se como se fossem outras, às vezes falam até línguas estranhas e outras, que não querem sair, pois evidentemente são espíritos, que ora querem continuar prejudicando a pessoa e outras, porque se dizem que estão lá para ajudá-las. Manifestam paixões e ódios, mas ao fim saem e estas auras depois, aos poucos, se transformam e as pessoas se recuperam. Daí vamos discutir o quê? Não são médiuns desenvolvidos que trato, são pessoas comuns, que muitas vezes nem sabem o que é a mediunidade, mas sabem que vivem mal, por causa destas interferências que prendem as suas vidas, são as atuações que procuro encaminhar rapidamente para outras dimensões, pois afinal é quando elas reencontram o seu equilíbrio, recuperando-se das depressões, dos desesperos, dos medos e de todos os problemas que estas situações comportam, e muitos encontram até novos rumos na vida, pois quantos espíritos foram encaminhados em mais de seiscentas dessas sessões que já aconteceram lá, só depois da Revelação. Pois esses espíritos são recuperáveis, mas somente pela Litáurica, pois muitos são os perdidos e muitos os condicionados, que foram surpreendidos em sua boa fé e a maioria nem sabe que já poderiam ter reencarnado. Muitos descobrem lá que rezaram simplesmente ao deus errado até com o sentimento certo, porém erraram porque no lugar do Deus da vida, foram atrás do deus do padre e se perderam na dimensão das auras, sem contar aqueles que cobram erros e desentendimentos e violências do passados, quantos cobram as antigas traições e as perseguições, pois quanto há disso no mundo até hoje, e no Brasil?

Dizem os humanistas e os sociólogos que o Brasil não teria uma identidade definida como povo, por ser um povo ainda jovem e por causa da mistura das raças existentes e não bem amalgamadas. Foi até o que pensei quando iniciei a fazer dessas fotografias, pois pensava nas grandes diferenças sociais definidas nas áreas da pobreza isolada, mas não seria consciência ancestral? Mas então por que a Litáurica deveria nascer aqui? Percebia que ninguém tem orgulho das suas raízes, que muitas vezes se radicam nos índios. São muitos deste povo que andam muito confusos, que procuram ressaltar as suas origens genéticas na descendência européia por parte de um avô português, espanhol, ou italiano, sem considerar a parte índia, ou negra envolvida nisso, pois todos os estrangeiros que vieram para cá, nos primeiros tempos da colonização, misturaram o seu sangue com aquele dos índios, e muitos com a raça negra, mas por que então, esta terra seria escolhida? Disseram-me que daqui devia ir para a Itália para corrigir o abuso que lá o homem tinha cometido sobre a religião...., mas depois tive de voltar ao Brasil, por quê? Pois era evidente que na Litáurica, que nascia aqui, se ancorava parte antiga da história desta terra, então aqui também tinha de corrigir abusos, pois aqui foram cometidos muitos por ser esta a maior parte do rebanho católico da América.

A Revelação dizia que podia ser Cristo tanto quanto queria.....Que o crescimento da doutrina teria sido grande...., mas era evidente que a obra estaria completa mais para a frente. Era claro que devia continuar, mas havia uma parede espessa a transpor, pois a história desta terra que estava à vista era somente a mais recente e muito manipulada. Devia garimpar mais, onde certamente a história da Litáurica devia voltar a encontrar-se com as verdadeiras raízes, que deviam ser postas nas origens espirituais desta terra, onde iria completar-se. Daí é que surgiram, aos poucos, mais notícias desse passado, começaram a aparecer livros e assim também podemos comprovar o que o índio pataxó disse, em Santa Cruz de Cabrália, na comemoração dos 500 anos de Brasil, que em 22 de Abril do ano 2000, afirmou: "Hoje, é esse dia que podia ser um dia de alegria para todos nós. Vocês estão dentro da nossa casa. Estão dentro daquilo que é o coração do nosso povo, que é a terra, onde vocês todos estão pisando. Isto é nossa terra.... Nossos povos têm muitas histórias para contar. Nossos povos nativos e donos desta terra, que vivem em harmonia com a natureza há séculos: tupi, xavante, tapuia, caiapó, pataxó e tantos outros....." Descobria assim que esse povo do Brasil tem muito a contar, pois encontrei as raízes antigas que há muito tempo o pousaram sob uma proteção especial. Pois assim já foi escolhido há muito tempo atrás para servir como ponto de ancoragem da Nova Palavra, que viria junta à época "DO JUÍZO", que afinal veio a ser desencadeado aqui em São José dos Campos.

