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As mágicas

Já em épocas pré-históricas, havia mágica e bruxaria, nas características de toda medicina primitiva. No antigo Egito, junto com as instruções de manipulação dos remédios, iam sempre as fórmulas mágicas a serem recitadas com o paciente. Vestígios pré-históricos fazem presumir a existência de técnicas médicas baseadas na perfuração craniana, com a finalidade de permitir, assim, a saída dos "demônios".... O "demônio da doença" remonta a 2.000 anos a.C., e liga a superstição à medicina, na antiga Babilônia.

Vieram depois os métodos científicos dos gregos, em que Hipócrates sentenciou: "Quem procura curar com purificações e encantamentos, torna-se cúmplice da blasfêmia, servindo-se dos deuses como desculpa, para encobrir a sua incapacidade de prestar qualquer assistência". E daí, salvo algumas poucas exceções, os doentes deste tipo, com inclusão dos mentais, passaram a ser tratados com bem pouco sucesso e humanidade.

Muitos encontraram suas curas nas fogueiras da Santa Inquisição, e muitos eram amarrados a piquetes, para escárnio público, o que perdurou até meados do século dezoito, em muitas localidades.

Muitos cientistas: Freud, Mesmer, Jung, etc., tentaram trazer avanços. Mas, até hoje, terapia das massas para estas doenças psicológicas são as Bênçãos, Mesmerismo, terapias de grupo, psico-dramas, análises regressivas, etc.. Sem considerar as terapêuticas do esoterismo em geral, há bênçãos, passes, radiações, mas nada disto resolve em definitivo, e muito menos uma atuação mediúnica cármica normal.

Esta se baseia, normalmente, em aproximadamente 30 obsessores, quando não sejam centenas ou milhares. São Entidades que tomaram conta da aura e atuam através dela na pessoa, mantendo-a, às vezes, aberta para outros. Todo o contexto é para o atuado trabalhar mediunicamente. Criando uma possessão o espírito realiza uma escravização, forçando a pessoa a dar-lhe passividade por anos e anos. Quando quiser a entidade vem a tona e principalmente para prejudicar, mas também perseguindo a idéia que, nisso, todos iriam ganhar valores espirituais, evolução, etc..

Através de uma relação de pesquisas realizadas no Brasil, sendo esta oficialmente apresentada no segundo Congresso Mundial de Parapsicologia, em Lisboa, Portugal, esta percentagem se refere a 99,9% dos médiuns, 999 em cada mil.

Isto é verificável no livro "O modelo energético do homem", de Newton Milhomens, editado pela IBRASA Ltda. de SP. de Difusão Cultural.

Nem sempre, a maioria dos médiuns que trabalha no espiritismo consegue resolver esta situação, pois conseguem amenizá-la transpondo os obsessores através da doutrinação. Mas muitos destes obsessores não vacilam, às vezes ficam controlando a mediunidade por anos e anos. Pois esta mediunidade é igual a uma doença que sara, ao sair a última bactéria, e esta se resolve com a saída do ultimo obsessor.

Quantos problemas que perturbam a humanidade nasceram assim, e quantos, que implicam com a vida dos povos, têm as mesmas origens. E tudo nasce, fundamentalmente, de uma inversão de valores. Estes são os frutos que muitos, depois, colhem, por praticar estas distorções religiosas baseadas no fanatismo, superstições que envolvem muito espiritismo também. Como resultado imediato, na hora do desencarno, se tornam desamparados e desesperados. Colhendo, aí, os resultados de suas cegueiras espirituais e se encostam, sempre que podem, ficando bem felizes depois, quando lhes aparece uma possibilidade neste Espiritismo Litáurico que não doutrina, mas proporciona um caminho.

Porque este espiritismo só quer mostrar a verdade que reza, sem pôr o médium a trabalhar para outros, que não sejam os seus obsessores. Que tenciona, nesta prática, encaminhar definitivamente, fechando esta mediunidade exclusivamente cármica.

E onde, nestes contextos, se comprova que a aura, mais uma vez, segue as Leis da metafísica. A sua condição provará se a pessoa está vivendo a verdade ou somente a sua verdade. Estas doenças, inclusive, afetam o sistema emocional, provocando conseqüências que sempre são debitadas às estatísticas destas situações. Exemplo: desequilibrando metafisicamente uma pessoa que dirige um carro em alta velocidade, o acidente provocado será considerado problema de tráfego. Quando isto provoca um suicídio ou homicídio, será computado nas respectivas áreas, e assim se segue.

