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Considerando Baal

Muitas considerações fizemos aqui juntos, e muitas foram feitas pelos homens nos seus livros, mas o que se vê, no estudo dos tempos que se passaram, é que sempre há alguém que está querendo tirar vantagens dos outros, que quando se torna um fanático, engana, e o seu partidário é facilmente influenciado pelas forças da escuridão que se juntam, tornando mais fácil aproveitar-se da falta de conhecimentos das massas populares. Essas pessoas, mais simples e desprovidas, sempre foram uma grande presa dos exploradores extraviados, de pouca força moral, motivados principalmente por interesses próprios e bem peculiares, que operaram principalmente nas plataformas religiosas mal inspiradas. Todos chamando a atenção, e com grande estardalhaço, das próprias qualidades representativas, afirmando sempre possuírem bem mais poderes do que realmente têm. Muitos que assim se realizaram, existiram e existem, agiram só em função da maior arrecadação, maior mídia ou número de centros, livros vendidos, templos ou igrejas. Este é um fato bem definido que vem sempre à tona nessas pesquisas, ainda mais quando realizadas nas áreas das mitologias, onde nasceu todo o contexto conhecido como de Baal, que, pelo que envolve, devemos considerar mais profundamente. Lúcifer foi um espírito superior, um Arcanjo enviado à Terra para tentar os homens, extraviá-los, criando-lhes as provas evolutivas, mas falhou porque quis ser Senhor na Terra e acabou trabalhando para realizar o seu próprio reino nas suas entranhas. Mas veio a ser desentronizado e redimensionado, perdeu a superioridade do seu espírito. Depois dele, os espíritos chamados às missões na Terra vieram somente através da matéria, encarnados com bem menos faculdades e muitas limitações. Entretanto agora nós queremos falar de Baal como o maior suporte de Lúcifer, quando sabemos que este espírito já é um fato do passado, do qual porém sobrou o mal, como sendo resultado do seu mau feitio. Daí é que Baal nasce, não como espírito, mas como uma conseqüência da má fé e desse comportamento sucessivamente errado de alguns, dentre os piores dos homens.

Veja-se assim a primeira obra espiritual desta humanidade, que está nas revelações pré – indianas, os Vedas. Outrora continha tudo o que o ser humano necessitava para o seu desenvolvimento espiritual, no sentido correto. Mas, logo depois do Cristo Vyãsadeva, que os escreveu, pessoas ativadas por essa má fé, começaram a ampliar os puros conhecimentos. Aos poucos, o próprio Vyãsadeva foi transformado em ídolo. Não mais era o portador da verdade, o Cristo enviado pela Luz, mas em muito templos da Índia, depois especialmente construídos, tem sido venerado - como um "deus - Krishna". Um deus que, por causa de seus feitos heróicos e suas aventuras amorosas, alcançou enorme celebridade...., mas foi para beneficio dos seus cantadores, os seus sacerdotes. Dos seus ensinamentos, uma boa parte das criaturas humanas já poderia ter sido despertada, no próprio anseio por reconhecimentos espirituais, mas não foi assim porque a obra dos sacerdotes lhes mudou tudo, até que oficialmente não se sabe mais para onde foram os conhecimentos dos originais.

Realizaram nisso um épico, "Mahabharata", que foi escrito no decurso de vários séculos, bem antes da vinda do novo Cristo Jesus, em que é louvado o "sublime deus Krishna". Também somente uma parte dos seus ensinamentos se encontra nesse épico religioso e filosófico, tipo bíblia oriental, que veio em seguida a ser usado ainda como êmulo da sua própria futura estrutura. Porém, é onde se elaborou ainda a maior obra dos sacerdotes constituídos como castas. Mas nisso a pura verdade da doutrina de outrora não pode mais ser reconhecida. Só temos conhecimento pelas atuais revelações da Litáurica, que essa obra se constitui em 120 manuscritos, que ainda estariam guardados em segredo em alguns mosteiros do Vale dos Hindus. Pois dizem os espíritos, ao serem consultados, que se encontrariam lá os mesmos traços da minha caligrafia atual.... Se pretendêssemos mencionar todos os cultos de idolatria que os sacerdotes inventaram depois disso, que têm escravizado a humanidade durante os últimos cinco mil anos, seria necessário escrever muitos livros, descrevendo muitas vezes o culto de Baal.