Mas vamos começar do princípio: - há muito tempo, mais de sete mil anos atrás, no Brasil veio uma antiga Revelação recolhida por uma vidente indígena. Certo dia, sentada diante ao seu tear ouviu uma voz, um chamado, de onde escutou as palavras que lhe eram dirigidas: "Maira! Eu sou Tupan-an, o protetor do país que se tornou vossa pátria! Sagrados são o país e o solo onde caminhais! Escolhida foi esta parte da Terra! Escolhida! Daquí deverá, um dia, quando a hora soar, ecoar a voz que contém em si Vida e Luz, alcançando distâncias longínquas!... Estais vivendo no país que foi escolhido para ser um país da sabedoria". (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, pág.3).

Então, o povo do Brasil veio a denominar-se como Tupanos, protegidos por Tupan-an...... Nasceu daí uma religião bem antiga que, neste país, há muito tempo já havia sido adotada pelos seus habitantes, pois dizia ainda o índio pataxó: "Vocês não se envergonham dessa memória que está na nossa alma e no nosso coração. São mais de 40 mil anos em que germinaram mais de 990 povos com culturas, com línguas diferentes, mas apenas em 500 anos estes 990 povos foram reduzidos a menos de 220. Mais de 6 milhões de índios foram reduzidos a apenas 350 mil".

Há livros e vários autores, que contam estas histórias e indicam que todos os povos que habitaram a América do Sul e Central, em épocas passadas, descenderam da mesma raça humana. Dizem - "Da raça humana que se desenvolveu outrora no País do Sol, "Ophir". Essa terra já há muito desaparecida, situava-se entre a África e a América do Sul, ligando entre si, ambos os continentes. As criaturas humanas que viviam no País do Sol, Ophir, foram conduzidas antes do soçobro de sua pátria, a diversas regiões muito afastadas, onde fixaram residência, continuando a desenvolver-se... O Brasil não possuiu sempre a mesma forma por nós hoje conhecida... O país fechou-se num todo, recebendo a forma que hoje conhecemos. Podia-se denominar este acontecimento ocorrido há muitos milhares de anos, de "O Nascimento do Brasil"!. Naquele tempo viviam no Brasil seres humanos estreitamente ligados aos entes da natureza e cujos espíritos puros tinham condições de receber vibrações mais elevadas da Luz. Tratava-se de seres humanos sadios e belos, de olhos de cor castanho - dourada, e pele igualmente dessa cor, com vislumbre vermelho. Eles chamavam-se Filhos do Pai-Sol e da Mãe-Terra, pois a Terra que habitavam era para eles transitoriamente pátria, e o Sol proporcionava-lhes a luz e o calor de que necessitavam na sua existência terrena.

Este povo, em épocas remotas, teve de seguir um longo caminho até chegar ao país de seu destino: o país que hoje conhecemos como Brasil. Eram mais ou menos seiscentas pessoas, que se separaram de uma tribo principal numa região das Andes... Chegaram a seu destino, domiciliando-se em meio de uma maravilhosa paisagem que se tornaria a sua pátria... No país de Tupan-an, Brasil!

Muitos milênios depois um outro homem saía da mesma região dos Andes, o qual tinha o nome de Manco Capac. Ele saiu com um grupo de pessoas, porém conduziu-as em direção diferente da do seu desconhecido antepassado. Esse segundo Manco Capac é considerado na história como o fundador do reino inca! Isso, contudo, não corresponde à verdade! Manco Capac foi o fundador de outro reino. O reino dos Tiahuanacos! Os incas, que se originaram da mesma raça, chegaram ao domínio somente depois da decadência da cultura Tiahuanaco".(SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs. 1 e 2)

"O povo Tupano tornou-se grande e forte, e a felicidade e a paz habitavam entre eles. Muitos descendentes separaram-se da tribo principal, domiciliando-se em outras regiões do país. Assim surgiram tribos grandes, das quais, de tempos em tempos, vários grupos se afastavam, a fim de iniciar uma nova vida em outros lugares.

A mulher ocupava nos povos tupanos, bem como em todos os posteriores descendentes, uma posição de liderança. Isto é "a palavra delas era ouvida" Ela era amada e venerada, e considerada um ente superior.

As meninas viviam, até o seu amadurecimento, junto com a mãe numa casa, onde nem o pai nem os irmãos podiam entrar. Era um costume mantido por muitos povos antigos.

Os moços construíam para si, tão logo se tornavam aptos para casar, uma espaçosa cabana, composta de troncos de árvores novas, onde viviam sozinhos até o seu casamento...

A posição destacada assumida pela mulher nos antigos povos do Brasil, patenteava-se também na escolha do marido. A iniciativa não era do homem, mas sim, dela".(SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs 4 e 5).

Entre os índios Bororo, ainda hoje, a iniciativa não é do homem mas sim, da moça que toma a iniciativa de declarar ao jovem escolhido o seu desejo de casar com ele. Mas perpetua-se o antigo costume em que não havia o tempo de noivado, pois se conheciam e cumpriam um ritual simples."Para essa finalidade, ela dirigia-se à cabana do homem, oferecendo-lhe uma tigelinha de comida. Se o homem aceitasse a tigelinha e comesse o alimento, nada mais impedia a concretização do matrimônio.Não havia um tempo de noivado. Esse costume era totalmente desconhecido. Surgiu somente sob a influência da igreja católica.