Todas as drogas, nas suas variedades, são consumidas por desequilibrados emocionais, entrando nas estatísticas dos drogados, e assim é com aidéticos, homossexuais, etc.

A Litáurica faz os seus tratamentos com as pessoas que apresentam alguma influência mediúnica em sua aura mostradas pela fotografia da aura. Mas que tratamentos são estes, e o que tem a ver com a Religião? Religião seria o quê? Dogmas? Opiniões? Pode uma religião para o homem atual e do futuro, ser baseada em opiniões e conversas? Disseram a Kardec que esta próxima religião deveria ser científica baseando-se em provas. Então, mais de 2000 horas de tratamento com resultados práticos, não são provas concretas? Pois foram tratadas as conseqüências do Carma espiritual de pessoas, que achavam que as suas crenças dogmáticas valiam, e que o importante era só acreditar em Deus. Estas pessoas sentiram, na prática, a lei da ação e reação, e sentiram na pele a força da Litáurica, pois ninguém pode lhes mudar mais a consciência de que tudo o que se faz ao semelhante, volta na igual moeda. As conseqüências das vidas indignas, levadas anteriormente, atormentavam estas pessoas nesta vida.

Mais de 26 mil pessoas ocuparam as cadeiras da sala de tratamento da Litáurica, e quantos foram os antepassados e os obsessores espirituais que passando através da mediunidade desta gente, foram encaminhados para as dimensões espirituais acima da dimensão da matéria. Muitos mesmo, mas nenhum deles foi exorcizado. Nenhum deles foi chamado de Demônio ou Satanás.

Há muita gente que nisso deveria fazer uma séria reflexão, pois estas pessoas, como muitas que foram tratadas nos hospitais pela Litáurica, eram possessas e a possessão pode ser resolvida, mas por quem? Naturalmente não por espíritas e médiuns, nem sacerdotes ou pastores, não se resolve com exorcismo ou rezas fortes ou coisas similares, ou por outras pessoas com conhecimentos parciais, pois tudo isso nada significa na Criação. Estas pessoas podem vir a ser dopadas, medicadas com remédios fortes, mas naturalmente só podem ser ajudadas por uma pessoa especial, que tenha domínio nisso e seja convocada especialmente para este fim espiritual. A Litáurica foi realizada por uma pessoa assim, cuja força é muito maior que a dos espíritos malévolos que entram nas pessoas, destes que muitas vezes dispõem de forças gigantescas.

Da mesma forma que estas pessoas recebem forças adicionais das trevas, um espírito assim indicado pela Espiritualidade Maior, de fé e aura pura, recebe das regiões luminosas as forças adicionais à sua própria, mediante a mais humilde oração antes deste simples ato. O fato também vem a ser comprovado pela fotografia da aura. E se vinte mil pessoas passaram neste tratamento, todas elas viram acontecer estes fatos diante delas, sendo que eu rezei para elas um simples Pai Nosso. Como é que poderiam estas pessoas negar este fato? Algumas porém fizeram isso, não viram e não quiseram ver, mas aconteceu diante delas e esta sua postura as descartou da salvação. Por que assim se desmascararam, como portadoras da má fé, do atraso, demonstraram-se descrentes, e ainda confusos pela antiga fé. Mas lá foram socorridos espíritos doentes e perdidos, que em vida também tiveram religiões e fé, que porém simplesmente não passavam de simples opiniões, como todas estas que estão por aí, feitas pelos homens atrasados, que só vão atrás do dinheiro e da consideração dos seus seguidores. Mas que em troca recebem só fantasias, desespero, condicionamento e dogmas. Tudo o que espiritualmente, como já se demonstrou, não vale nada, e esta gente morreu, reencarnou para desmanchar os ídolos falsos que entronizaram neles, mas não souberam fazer e novamente e não foram, não irão a lugar algum. Quantas pessoas, nesta época, fazendo parte de qualquer raça, sexo, crença ou religião que seja, com ou sem instrução, ainda andam na rua, trabalham, se relacionam com os outros, levando um corpo onde deveriam só habitar os seus espíritos. Mas ainda, além destes, muitos trazem a mais, neles mesmos, um ou mais espíritos, pois os espíritos nada são de estranho. Eles nos cercam neste planeta. Muitas pessoas têm medo disso. Talvez com alguma razão, pois os meios de comunicação nos mostram esses sempre como fantasmas. Os pastores e sacerdotes, para fazer os seus negócios, nos falam dos demônios e etc. Mas se olharmos no espelho veremos um espírito, o nosso, apenas diferenciado por estar encarnado. E se fazemos uma fotografia da aura, podemos conferir, que muitas vezes, estes espíritos perdidos nos acompanham. Pois as pessoas morrem e se tornam espíritos, e a maioria não vai a lugar algum. Estes espíritos nada mais são que sobras de gente que já morreu, que se manifestam, muitas vezes, através dos vivos, por alguma forma de direito que lhes vem destes chamados, das idolatrias, ou alguns créditos dos tempos passados.