Em relação à Índia pode-se mencionar ainda que, paralelamente aos inúmeros cultos eróticos de idolatria, existem também outros de caráter exclusivamente ascético, que tiveram início lá e que, como todos os demais têm sido igualmente nocivos, pois uma das imundas excrescências do ascetismo é formada pelos faquires! E outra, pelos sacerdotes ascetas. Os primeiros são inspiradores de sacrifícios profanos e os segundos de ilusões e condicionamentos baseados nas privações corporais e sacrifícios. Os dois, supondo realizar algo de grandioso, atraem as atenções como sendo "santos" ofertando os seus sacrifícios e acrescentando deuses, demônios e fantasmas. Dessa forma, da primeira obra espiritual, aos poucos vieram a escrever os livros das leis e das orações, acrescidos em cada geração.

A indolência espiritual, assim nascida já na antiga Índia emigrou. O culto à Krishna foi-se transformando, sendo adaptado a outras regiões e administrado por outras castas sacerdotais, que nasciam e se alastravam como o vento que passou pela Ásia Menor da antigüidade, até alcançar a Grécia e também Roma. Nos templos romanos de Júpiter, venerava-se Baal em concomitância e abertamente. Pois também esse é mais um ídolo antigo nascido na continuação da idéia do próprio Lúcifer, depois que esse foi vencido pela mítica ação do Filho do Homem na Terra.

A influência desta divindade do mal influenciou até a China, onde surgiram cultos idólatras que trouxeram sempre aos seres humanos os medos supersticiosos, como também os impeliram às orgias eróticas. Entre os antigos povos do México e do Peru surgiram, igualmente naquela época, cultos de idolatria cuja crueldade e ignomínia foi superada somente pela Inquisição católica, mais sofisticada, que muito mais tarde veio a ser implantada no mundo. Pois a "Santa Inquisição" foi a coisa mais horrorosa que, já houve no mundo. Assaram os pés das vítimas, arrancaram-lhes as unhas, esmagaram-lhes os ossos, davam-lhes de beber chumbo derretido, queimavam as pessoas vivas em fogueiras. A sombra do Baal teve lá os seus momentos mais gloriosos.

Vemos assim que Baal é o deus do sacerdote, o deus que vem sempre proporcionado por ele, apresentado em qualquer religião em que ele opere. Pela sua conseqüência, mais da metade das almas humanas que os seguem, quer encarnadas ou do astral, estão marcadas pela idolatria que eles proporcionam. Os seguidores desses exploradores são condicionados, e portam em si mesmos o inextinguível e mortífero estigma de Baal, a cruz ou o um enviesado X, identificando todos aqueles que foram condicionados pelo sacerdote, que se encontram distantes da luz e da verdade, de tal forma que a irradiação da graça divina não mais possa alcançá-los. O estigma é o seu símbolo, a sua arma é a mentira, pois o sacerdote opera sempre a seu próprio favor e contra o verdadeiro Criador da Terra, e no Astral e nos sub-astrais, onde os antípodas se evidenciam, as suas conseqüências chegaram até a perturbar o vibrar harmônico da própria Criação....

Muito antes do aparecimento de Baal, houve, entre os povos da Terra, ídolos e idolatrias e os causadores eram considerados como servidores de Lúcifer que guiaram as almas humanas a elas submissas aos abismos....Com Baal foi diferente, a luta durou mais tempo, pois as suas tropas eram organizadas e sempre foram da elite. Os sacerdotes chegaram a formar castas estruturadas e mais qualificadas, e na instrução, com o primor da competição, avançavam e cresciam no âmbito das corporações.

Ao lado de Baal encontra-se Baalat! Primeira serva feminina. Pois um se representa no sacerdote e a outra na serva do sacerdote. Ambos operam corporificando os princípios hostis à Luz. Baal significa Senhor – Baalat significa Senhora. Há ainda outros nomes, na Babilônia recebeu o nome de Bel. Nos antigos locais de culto da Palestina chamavam-no de Bealim, equiparado com Jeavech, (Jeová) o Onipotente Criador. Os semitas babilônicos denominavam-no Baal Schem, o senhor do divino nome.....Os fenícios veneravam-no como Deus.

