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Escolha

Grandes confusões existem ainda em muitas situações, em que muitos, apesar de serem espíritas e praticantes da Mesa espiritual, do Legado, que definem como Evangelho do Lar, levam a esta atos e fatos que nada têm a ver com a essência desta fé. Muitos misturam espiritismo com mediunismo e outros até as orações.

A Liturgia se baseia na religião. A religião é sempre o ensino de um Avatar, isto é Messias, isto é, Cristo. Um indicado específico da espiritualidade Maior para fazer isso. Imperadores, príncipes, papas, ou quem quer que sejam podem ter sido eleitos pelas convenções dos homens, mas nunca Avatares. Avatar é um predestinado a proporcionar a Lei de Deus e vem inspirado por Deus: - aquilo que ensina é religião. É o portador do Legado que é religião, e sob a proteção desta espiritualidade, a leitura do Evangelho Litáurico, feita ao acaso, representa religião.

Depois disso é mediunismo condicionado aos obsessores, condicionados ao carma, etc.. A partir destas situações temos até o espiritismo canônico, das exorcizações, rezas fortes etc., que nada tem a ver com cristianismo ou Litáurica que é a mesma coisa. O Sinal da Cruz, por exemplo, já se põe diante de um mandamento, o primeiro que diz:- "Não terás outros Deuses diante de Mim, não farás para tí imagens ou esculturas do que está no alto, no Céu, ou na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não as adorarás e não lhes prestarás culto soberano, porque Eu Sou Deus zeloso, que persigo os que me aborrecem, até a quarta ou sexta reencarnação, e faço misericórdia em milhares, dos que Me amam e guardam os Meus mandamentos". (os resultados vemos nas auras que fotografamos hoje e que são simples conseqüências de infrações, e não devem ser vistas como ações de um Deus vingador)

Este ato de benzimento tem de ser deixado à prática daqueles que, apesar dos esclarecimentos, continuarão a praticar suas crenças supersticiosas, nos templos, nas igrejas, ou nos centros e na umbanda; seguindo as liturgias das adorações sacrílegas, das imagens, das misturas das divindades e orações, em que também poderão cantar os seus Salmos bíblicos e rezar suas orações, porém não haja engano: - aquilo não é cristianismo, não é religião, e no seu fundo se encontra um contexto que se chama carma.

Ou será que todos eles têm uma cópia da Revelação, guardada e gravada, e oitenta fitas de palestras particulares, gravadas com muitos Espíritos Mentores? Uma aura igual a minha, fotografada e fotografável? Lembranças de ter sido índio, Papa e João Batista? Conhecimentos Védicos, sem nunca ter lido os Vedas? E tão enraizados, a ponto de realizar a teoria Litáurica, com a base da interpretação da fotografia da aura eletrônica? E a litoterapia através da energia dos cristais? Quem ativa a mediunidade de uma pessoa com um passe? Quem realiza terapêuticas espirituais na orientação da fotografia da aura? Pois a situação espiritual chegou ao ponto máximo de tolerância. O plano espiritual já determinou o seu termo. Quanta gente viu a Copa mundial de futebol de 1998? A Itália teve dois jogadores que se benzeram no campo com o sinal católico, sob as luzes das câmaras que difundiam as imagens ao mundo, e perdeu. Depois foi a vez do Brasil, e todos foram à procura das causas inexplicáveis. Ou não?

E tudo isso impõe novamente uma escolha espiritual, e a este propósito Jesus já foi bem claro: "Se o teu olho é razão de escândalo, arranca-o". É melhor perder um olho e salvar o espírito que ser lançado ao fogo do inferno. O inferno agora não é mais esotérico, é real e se chama Juízo, que providenciará a transmigração das almas para o planeta dito chupão, ou do Anticristo, que levará consigo todos os seus partidários.

E tanto quanto pudermos, façamos em nossas residências um cantinho de aconchego, com uma vela branca acesa, onde possam abrigar-se os espíritos dos nossos falecidos, até conseguirmos encaminhá-los com as nossas Orações dos Mentores Litáuricas, para que não tenham necessidade de ficar nos cantos da macumba, ou rodear os centros do espiritismo, da umbanda, candomblé etc.. O catolicismo e as congregações dirigidas pela exploração da ignorância e do atraso espiritual geraram situações absurdas, mas, se errar é humano, cada um terá que arcar com as conseqüências individuais disso, porque ficar no erro é estupidez, pois, apesar de qualquer incompreensão, a conta vem no "voltaremos tantas e quantas vezes forem necessárias, pela evolução do nosso espírito". Mas agora será possível só depois da seleção do Juízo.