Pois há pessoas ainda tão confusas, que chamam sempre os espíritos, para serem ajudadas, e eles vêm a elas, quase sempre porém, sem poder ajudar, porque estes contextos são bem mais complexos. Como há homens bons, há os maus, e como estes espíritos são a continuação de quem já pode ter sido um homem bom ou mau, eles também podem ser bons ou maus. Quando as pessoas morrem, os seus "egos", passam a dimensão da matéria, para o outro lado, e esta personalidade que sobra nisso, é chamada de espírito, e as pessoas fazem uma grande confusão nisso. Pois quem aproveitou bem da sua vida, para realizá-la nos conceitos certos, e conseguiu um proveito espiritual, é bem assistido, vai para a frente espiritualmente. Fica em paz, descansa e se recupera, pois vem acompanhado por contextos naturais de energias, que, num certo tempo, o levarão a reencarnar. Nisso virá a ser assistido naturalmente e socorrido pelos espíritos bons, que simpatizam com ele, pois se ele foi um homem bom e justo, os que o socorrem também o serão, mas não poderá ajudar a ninguém, pois não poderá simplesmente fazê-lo, porque poderá até já ter-se evoluído, passando para esferas distantes, como acontece a muitos espíritos litáuricos, que já estão ensinando a Litáurica a populações nessas esferas distantes, que até já se tornaram litáuricas, por estarem mais receptivas e em graus mais avançados do que a população terrestre atual. Pois estes espíritos de Deus foram criados para isso.

Entretanto quando uma pessoa, que só se interessou pelo dinheiro, poder, sexo, diversão, ou aproveitamento próprio da sua vida, chega do outro lado, morrendo, quem a ajudará? Os espíritos a quem poderia ser simpática, são de sua mesma faixa de vibração, ou seja, perdidos, porque foram bons só para eles, iguais em seus gostos, egoístas e portadores das suas mesmas paixões, aqueles que não se interessaram em evoluir espiritualmente, que não se aprimoraram e assim, não tendo feito proveito certo da vida, ficaram sem saber para onde ir. Pois esses seguem outros contextos, e muitas vezes, quando são chamados voltam, ligando-se às relações sexuais, bebidas, ou drogas, pois nos rastros destes problemas há videntes cármicos também, que chegam a enxergar os parceiros assim envolvidos e matam obcecados pela paixão, que ainda é uma forma de irracionalidade muitas vezes cármica.