Sob a influência de Baal surgiu ainda, entre os Astecas o culto da serpente, usado como símbolo da moderna medicina. Baal foi venerado porque foi sempre proposto em todos os tempos e em todos os templos da terra. É o deus usado pelo sacerdote que antes emulou Vyãsadeva, depois Jesus..... e o culto a Baal é realizado em qualquer templo, em qualquer lugar que as pessoas sejam chamadas para rezar, fazer procissão, romaria....., e é o mesmo de toda parte, onde sempre há na sua base o sacrifício ligado ao sangue e ao seu mórbido sensualismo.

Baal serviu-se do sacerdote ou o sacerdote de Baal? Os dois são e corporificam a mesma coisa..... Serviram-se eles ainda de videntes e médiuns, homens e mulheres, para divulgar na Terra a sua lei do amor - do Mahabharata, da Bíblia, do Alcorão, etc., de acordo com a sua vontade. Os seguidores do Baal se identificam também na aura, porque não atendem às cobranças espirituais que lá se manifestam.

Baal é sempre representado no que se pode determinar de belo, sempre frio, reflete nos olhos sempre esbranquiçados e meigos, uma bondade que na base da sua inspiração não tem, e apesar de sua beleza, assemelha-se sempre a um boneco sem vida, porque é um boneco vitalizado somente pela fantasia na crença dos seus seguidores.

É um ídolo que fez do sacerdote o alvo da sua conversa e o seu porta voz e diz: - Quem me seguir, eu liberto do pecado para sempre... onde nascer já seria pecado?.... Pois eu sou o vosso Senhor, pois sou o amor que tudo perdoa... e a lei causa efeito e de Talião?... Quando tiverdes vontade de lutar e vencer, atacai e conquistai, fazendo dos vencidos, dos fracos, os vossos escravos... e fazei aos outros o que gostaria fosse feito a ti?... Como meus servos, sois poderosos na Terra.....depois vem o das estrelas aos estábulos, voltando a nascer nas favelas e nas áreas cármicas.... Caçai e matai os animais, antes que eles tomem para si o domínio da Terra....depois há o desmatamento, os buracos do ozônio.... Vós, minha servas, divulgai a todos os povos da Terra o meu nome, minha doutrina....e contribuí para que se construam templos, onde me oferecereis sacrifícios sangrentos, porque o sangue, o vosso sangue, vos liga a mim, vosso Senhor e enviado de Deus! Sede inteligentes e segui-me. Eu vos amo! Deus é Amor....para toda a Criação, é inegável....

Mas para o ser humano assistido pelo livre arbítrio, é são leis físicas e metafísicas, é ordem, perfeição e progresso. Não puro amor bobo que tudo tolera, tudo perdoa....Essa é a doutrina do Baal, pregada pelos sacerdotes dos templos, de onde veio a mentira e impregnou com o seu veneno corruptor todo o autêntico saber até os dias de hoje....por onde agora o homem vive o seu JUÍZO.

O FILME.

Um novo filme está chamando a atenção dos brasileiros: é baseado no evangelho descoberto em 1945, no alto Egito, escrito em língua aramaica, a língua dos tempos de Jesus. No Brasil foi editado como o Quinto Evangelho (O evangelho segundo Tomé). A base do filme é a seguinte passagem:

"Não procure-se Deus entre as 4 paredes de um templo, pois Deus não necessita de templos e nem de padres, bispos ou pastores. Procurai primeiramente dentro de si. Rachai a madeira e lá estou Eu. Erguei a pedra e lá Me achareis."

O evangelho editado e com toda a certeza sob o controle da igreja católica (censura do Vaticano que destrói tudo o que desmente suas afirmações) diz :

"Disse Jesus: Eu sou a luz que está acima de todos. Eu sou o 'Todo'. O todo saiu de mim e o todo voltou a mim. Rachai a madeira e lá estou eu. Erguei a pedra e lá me achareis".

Esse é um exemplo da lei do amor do sacerdote ou de Baal.

E quantas dessas historietas ainda os livros litáuricos esclarecem, pois o ano 2000 do Jubileu não existe mais, pois a Litáurica já abriu os novos tempos. Estamos no quinto ano da Nova Era e a Litáurica acabou de editar mais um livro – Caminho Litáurico. Vem somar-se aos outros já editados – o Ponteiros Direcionados ao Céu – e O Evangelho segundo a Litáurica –

O calendário que rege o mundo chamado de cristão é o calendário gregoriano, que foi instituído pelo Papa Gregório em 1580. Este Papa é também conhecido por proibir a teoria de Copérnico, um astrônomo que viveu em 1500 e que declarava que a Terra girava em volta do Sol e não o contrário, como também confirmava Galileu, na mesma época, e foi excomungado.

