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As confusões

Muitas pessoas gostam de mostrar-se caridosas e participam das iniciativas para ajudar os menos favorecidos, os necessitados, mas não se incomodam em saber que já tiveram outras vidas, que participaram de outras histórias, quando tiveram outros pais, filhos, irmãos, amigos, pessoas que do mesmo modo, passaram à dimensão da vida, mas ainda não voltaram a renascer e, nas suas dimensões metafísicas, podem estar passando dificuldades.

Estas pessoas saem para fazer caridade aos que não conhecem, deixando no maior desespero aqueles que dependem espiritualmente unicamente delas. Há muitas pessoas assim, que se preocupam com os vivos, sem antes acertar suas situações prioritárias com os seus antepassados, que após enterrados são lembrados de vez em quando, sem maiores preocupações. Muitos inclusive, sentem presenças e sensações, como se perto deles, de vez em quando, estivessem os espíritos, de um ou outro dos seus falecidos, e não pensam que verdadeiramente possam estar aí, pedindo-lhes ajuda espiritual. Pensam nestes falecidos como boas pessoas, que certamente estarão bem porque sempre foram muito à missa e na igreja, fizeram muitos terços e romarias. Nem consideram que muitos desses podem não estar tão bem, e que estejam dependendo de sua ajuda.

As dimensões metafísicas são muitas e acolhem todos, e cada um que morre vai lá, automaticamente para a sua dimensão. Este é um fato, mas lá quem ajudará? Pelo que a gente conhece, há muitos lugares em que não há ninguém que ajude ninguém, e aí há muitos que passam por grandes desilusões ao morrerem, pois passam a vida atrás das modalidades da vida tradicional, da matéria, do dinheiro, do sucesso, do reconhecimento para alcançar as comodidades da vida. Há até quem se preocupe com a holística, as dimensões astrais, as transmutações, o esoterismo, o misticismo, as mágicas, mas sempre com os pés bem plantados na terra, e que ao morrerem, ficam literalmente perdidos, e muitos bastante surpreendidos. Muitas pessoas gostam de aparentar espiritualismo, mas na realidade são só ligados a uma religião que acham certa. A maioria não acredita na reencarnação e, pelo certo do momento, deixam de lado aquilo que consideram o incerto do amanhã.

As máfias religiosas trabalharam bem no passado, sempre se sustentaram sobre os chavões de que as religiões são todas boas, desde que haja fé, já que Deus é um só, e assim seguram os que as sustentam Mas todas as religiões que nos seus ensinos não contemplem as regras morais, projetadas nas suas conseqüências sobre a reencarnação, são evidentemente especulações administradas por simples oportunistas. Hoje se provam os efeitos da lei causa efeito, e que tudo tem retorno no futuro de cada um, onde a cada ação corresponde a sua reação, no bem e no mal, conforme sua intenção e ato da sua origem. E se prova a continuação das histórias nas reencarnações, e as reencarnações, através da regressão a vidas passadas, na psicanálise, e através da fotografia da aura, kirliangrafias. Assim é que, considerando as leis de segurança que salvaguardam o cidadão, para que não se machuque, onerando o Estado depois pela sua recuperação, haveria necessidade, por lei também, de impedir o exercício de religiões que se provam perigosas ao futuro bem estar das pessoas. Pois quantas amargam nos hospitais psiquiátricos e asilos, perseguidas pelas conseqüências dos erros cometidos, no passado, através das suas auras, quando, erroneamente, acreditaram em religiões que lhes prometeram aquilo que não era verdade.

Quando se considera respeitar o ponto de vista das pessoas sobre a liberdade ideológica, deverá se respeitar também quem não queira usar o cinto de segurança ao viajar num carro, pois o problema é o mesmo. Enquanto esta moral, que hoje é colocada acima das dúvidas, não for claramente explicada, e claramente sustentada, as conseqüências levarão necessariamente a comportamentos levianos, que podem interferir com o bem estar da sociedade inteira. Neste sentido, haverá a necessidade de realizar pesquisas. Entretanto é bom lembrar que, para corrigir o erro de avaliação da Igreja sobre a teoria de Galileu, foram necessários 359 anos, pois já havia astronautas no espaço e ainda a Igreja estava sustentando que a Terra era o centro do Universo, e que não girava em torno ao Sol. E foi somente 16 anos depois que Gagarim, astronauta Russo, realizou a primeira viagem do homem ao espaço, que ela foi encomendar uma investigação científica, realizada de 1980 até 1992, doze anos e meio, para descobrir que a Terra é redonda e gira em torno do Sol.