Todos esses ficaram por aqui mesmo, nesta nossa mesma dimensão áurica, e ainda querendo estar vivos, são portadores das paixões da matéria. E são estes, que trazem os problemas aos vivos, pois como não sabem de nada, procuram seus bens, suas glórias, seu dinheiro, e os seus entes encarnados, e quando estes ainda os chamam, se metem em suas vidas e, o que é bem pior, em suas auras e daí os dominam e lhes sugam as energias, como verdadeiros vampiros, como qualquer parasita prejudica uma planta. Estes efeitos são inclusive fotografados pela fotografia da aura, e hoje são conhecidos, porque identificamos as razões pelas quais este fato pode acontecer. E pode acontecer também com os espíritos que não foram capazes de achar o caminho espiritual certo em suas vidas, e que precisam de seus entes que vão atrás do espiritismo, pois com quem poderiam acompanhar-se diferentemente? Iriam para onde? E o que lhes permite fazer isso? É que estes seus descendentes, muitas vezes, precisam de ajuda ou mediação espiritual, e estas pessoas podem ser chamadas de mortos vivos, porque muitos espíritos de pessoas falecidas já estão dentro deles, além de cobradores do passado que os odeiam até a morte, de onde aquele ente que morreu, pode vir à tona a qualquer momento para ajudá-los, pois de certa forma só eles podem limitar os prejuízos dessas possessões. Apesar de que estas pessoas, não conhecendo estas situações, vivem estados de humor diferentes, como depressões, ansiedades, momentos de inspiração, intuição para fazer músicas e poesias, e podem até recorrer ao uso de remédios, pois não sabem, simplesmente, que tudo isso é mediunismo, porque é simples conseqüência desta situação áurica. Pois muita gente segue os ensinos errados na vida. Rezam para as imagens, fazem romarias e cultos profanos, não respeitam as leis da Natureza e aquelas de Deus, são fanáticas que se deixam distrair através de mil quimeras, seguem os instintos da carne, vivem o momento. Mas na prática jogam fora a verdadeira vida.

Muitas vezes representam papéis, como se fossem pessoas que já morreram e são fáceis de detectar nos seus gostos, pois as partes que fazem, são fora de época e até de condição, são simplesmente ridículas, trocam de roupas a esmo, tem nome próprio, mas usam em tudo o que fazem um outro nome, que é muitas vezes aquele do espírito que as domina dessa forma mediúnica. Muita gente hoje vive assim, uma situação mediúnica e tem medo só em pensar nisso, porque não conhece nada e se esconde, acendendo velas para as imagens e na euforia de sentir-se bem, aprendem a gostar-se assim como são, e se escondem nas suas orações votivas e fanáticas. Mas atrás desta exaltação espiritual, há sempre situações assim, onde muitos vivos são dominados pelos seus mortos. Esta situação veio a ser herdada dos pais e avós, que lhes deram uma educação errada, lhes deixaram estas tradições religiosas supersticiosas, baseadas nas explorações, na idolatria, que já não contemplavam a reencarnação e a continuação das vidas e acima de tudo, das responsabilidades dos males feitos que voltam sempre do passado nestas voltas à vida, procuraram o perdão do padre, mas a realidade a viver é bem diferente.

Em função do fato de que há continuação, e a morte é só aquela da matéria, os sentimentos continuam além da vida, e muitos não souberam e não sabem ainda perdoar os prejuízos que levaram nas precedentes relações. Se olharmos no buraco escuro do passado da história, quantos erros deverão ser descontados? Guerras, abusos de todos os tipos, foram cometidos para levantar ódios perniciosos por séculos, anos e anos, a causa das violências, traições, falsos testemunhos praticados, pois, com a morte, se achava que terminava tudo. Entretanto nada nunca foi tão errado, pois continuam depois as raivas e as vontades das vinganças, e disso os que morreram não conheciam nada. Mas lhes era facultado cobrar também, assim, as ofensas que receberam em vidas anteriores. E quando também estes entes vivos não tenham um caminho espiritual, que lhes contemple estes conhecimentos, não terão defesa, e ficarão simplesmente se revirando no sofrimento, pela interferência destes parasitas, porque também eles precisarão de um caminho, mas cadê este? Muitos quando morrem ainda, nem se dão conta real de ter morrido e do plano Astral paralelo onde se encontram. Vão atrás daqueles com os quais tiveram as relações em suspenso, e muitas vezes, sem dar-se conta que o cobrado já morreu e reencarnou, pois a sua figura astral ainda é a mesma. É o caso de um menino de sete anos, filho de um casal em tratamento, que está sendo perseguido pelos seus companheiros, mortos e não reencarnados, que querem saber da mala do dinheiro roubado que o menino teria escondido antes de morrer, quando fazia parte do mesmo bando. Pois quanta coisa maluca poderia ser contada nisso, porém fazendo parte de conhecimentos que nas mesmas religiões, onde estes antepassados já se perderam, o esclarecimento certamente não está. Pois este está no caminho real, que veio se abrir na Litáurica, que hoje oferece aos seres humanos de boa vontade, com a sua moral clara baseada em escritos, em livros, ensinos e ainda em provas incontestáveis, que provam as origens nas histórias e nos conhecimentos desta natureza.

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