A cerimônia do casamento era muito simples. Realizava-se sob a lua cheia, nas primeiras horas do anoitecer. Além dos noivos participavam somente os pais de ambos.

A noiva tinha, em lugar da usual testeira, *uma grinalda de flores. A larga faixa, toscamente tecida, que protegia seu peito, também estava enfeitada com flores. A testeira do homem consistia de dois cordões de grandes sementes vermelhas. As saias usadas por ambos e que iam até os joelhos, eram tingidas de vermelho vivo. Esse vermelho era usado somente em ocasiões especiais. Normalmente essas saias eram tingidas de marrom, azul ou verde".( SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, pág. 5).

Atualmente, há sociedades indígenas que marcam o casamento e outras não, e os noivos passam a dormir juntos desde logo, ou esperando que se desenvolvam, se ainda são meninos. Em outros lugares vale ressaltar, que há comunidades índias de acordo com regras comuns bem definidas: os índios casam com parentes. Para alguns povos, o casamento ideal, é o homem casar com sua sobrinha, para outros, é bom quando o primo casa com a prima. E em muitos lugares aceitam o casamento de uma mulher com mais de um homem ou o contrário, pois esta não é uma situação comum, mas os Tupanos tinham poucos filhos. Sabiam controlar os nascimentos e não precisavam da pílula diária industrializada, pois tomando um chá da casca de determinadas árvores uma vez por semana, em combinação com as fases da Lua, podiam ou não reproduzir.

" Os tupanos tinham poucos filhos. Era uma raridade crescer numa família mais de duas crianças. Eles consideravam os filhos como hóspedes e eram de opinião que mais de dois não se sentiriam bem junto deles. Igual a outros povos antigos, os tupanos também sabiam que cada ser humano reencarnava várias vezes na Terra. Por isso eles não poupavam nenhum esforço em educar direito os seus filhos...

Os Tupanos e seus descendentes amavam, acima de tudo, o silêncio... Sons humanos desarmoniosos eram considerados entre eles como uma ofensa para os seres da natureza, em cujo mundo lhes era permitido viver. A primeira coisa por eles ensinada a seus filhos era o respeito e consideração perante tudo o que se referisse à natureza... As criaturas humanas daquele tempo possuíam um dom especial. Podiam expressar através do canto tudo o que se passava nas suas almas...

Quando, por exemplo, os homens estavam planejando uma caçada, antes eles procuravam uma ligação com a grande protetora dos animais, com a maravilhosa Marabá. Uma ligação através de uma melodia, cujas ondas sonoras chegavam até ela. Por meio dessa melodia eles a informavam de que sairiam para uma caçada, a fim de buscar a carne necessária à sua alimentação. Ao mesmo tempo, asseguravam-lhe que os animais não sofreriam, pois as flechas, guiadas por mãos firmes, causariam uma morte rápida e sem dor...

Os tupanos possuíam um sistema de transmissão de notícias que funcionava com perfeição. Uma espécie de telegrafia sem fio. Para tal finalidade eles se utilizavam também da língua cantada. Por meio de uma canção monótona e baixa, que produzia vibrações muito especiais, o "transmissor de notícias" efetuava uma ligação com o "receptor". Distâncias aí não tinham importância...

Para tratar das suas doenças, eles utilizavam, além de ervas e óleos, também a sarjadura... O esquisito, porém, era que eles, além disso, curavam-se ainda com música, cantos e até por sugestões...

A vida dos Tupanos era uma festa ininterrupta. Isso, contudo, não quer dizer que eles passavam sua vida em inatividade. Pelo contrário! Eram seres humanos extraordinariamente ativos, ocupando-se integralmente desde o nascer até o pôr do sol.

A disposição festiva que reinava entre eles, constantemente, vinha do seu íntimo. Era a expressão de suas almas puras e de seus espíritos livres!...

Mesmo a morte tinha ainda algo de festivo entre os tupanos. Medo da morte era desconhecido. A morte terrena era considerada como uma viagem. Como uma viagem para o "país dos montes azuis"!...

Cada pessoa, quando ia morrer, recebia um aviso, alguns dias antes, de que seu tempo de vida na Terra terminara. Isso acontecia de um modo todo singular. A respectiva pessoa ouvia em sonho desconhecidos e estranhos sons de pássaros, cujos ecos soavam como chamados em sua alma...

Quando se tratava de homem, ele mesmo escavava a sua cova, no local por ele escolhido. Morrendo uma mulher, então alguns homens preparavam a cova para ela. Ela mesma designava o local.