Orai, Vigiai e instruí-vos. "O título de Filho de Deus pertence aos espíritos de pacientes investigações". O título pertence aos de penetrante ardor e de terna humanidade, de emanações benéficas, de forças fecundas, de tendências espontâneas para o sacrifício, pelo bem, e de perseverante energia na execução dos trabalhos emprendidos.

É através desta postura e mediante o estudo da Natureza que os homens podem adiantar-se e chegar à concepção do seu inteligente Autor, e, embora sejam lentos na compreensão, isto lhes faz ver como superar essas dificuldades, muito mais que encobri-las com o véu mais simplório do fanatismo.

Jesus também dizia: "Não pode haver discriminação na família de Deus", mas, apesar disso, muitos sofrem até hoje por não haverem entendido o conceito, pois muitos sofrem porque entre homens e mulheres ainda não há uma total paridade de direitos e obrigações.

Sabe-se que o espírito pode reencarnar homem ou mulher, demonstrando, de início, que não deveria existir diferença entre eles. Entretanto a "tradição atávica" é ainda mantida em consideração, e causa desarmonias, gerando situações de dependências e incompreensões. No entanto, esta diferença pode ser resolvida com o simples bom senso, evitando-se, de início, qualquer dependência, vindo já o exemplo da simples iniciativa dos pais, pois a interpretação do certo ou do errado não é uma incumbência que pode ser demandada aos outros, no plano espiritual. Para isto, todo jovem já deveria receber um ensino adequado, esclarecido, e sem tabus sexuais, ser iniciado em uma profissão, para que não tenha de depender de ninguém, em nenhum momento de sua vida.

Cada um deveria ser posto na evidência de suas responsabilidades morais e cívicas, atualizadas na justa valorização de sua participação na sociedade com os seus trabalhos, sabendo inclusive, manter-se e a se precaver, na exigência da mesma sociedade, do respeito aos seus direitos, como condição básica de qualquer relacionamento.

É que o mundo não é mau, mas as ações de determinadas facções e de determinadas pessoas é que o fazem parecer mau. Mas, este é simplesmente um fato a ser compreendido e justamente interpretado, pois, no que se refere à responsabilidade que cada um tem com o plano espiritual, esta é própria a ele mesmo e não pode ser interferida por ninguém, caso contrário ficará sempre à deriva, apenas um instrumento à mercê dos interesses dos inescrupulosos.

A evolução humana implica em renovação constante, e a consulta dos Antigos Testemunhos se torna indispensável aos avanços da existência espiritual, mas é necessário atualizar estes conceitos dos tempos que passaram, numa interpretação mais apropriada ao momento intelectual, indo além das impressões pré-formadas e superadas.

Nestes velhos conceitos há pessoas que oram aos domingos quando vão á Igreja, e outras, aos sábados, e ainda muitos que oram ligados a algum tipo de culto ou liturgias de outras horas, mas que se esquecem de viver os contextos que estão rezando, ao mesmo tempo que não fogem à regra de respirar sempre, a todo instante, quando dormem ou quando estão acordados.

É bastante comum encontrar pessoas assim, que rezam por acharem que podem manter desta forma um bom relacionamento com a divindade, ou para cumprirem o compromisso espiritual que cada um tem na vida. Mas este contexto está errado, pois, se fosse assim, todos os que passassem a vida rezando ou dedicados aos trabalhos espirituais, das igrejas, mosteiros ou centros espirituais, iriam seguramente libertar-se dos chamamentos da matéria nas reencarnações, porém sabemos que não é assim.

Estes são simples hábitos de muitos que, de certa forma, acham que as obrigações espirituais se satisfazem assim, e seguem estas irracionalidades atávicas, só porque se sentem mais parte de determinadas sociedades espirituais religiosas do que não da sociedade humana. Muitos destes nem suspeitam que, nestes casos, a utilidade da oração é despertar a ligação do consciente com o subconsciente do ser humano.