Somente depois desta confirmação é que Galileu foi absolvido da "maldita heresia". O erro da igreja foi cometido pela inquisição, em 1663, e até a igreja pronunciar-se, havia astronautas viajando no espaço, com muitos católicos não acreditando nisso. A reencarnação é hoje comprovada pelas regressões a vidas passadas operadas em vários hospitais, por muitos profissionais da área médica. Enfim pela kirliangrafia na interpretação Litáurica, e a terapêutica Litáurica já foi testada no hospital psiquiátrico, podendo ser analisada pelos médicos. Foi aprovada, mas não adotada porque não combina com as ideologias dos médicos, dos enfermeiros, dos diretores, pois ninguém liga para o interesse do doente. O que interessa na sociedade atual é o dinheiro, e diante disso cai a liberdade ideológica em que ainda se considere herética a reencarnação, pois evidentemente há contra-sensos que hoje poderiam ser considerados melhor. Porém sem considerar as opiniões interessadas da Igreja, porque as pesquisas poderiam demorar mais dois mil anos.

Mas vamos considerar o momento em que a humanidade vive nos meados do ano dois mil: - há confusão nas religiões, trinta e cinco milhões de aidéticos, sem considerar os países asiáticos. Da Índia, não se conhece a estatística, mas sabemos que a sua população já superou um bilhão de pessoas, e que em torno de trezentos milhões desse povo vivem literalmente no meio da rua, em condições de absoluta pobreza e com falta de tudo.

O mundo de hoje vive esta confusão, porque muitos não entendem que a própria vida é a continuação de compromissos anteriores e cármicos. Pois quem não entende isso, especialmente neste tempo da Nova Era, vai jogar fora todo o esforço feito para estar aqui. Há muitos que não entendem todo o conceito, fazem terços, romarias, participam de cultos, mas não entendem que fazem parte de um contexto que se chama Criação, regido por estas regras que são iguais para todos e valem para todos, independentemente de cor, credo, ou condição social, em que hoje possam se encontrar, pois estas regras metafísicas valem para todos os seres humanos, qualquer que seja a sua raça.

Muitas pessoas vieram ocupar um lugar nas salas de tratamentos da Mesa Litáurica de Interlagos de São José. Já há jovens que se tornaram adultos lá e descobriram, assim como os seus pais, que muitos dos seus antepassados dependiam exclusivamente deles para avançarem até o presente. Recentemente tratamos um menino de 7 anos, que mostrava através da sua fotografia problemas na aura. Não dormia bem, e meio travesso, tinha um comportamento diferenciado no seu dia-a-dia. Os pais, que também fizeram as suas fotografias e tratamentos, trouxeram junto o seu menino quando lá foram. Aos poucos, a criança se recuperou, pois os pais ajudaram nisso e o menino se tranqüilizou bem, mas depois surgiu um outro problema. Havia uma quadrilha de espíritos, que vinham incomodar a criança à noite, lhe apareciam e queriam saber onde ele tinha escondido a mala de dinheiro. Tratava-se de uma cobrança, pois queriam a sua parte do que tinham roubado de um banco junto com ele, evidentemente se referindo a uma vida anterior, quando teria sido um assaltante de bancos..... A mãe, que assistia o menino, conseguiu entender a situação. Para resolver, pôs o seu intermédio mediúnico, conseguiu assim propor uma solução, encaminhando-a através da Litáurica.

São os compromissos espirituais do passado, como desta criança, que não são tão incomuns e nascem dos desacertos das relações passadas. Que passando a dimensão da vida se tranformam em mediúnicos, e que hoje são detectados, podendo ser fotografados e evidenciados como problemas na aura. E numa análise bem superficial disso tudo, muita gente anda com estas energias estranhas na aura, que numa certa hora do dia ou da noite lhes vem à tona, gerando-lhes problemas mentais definidos como sendo mediúnicos, conseqüentes de diferenças vindas do passado. Pois a dimensão deste problema se demonstra também pela área médica, pois numa pesquisa da Organização Mundial de Saúde, chegou-se à conclusão de que há hoje pelo menos 500 milhões de pessoas afetadas por algum distúrbio mental, nessa área considerada. Nisso é preciso simplesmente considerar, que automaticamente vão relacionadas a mais, os milhões de desajustados nas suas auras, em que os números destes são ainda muito maiores. Pois já como referência parcial da Organização Pan-americana de Saúde, a incidência de problemas psiquiátricos no continente americano está entre 19% e 34% da população, indicando ainda que só nos Estados Unidos, 30% dos leitos hospitalares são ocupados por pacientes esquizofrênicos.