O falecido permanecia ainda, aproximadamente, um dia e uma noite na sua casa Durante esse tempo cantavam-se canções, alternadamente. Estas versavam sobre o país das almas dos montes azuis, o reencontro com pessoas queridas, e a volta para a Terra... Cantava-se somente baixinho, a fim de não assustar a alma prestes a "viajar"... Pouco antes do sepultamento o corpo do morto era enrolado num pano de tessitura grossa e de cor marrom sobre o qual estava deitado, e depois levado em rede até o local determinado. Antes de ser colocado na cova, uma mulher depositava um pequeno tapete de flor, por ela confeccionado, sobre o rosto do falecido como proteção. Feito isso, a cova onde ele agora jazia, era enchida com terra.

Entre muitas tribos posteriores, esses pássaros eram considerados como "mensageiros" de almas presas ainda tão fortemente a algumas criaturas humanas terrenas, que não podiam encontrar o caminho para o país dos montes azuis.

Tal suposição, contudo, é errada. Os "Númen" - assim eram chamados os pássaros que apareciam às pessoas pouco antes da morte - são também hoje ainda os acompanhantes das "Rudas". Ruda é a denominação de uma espécie particularmente grande de enteais, cuja incumbência é ajudar as almas humanas falecidas a se libertarem dos corpos terrenos e dos corpos astrais ligados a estes." (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs.5 a 8)

Diz também Roselis Von Sass em seu livro "Revelações Inéditas da História do Brasil", pág. 220: - "Ainda quero acrescentar que hoje vivem no Brasil muitas pessoas que numa vida anterior foram incas, guaranis ou membros de antigas culturas sul-americanas."

Hoje vivem no Brasil relativamente poucos índios, mas muitos se depravaram ainda antes da colonização, tornando-se antropófagos, mas sofreram uma tremenda transformação e destruição, pois dizem que hoje somente 350.000 existiriam e ainda algumas tribos menores, tão sofridas que nem poderiam mais ser consideradas descendentes do Povo do Sol. Os que destruíram os verdadeiros filhos desta terra, gostam de filmar e mostrar nos seus documentários, o que sobrou - talvez para tentar desagravar sua consciência, porque lhes pesa. O que esses invasores fizeram aqui, foi simplesmente, um genocídio que nunca lhes será simplesmente perdoado, pois marcará as suas reencarnações por muito tempo. Vamos ver um trecho do texto da publicação do Vaticano, em 26-07-2000, do texto manuscrito da sobrevivente Lúcia dos Santos deixado ao cardeal Joseph Ratzinger o guardião oficial da ortodoxia católica - ".....e vimos, em uma imensa luz que é Deus algo semelhante a como as pessoas o Vêem num espelho quando passam diante dele a um bispo vestido de branco "tivemos impressão que fosse o santo Padre". Vimos também outros bispos, sacerdotes e religiosos subirem uma montanha íngreme, no alto da qual havia uma grande cruz de madeira tosca como se fosse de alcornoque (árvore de madeira porosa e duríssima de cuja casca se extrai a cortiça). O Santo Padre, antes de chegar até ela, atravessou uma grande cidade meio em ruínas e, meio temeroso e com passos vacilantes, carregado de dor e pena, rezava pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho. Chegando no alto da montanha, (ele) prostrou-se de joelhos e foi morto por um grupo de soldados que contra ele dispararam vários tipos de armas de fogo e flechas; e do mesmo modo morreram, uns após outros, os bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas e diversas pessoas leigas (não pertencentes a ordens religiosas), homens e mulheres de diversas classes e posições...." Bastante significativo, ou não?

Dizia ainda o índio pataxó: - "Quinhentos anos de sofrimentos, de massacre, de exclusão, de preconceito, de exploração, de extermínio de nossos parentes, aculturamento, estupro das nossas mulheres, devastação de nossas terras, de nossas matas, que nos tomaram com a invasão. Hoje, querem afirmar a qualquer custo a mentira do descobrimento. Cravando em nossa terra uma cruz de metal, levando o nosso monumento, que seria a resistência dos povos indígenas...."

As criaturas humanas que agora são filmadas, são para fazer gosto ao turismo e no fundo, são da mesma espécie dos faquires da Índia. Esses faquires enfraquecem e desfiguram, por motivo de crenças erradas, os corpos terrenos a eles confiados. Os caiapós fazem-no por outros motivos, porém os efeitos são em ambos os casos os mesmos, é sempre porém uma depravação, pois todos eles pecaram gravemente contra as leis da Criação! As almas de tais criaturas são feias como eles, são de uma aterradora feiura que ultrapassa qualquer imaginação. Tão feias, que apenas possuem uma fraca semelhança com corpos humanos. Já mereceram isso, pois sempre há ovelhas negras em qualquer sociedade humana. "Além disso, esses índios atrofiados receberam forte afluxo de espíritos análogos e igualmente atrofiados, quando os escravos foram introduzidos no Brasil. Pois figuras horrorosas do Além seguiam esses escravos. Isto é perfeitamente compreensível. Já somente as formas do medo, do desespero e do ódio que pendiam dos infelizes africanos, possuíam bastante força de atração, a fim de abrir o caminho até o plano terrestre, para muitas dessas figuras do Além.