Mas o calendário, para efeito de organização do mundo foi uma idéia excelente, como o invento do relógio. Porém que confusão, pois a entrada do segundo milênio foi comemorada só pelos cristãos, os muçulmanos não aceitam, pois pela sua crença entrarão em 1420, os chineses no ano 4635, e os judeus no ano 5760. Nós, da Litáurica, estamos no quinto ano da Nova Era.

É uma confusão ainda, mas todos estes são hoje subordinados a uma única religião que é a Litáurica. Portanto não há que discutir as regras, pois os opositores também podem considerar que quem não se adapta irá simplesmente para o sepulcro e não terá mais volta.

A primeira obra espiritual da humanidade, sempre foi considerada a pré - indiana: dos Vedantas, nasceram os Vedas, depois vieram as primeiras castas sacerdotais dos brâmanes, e os budistas, os maoístas, os egípcios, a mitologia grega, o mosaísmo, etc. etc. Sabíamos já que os Vedantas foram uma grande obra, herdada do saber de uma antiga civilização, conhecida como Atlanta, que se achava para sempre perdida. Pois até há pouco tempo, era só um mito, até que com o avanço técnico, e submarinos atômicos de grande profundidade, os russos conseguiram fotografar as suas ruínas. E viemos a saber que o seu continente afundou há muito tempo, estando localizado onde se encontra agora o oceano.

Pois o nosso saber vinha daquilo que a nossa tradição nos ensinava, e ficamos estarrecidos ao ver que povos, que os brancos pouco consideraram, e trataram como se fossem animais, pois era assim que, até bem pouco tempo atrás, eram tratados os índios americanos, fossem os herdeiros daquela cultura que se achava perdida. Pois aí a nossa sensação é igual a quando, ao deparar com os resultados de uma pesquisa séria, descobrimos que o espírito existe, e a reencarnação é um fato natural, que é interrompido somente se somos condicionados, e despreparados, onde ainda temos provas. Aquilo que, durante toda a vida, achávamos ser não somente uma religião, mas a única religião, por ser a nossa - é um simples condicionamento. Assim concluímos que se sustenta só porque nós íamos atrás, porque, sem o nosso suporte, não é nada. Porque é uma simples mídia realizada à força e nunca conteve nada de espiritual, mas nos passou os cultos dos egípcios, que acreditávamos terem sido já convertidos pela obra de Moisés, há três mil e quinhentos anos. Após essas divagações, vamos considerar ainda o que nós conhecemos sobre os videntes. Pois há cinco mil anos, quando Baal entrou em contato direto com os seres humanos terrenos, existiam mais pessoas mediúnicas do que hoje. Porém videntes xamânicos, isto é, evoluídos e preparados na dimensão Astral, para a sua missão mediúnica na Terra.

Porém falamos de "legítima mediunidade", pois muitos dos Atlantas eram telepatas, isto é, portadores de um dom herdado da vidente do Brasil de que falamos antes. Pois estes videntes eram espíritos preparados antes do nascimento. E este fato não tem nada a ver, nem semelhança alguma, com os inúmeros médiuns espíritas atuais. Pois estes são, na sua grande maioria, pessoas cármicas usadas pelos espíritos cobradores que os acompanham. Pois este não é um dom desenvolvido, mas uma conseqüência de cobranças áuricas de dívidas do passado, um problema cármico. Isto é, Baal sempre serviu-se de videntes homens e mulheres, para divulgar na Terra a sua doutrina, a sua "doutrina do amor", em nome do seu poderosos amo sacerdote e de acordo com a sua vontade.

Exemplos disso há muitos. Em particular, podemos ver que, no ano 2000, há 30 milhões de pessoas infectadas de Aids no planeta, dos quais 20 milhões só na África, que infectam 11 pessoas por minuto, porque as campanhas de alerta para a prevenção encontram obstáculos, pela ação de fortes grupos religiosos, que não querem que os jovens e as crianças sejam orientados sexualmente. Os videntes de hoje, quase todos, são criaturas que em vidas terrenas anteriores foram preparadas para as atuais missões. Pois todos os que operam nesta lei de amor são considerados como os preparados na terra em vidas anteriores. Pois todos os que afundaram neste Carma das vidas passadas foram renascer hoje com uma indumentária vermelha na aura, que lhes corresponde a uma coroa de médium cármico na cabeça.

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