"No Brasil, uma pesquisa feita no Rio de Janeiro mostrou que 35,5% dos habitantes da cidade apresentavam indícios de problemas mentais; em todo o país, 25% da população apresenta algum indício de transtorno mental que demandaria atenção médica ou psiquiátrica. Os transtornos psiquiátricos já são a Quinta prioridade na área de saúde do país." (http://www.msantunes.com.br/juizo/default.htm) No Estado de São Paulo, segundo a estatística, as doenças mentais são a segunda causa de internações nos hospitais, atrás apenas das internações de parto. E a história continua repleta de estatísticas e números que denunciam os altos índices destas perturbações. E nisso há de somar-se os problemas das drogas, da violência e dos degenerativos, que quase sempre são de origem exlusivamente mediúnica.

Pois recentemente aconteceu um caso aqui, numa escola de São José dos Campos, onde uma professora, que já é Litáurica, relatou aquilo que pouco tempo atrás lhe aconteceu: "a um menino da sua classe na faixa de 12 anos, muito levado, um pequeno marginal indisciplinado, dos que já consumiam drogas e desrespeitam e roubam. Para corrigi-lo, a professora lhe disse a certa hora que se não melhorasse, podia lhe acontecer de acabar mal, pois numa hora ou outra poderia ficar envolvido numa ação de marginais e alguém dar-lhe um tiro. Ele respondeu - não se preocupe tia, porque se me matam eu vou atrás de quem me matou".

Pois o que isto significa é bastante claro, tratava-se de um menino mediúnico e incorporado, atuado por um espírito talvez de um outro ligado à violência, que já tenha sido marginal, que já matou e morreu, mas conhecendo que o espírito não morre, volta e atua nas auras dos desprovidos que lhes devem, e marginais, ou drogados, alcoolizados, etc. A mesma situação podia vir a acontecer ao menino da história anterior, porém a sua família soube como corrigir e antecipar, pois é Litáurica. Se não fosse assim, sem inserir na própria crença os contextos da continuação da vida e estas experiências, teriam provavelmente criado um outro futuro marginal. Pois só acreditando no depois da vida, da continuação e da perseguição, enfrentando sempre as conseqüências daquilo que de errado foi feito antes na lei de Talião, no olho por olho, deixa as pessoas sãs, pois as pessoas se corrigem renascendo.

Hoje porém a maioria das pessoas não acredita mais no real, um pouco por causa das religiões erradas que praticam, outros pelos livros que lêem, que os extraviam lhes falando das maravilhosas paisagens do astral, dos mundos das violetas e do céu. Pois essas histórias do Além, são sempre todas mais ou menos influenciadas pelo que as pessoas gostariam que fosse. Entretanto a Litáurica nasceu para resolver o "problema existente", e este se mostra numa realidade pontilhada de histórias dessa natureza, que são sempre assombrosas e assustadoras. Gostaríamos que não fossem reais, porque também gostamos das histórias capazes de projetar os nossos sentimentos lá em cima, e pensar que os cientistas podem encontrar a cura ou a forma de prevenir todas as doenças e os males como a violência, o diabete, o mal de Alzheimer, o câncer, e os males do fígado e coração, etc..

Pois os Estados Unidos gastaram 25 bilhões de dólares para colocar o homem na Lua e 2,2 bilhões no projeto Genoma Humano, mas infelizmente o progresso verdadeiro do ser humano não se compra com este tipo de investimentos, e só começará a partir do momento em que se considere estas outras histórias, simples porém reais, que são aquelas que nos seguram no chão da nossa realidade, ligados ao nosso passado. E seguindo por este rumo, poderá se tentar escapar, não querendo cada um ver a sua realidade, mas encontrará somente a sua solução definitiva no sepulcro, agora, já que é tempo do Juízo Final.

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