Uma vez nas proximidades da Terra, essas criaturas dos submundos do Além eram em parte atraídas pelas tribos indígenas, espiritual e animicamente atrofiadas, em cujo meio chegavam à encarnação. "(SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, pág. 35).

Hoje podemos ver este fenômeno novamente na nossa sociedade, pois há muitos jovens que se mutilam, e por vontade própria se tatuam, põem objetos metálicos no corpo. E como querendo ressaltar a feiura, muitos aderem a estas modas do atraso, porque também os seus pais são perdidos, e sem elementos morais, não sabem nem mais simplesmente esclarecer os próprios filhos.

"Tupan-an, o grande protetor do país escolhido, Brasil, afastou-se. Ele desapareceu quando os seres humanos começaram a destruir a maravilhosa natureza. Quando por incompreensão e ganância derrubavam as florestas milenares, privando os animais de qualquer direito de viver.... Nenhum ente da natureza compreende a terrível transformação ocorrida com os seres humanos"."(SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, pág. 36).

Segundo diz Roselis Von Sass, a vidente do Brasil, Maira, voltou a viver novamente, mais tarde, numa outra época, na mesma terra com um outro companheiro, e novamente recebeu um "mensageiro" espiritual que lhe revelou: - "Eu vos revelo um acontecimento da Criação, que se realizou no início dos tempos na Esfera Luminosa da Vida e do Amor! Essa revelação deverá iluminar vossos espíritos! Hoje e no futuro, até a época da grande transformação! Escutai!

No início dos tempos só existia o Onipotente. Além dele nada existia.....Certo dia ele deixou atuar Sua força criadora, criando a Mãe Primária do Universo! Quando a Mãe aí estava, ela, por Vontade do Onipotente, deu à luz dois filhos gêmeos (Filho de Deus e Filho do Homem). A força criadora continuava a atuar e assim surgiu o Universo!

O Onipotente transmitiu a um Filho a regência e o poder sobre o mundo! O segundo Filho permaneceu nas proximidade do irmão, ajudando-o em silêncio.

O poderoso Regente do Universo é também nosso Regente!"

O mensageiro desapareceu. Manco Capac e Maira permaneceram sentados nas esteiras do piso sem se moverem, e com o olhar fixo sobre o lugar onde, um momento antes, o enviado se tornara visível...

Manco Capac dirigiu-se a ela e disse igualmente bem baixinho:

-Existe um Regente que dirige o mundo por ordem do Onipotente! Nós somos seus súditos! Manco Capac calou-se, olhando pensativamente a sua frente. O desejo de ver o "Regente" surgiu nele. Contudo, ele não ousou formular esse desejo em palavras.

-Nesse momento apareceu novamente o enviado. Ele levantou o braço, indicando na direção do pôr do sol. Ambas as criaturas humanas olharam na direção indicada. Viam raios, raios coloridos que pareciam sair de um ponto central. Logo a seguir quase ficaram sem fôlego de susto e alegria.

No centro encontrava-se uma figura, cujo corpo, braços, pernas e mesmo a cabeça estavam estreitamente cobertos por uma couraça de prata. Dessa figura emanava algo misterioso e maravilhoso, impossível de ser formulado em palavras. Os raios dividiram-se um pouco, e então tornou-se visível a comprida lança que parecia um raio dourado de luz tornado forma.

Manco Capac e Maira assustaram-se ao ver a lança na mão da irradiante figura de couraça de prata.

-É nosso Senhor! Vimo-lo! Murmurou Manco Capac emocionado, quando a aparição luminosa desapareceu.

-Para onde vai nosso Senhor? Ele estava caminhando para baixo com a lança! Sussurrou Maira. Ela também não conseguia pronunciar alto palavra alguma, de tanta emoção.

-Para onde levava o caminho do Maravilhoso? Ele parecia caminhar na beira do Universo......Será que o Senhor está visitando súditos no fim do mundo?...

Essas perguntas permaneceram por muito tempo sem resposta, pois o enviado capaz de respondê-las continuava desaparecido.

Manco Capac e Maira reuniram seu povo no dia seguinte, relatando exatamente o que haviam escutado e visto. Cada um, mesmo as crianças maiores, repetiam várias vezes o que ouviam, para que se gravasse firmemente em suas almas.

Dias seguidos Manco Capac mandou retransmitir a revelação dos dois Filhos de Deus e da "Mãe Primária do Mundo" pelo "telégrafo". Por toda a parte ela era recebida, mesmo por tribos muito afastadas. Era assimilada e nunca mais esquecida. E retransmitida fielmente às pessoas que vinham depois."(SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs. 12-14).

Os povos antigos do Brasil eram bem desenvolvidos, não só espiritualmente como também terrenamente. Eles se assemelhavam, em muito, aos primeiros sábios da Caldéia, que viveram há sete mil anos. Principalmente no que se referia aos conhecimentos da botânica, geologia, zoologia e astronomia. Em tudo o que se refere à natureza, eles superavam amplamente a "civilizada" humanidade hodierna. Vejam-se as civilizações irmãs dos Asteca, Incas, com pirâmides, escritas, etc..

Estavam, pois, bem familiarizados com todos os entes espirituais, que se ocupavam, desde o início, com o desenvolvimento e a conservação da natureza.... O saber que esses seres humanos possuíam, surpreenderia hoje muitos cientistas. Entre outras coisas, conheciam todos os corantes naturais, sabiam como deviam alimentar-se, a fim de não perturbar as funções do corpo. Também era-lhes conhecido como extrair o veneno da mandioca. Curavam doenças e feridas, e fabricavam óleos que apesar de seu aroma agradável, espantavam todos os insetos....Até o sexo de uma criança em formação sabiam determinar antes do nascimento. Havia entre eles artistas, que confeccionavam pequenas obras de arte em madeira, ossos e barro, e também existiam flautas de vários tamanhos. Cada tribo possuía uma espécie de brasão. Geralmente era escolhida uma figura de um animal para representá-la. Esse escudo tem a ver mais ou menos, com o "totem" dos índios norte americanos.

Já a anunciação do vindouro Juízo Universal, os povos do Brasil a receberam mais cerca duzentos anos depois da época de Cristo. O filho de Maira e Manco Capac, Minondo, recebeu tal notícia, transmitindo-a fielmente.

A mensagem esclarecia onde tinha ido aquela figura prateada da primeira visão:

"Ao contemplar o enviado, ele viu numa distância longínqua o Senho do Universo descendo, assim como sua mãe Maira O descrevera. O mensageiro parecia ver a mesma coisa, pois levantou a mão e disse:

"Nosso Senhor está a caminho para combater o inimigo, eis por que tem a lança consigo."

"O inimigo? Quem é esse inimigo?"

O enviado parecia ler os pensamentos, pois respondeu prontamente:

"O inimigo é o grande espírito enviado outrora pelo Senhor do Mundo aos seres humanos. Ele devia ajudá-los a desenvolver todas as suas capacitações!"

"Um grande espírito? Um inimigo?" Minondo, profundamente assustado, olhou fixamente para o mensageiro.

"Ele tornou-se inimigo ao não cumprir sua missão, assim como o Senhor do Universo lhe havia ordenado. El se esqueceu da ordem do Senhor, agindo conforme seu próprio julgamento! Feito isso ele perdeu sua pátria para sempre. Ele queria ser Senhor, e não servo. Com isso ele caiu! Fundo, cada mais fundo e nessas profundezas ele criou seu próprio mundo...."

Minondo acenou com a cabeça compreendendo."(SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs. 17 e 18).

"A anunciação do vindouro Juízo Universal os povos do Brasil receberam mais ou menos duzentos anos depois da época de Cristo.

Maira que vivia naquele tempo mais uma vez na Terra com o nome de "Amatiri", aliás numa tribo guarani, recebeu tal notícia, retransmitindo-a fielmente...

Um dos dois irmãos – o Senhor do Universo – saiu de Sua esfera de Luz, descendo mais e mais....até chegar à beira da Criação. Ele procurou e achou Akrikô(Lúcifer), seu servo, que se havia transformado num demônio. Akrikô enfrentou seu Amo num plano cujo solo estava coberto de pedras pretas. Ele tinha se prostrado, poderoso e invencível como um dragão, numa laje de pedra.

O Senhor do Universo aproximou-se de Akrikô. Ao acontecer isso, toda a Criação parecia reter a respiração. O Senhor ergueu a lança fulgurante que carregava na mão e apontou-a contra o traidor.

Akrikô, como que atingido por um raio, caiu de joelhos antes que a lança o atingisse e o pusesse fora de combate. Impossibilitado de fazer algo, ficou estendido no chão, enquanto o mundo construído por ele ruía estrondosamente..."

O Juiz, o Herói, havia subjugado o inimigo com a Sua lança! E Akrikô, que se postara diante do Senhor do Universo de modo invencível como um dragão, estava estirado no chão, incapaz de lutar, vencido...

Assim terminava a primeira parte da mensagem... Alguns dias mais tarde Amatiri recebia a segunda parte dela:

"O Senhor do Universo, o Herói que subjugou o dragão, virá também para o mundo dos seres humanos....como Juiz e como Salvador...

Ele virá e destruirá todos os que transformaram Akrikô em seu senhor, adorando-o e venerando-o ...Quando isso acontecer, a terra e as montanhas tremerão... As águas levantar-se-ão das profundezas e o fogo solar queimará muitos dos maus.... Nenhum ser humano que portar o signo do inimigo da Luz poderá escapar de seu destino... Os entes da natureza desenvolverão todo o seu poder, a fim de que nenhum dos marcados escape da destruição...

Os que não se deixaram envolver pelo mal, nada precisarão temer! Para eles o Senhor do Universo não virá como Juiz, mas sim como Salvador! Ensiná-los-á, mostrando-lhes o caminho que conduz para o país onde não existe nenhum mal!" (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs.23-24).

"No que se refere ao Juiz, Salvador, Herói (Filho do Homem), que matou o dragão, ele está descrito no livro de Egon Schaden como "herói civilizador mítico" ou como "herói civilizador", cuja vinda estará ligada a graves catástrofes da natureza... Existem no livro dele várias indicações, embora muito obscurecidas, a respeito do Juiz... Num capítulo, onde se faz menção da vida religiosa de uma tribo guarani, podemos ler o seguinte:

"Quando Nyanderuvusu resolver a destruição da Terra, caberá a Nyanderykey retirar a cruz de madeira que a suporta. E a Terra desabará..."

O texto correto, conhecido pelos guaranis, dizia o seguinte:

"Quando Nyanderykey, o Salvador e Herói, vier como Juiz para as criaturas humanas, Ele ordenará aos seus servos que derrubem a cruz de madeira, queimando-a . Pois a cruz de madeira foi implantada na Terra por "Anyay" (Lúcifer) como sinal de seu domínio na Terra..." (o negrito é nosso). (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, pág. 26).

Na história dos 500 anos de descobrimento, os índios foram reclamar justiça, pois sabe-se ainda dos historiadores, que as mulheres índias eram bonitas, limpas e pouco exigentes, e os conquistadores as consideravam como se fossem animais de reprodução, que estes homens podiam ter em quantidade e dos filhos que geravam nelas, que eram mestiços, quase sempre não os consideravam e a maioria desses desconsiderados, vieram formar a base étnica dos brasileiros, em que muitos tem um pouco de sangue índio e têm vergonha disso, porque os únicos índios que conheceram foram os que sobraram atualmente, que humilhados, perseguidos e rechaçados, regrediram. Esses são os índios, fugidos escondidos e perdidos, que se machucam e deformam o próprio corpo com enfeites para espantar os espíritos da floresta. Esses, porém, não são como os seus ancestrais, mas os que fugiram da total destruição, pois os europeus matavam e vendiam como escravos até os filhos que vinham a ter com as índias.

Este povo sofreu uma perseguição que sempre finalizava na sua total destruição – toda a raça americana devia ser exterminada e substituída, pois os conquistadores eram católicos e a igreja foi feita para influenciar este tipo de conquista. Já dos tempos do seu fundador, o imperador romano Constantino, sempre foi assim, e a sua sombra acompanhou até a colonização das terras americanas. Dessa forma a igreja se reconfortou e conseguiu esconder a sua responsabilidade porque sempre se outorgou o direito das falas em nome de Deus, e assim veio até a influenciar as escritas históricas, pois os relatos das suas injustiças, também e ainda aqui, sempre foram queimados pela inquisição.

Os relatos das suas barbaridades, simplesmente, foram assim obscurecidos na memória dos homens e dizem hoje, que o mal obscureceu a mente dos seus dirigentes, mas como poderia ser, se o próprio mal sempre teve abrigo e a sua máxima expressão na política da igreja? A pior desgraça que aconteceu na Terra, depois do assassinado do Messias, foi o nascimento da ideologia católica, pois dois terços da população mundial ficou influenciada pela crueldade desta doutrina e pelo atraso da sua bíblia, de onde surgiu o estrago espiritual, pois daí surgiu o problema astral das auras, que influencia atualmente a vida de muitos dos 6 bilhões de seres humanos vivos na Terra.

As populações da América Latina estão envolvidas nisso, pois particularmente o Brasil, ainda não entendeu ter sido um mártir desta história, onde mártires foram já os seus ancestrais, os índios, mas não os sobreviventes foragidos que foram esconder-se e salvar-se na selva escura da Amazônia. Muitos daquele povo que foi exterminado eram diferentes, que hoje se diz - que teriam sido não mais 6, mas de 8 à 12 milhões de indivíduos. Pessoas belas, livres e hospitaleiras, que já possuíam um grau de evolução espiritual bem maior que o dos brutamontes que os exterminaram.

É nisso que este povo brasileiro deve vir a encontrar-se, onde irá descobrir que não é místico porque é católico, mas deve isso a gotas do seu sangue que os liga com estes ancestrais, erroneamente chamados de índios, pois dos católicos herdou só a cobiça, o oportunismo, a superstição, a idolatria e tudo o que é bem ruim, nada de verdadeiramente espiritual. Os ancestrais de muitos brasileiros de hoje foram os Tupanos, os tupi-guaranis, tupinambás, tupiniquins, etc., como descendentes dos filhos do Sol, dos Atlântidas, que aqui emigraram antes do afundamento da sua corrompida pátria, e já foram escolhidos para criar o povo das terras americanas.

Muitos destes espíritos, inclusive, voltaram a reencarnar, e dizem os espíritos que hoje são os melhores entre este povo e lutam pela sua libertação da escravidão, que ainda liga muitos brasileiros ao condicionamento religioso. E não há nada que envergonhe em serem descendentes daquele povo, que também deu início aos melhores das outras raças européias, e não é só isso, pois muitos daqueles espíritos, hoje reencarnados, formam a nata dos melhores dos outros, que também trabalham para resgatar estas memórias, entre os quais eu me encontro a fazer parte disso, pois eu fui um destes antigos espíritos moradores desta terra, e não é só pela revelação dos espíritos que acredito nisso, mas porque havia e há, lembranças disso na minha memória. Já de pequeno, na Itália, quando não podia saber nada a esse respeito, nos momentos mais difíceis, especialmente nos tempos da guerra, fugia daquela realidade com a mente, onde havia uma clareira de muito verde, muita paz e água limpa onde boiavam flores grandes com uma pequena beirada, que só bem mais tarde vim a descobrir ser a Vitória Regia. Como é que podia saber, e como poderia ser de outra forma? E eu não tenho vergonha disso, e até acho que aquilo que sei hoje sobre o espiritualismo é inspirado, mas boa parte é o que lembro daquele tempo.

Foi por obra da famigerada igreja colonial que aquelas memórias foram alteradas, para que mais tarde, como agora, ela não fosse descoberta como mentora deste genocídio. A única consideração que não fizeram é sobre a Justiça divina que existe e se chama Carma, ao qual ninguém escapa por poderoso que seja. O Carma que na hora certa leva todos a enfrentar as suas responsabilidades nos abusos cometidos, e agora diante do Juízo Final, pois veio este tempo para todos, inclusive para os homens das igrejas.

Tudo isso é sempre Litáurica, porque a partir do momento em que fui chamado para operar nesta senda espiritual, não parei de me aprimorar nesse meu trabalho, e não parei de garimpar em tudo aquilo que podia ser de interesse, para descobrir coisas que devia descobrir. Hoje a Litáurica já está entrando no seu quinto ano e já disse e escreveu muita coisa, e ainda não retrata nada, ao contrário, vem descobrindo sempre mais escritos que a preanunciavam, e que a confirmam, sempre mais, ao mesmo tempo que sempre mais, vem se descobrindo mazelas e abusos do passado, realizados pelos homens mal orientados pela sua religião, inclusive os que invadiram o Brasil. Pois não há como negar que, o Brasil, assemelha-se cada vez mais, aos outros países, que já há muito tempo se encontram no lado sombrio da vida. Pois aqui também os caminhos dos seres humanos, com poucas exceções, não mais conduzem ao encontro com a Luz. Relativamente poucas pessoas, ainda, são capazes de assimilar algo que vai além do seu estreito intelecto.

Entre estas poucas pessoas esclarecidas, se encontram hoje tupanos e guaranis, que outrora viveram no país, e que estão agora novamente encarnados aqui. Distinguem-se porque são os melhores do povo! Pois neles ainda vive, conscientemente ou inconscientemente, o anseio pelo verdadeiro saber. Que essas pessoas, agora no Juízo, reconheçam a Luz da Verdade, para que ela lhes ilumine o caminho para a almejada pátria espiritual.

Evidentemente, para isso acontecer deverão encontrar a Litáurica no seu caminho. Os conquistadores, traziam um progresso ilusório que ninguém compreendia, pois nem sabiam que o deus cristão, por eles trazido, era uma simples criação de um pagão ávido de poder, um deus que verdadeiramente nunca existiu. E menos ainda compreendiam os próprios invasores este engano, pois este os levou ao afinco com que muitos trabalharam pela sua própria e definitiva destruição......Pois muitos deles se encontram agora no meio da época do Juízo! Que os muitos espíritos do Povo do Sol, hoje reencarnados no Brasil e no mundo, acordem e encontrem o almejado caminho para a luz da Verdade que está na Litáurica. Quem seguir pelo caminho por ela indicado, deixará o mal para trás, para situar-se ao lado da felicidade. Quem porém, ainda está nas mãos dos que o invadiram, deverá ser libertado, para que possa voltar a ser novamente iluminado pelo Sol da felicidade.....

Anterior Capa Próxima