O contexto da oração tem um sentido quando serve de ensino, e este se aplica à postura e reação à vida vivida no dia-a-dia, com os diversos problemas e dificuldades, onde o fato principal é combinar o seu contexto com a inspiração e a proteção divina, mas onde também, para isto, é preciso que haja combinação entre as regras saudáveis da vida, porque, de outra forma, se torna tudo infundado e se direciona fora da Natureza, para onde a divindade não está, pois Deus é um TODO que representa a vida, e a vida está onde respiramos.

As orações podem ser chamadas de ''Estações metafísicas" para serem cumpridas nas diferentes formas e procedimentos, dos diferentes cultos e nas diferentes sociedades, sempre utilizadas com o intuito primeiro de alcançar o grau de austeridade necessário para a comunicação com o contexto de espiritualidade ou, simplesmente Deus, numa palavra. Nisto, as palavras também são usadas como vibrações, pois a letra, além de ter um sentido, tem sons que correspondem a vibrações, que se deslocam no ar como pontos altos e baixos.

Estas vibrações podem, ser quantificadas e codificadas em composições numéricas, de esquemas precisos, e transformadas em sons musicais e harmonias para serem usadas nas finalidades místicas, e não, como costumam fazer muitos, transformá-las em simples evocações, alterando-lhes o sentido e as palavras.

Em todas as religiões há destas coisas, coisas que os seguidores devem fazer de determinadas formas e que se definem como disciplinas. Porém, substancialmente, elas são principalmente para serem observadas pelos "adeptos aos trabalhos". Estas observâncias são básicas, e de efeito metafísico, pois o praticante se dispõe ao encontro da libertação quanto aos desejos corporais, para que possa asimilar as coisas espirituais.

Assim é que, seguindo as disposições e as disciplinas corretamente, consegue-se o progresso na direção do aumento da estatura espiritual, para a eliminação das impurezas do corpo e da mente e, afastando-se dos apetites carnais, a pessoa se dispõe assim a caminhar na trilha da espiritualidade. Para aumentar também o conhecimento, na percepção da vida além da vida material do mundo, para conhecer o motivo pelo qual viemos a este mundo, e o que temos de aprender e saber como aprendê-lo.

Neste contexto evolutivo vê-se uma situação bastante clara, onde temos basicamente que considerar o fato de que, nesta Terra, somos hóspedes de passagem, "em viagem para algum lugar" e, simplesmente, cabe-nos conformar com isto e com as regras do meio ambiente, que nos condicionam às leis que subordinam naturalmente os organismos que são filhos deste ambiente. Quanto mais dificuldades trouxermos à questão, muito mais longe iremos, porém, desviando-nos da nossa meta final.

É sabido que todas as almas de origem são iguais, e que as cores da pele não são um contexto de segregação carmática, pois existem problemas de pigmentos protetores às condições ambientais. Porém o sangue é igual para todos, é vermelho, e até que as pessoas de um país não compreendam que as pessoas de outro país também têm os mesmos direitos à vida, não haverá progresso na Terra. Entretanto, todo este contexto vai bem mais além do que à primeira vista aparenta.

Isto entra na lei do efeito relacionado à causa, à lei do carma, na lei do cumprimento no ciclo da reencarnação, na lei do retorno, efeitos do mau uso dos bens materiais, intelectuais e espirituais, etc.. Está no direito de todos poder seguir o caminho da espiritualidade, pois "todos os homens são iguais aos olhos de Deus". Mas muitos não compreendem que, nascendo com as limitações às quais são sujeitas, e nos ambientes e condições aos quais são relegados, é porque há uma razão de origem ligada à infração anterior destas leis, e os atos físicos ou mentais executados por alguém, na tentativa de alterar o contexto e antes do resgate espiritual, afetarão as reencarnações futuras, pois é dito: "colherás o que semeares".

Que as doutrinas de experiências místicas muito profundas, que de alguma forma assemelham-se aos mistérios egípcios, não lhe são congênitas e, pelas suas práticas, tornam-se necessários prolongados anos de estudos e, quando alguma pessoa não especificamente dotada pelos meios naturais, condicionada aos grilhões cármicos, se dedica a este tipo de desenvolvimento, perde anos de experiência de vida que deverão ser repetidos tais quais os que foram trocados.

Por isso é que em outros planos de existência, este nosso mundo é considerado o "da ilusão", aquele no qual os sentidos enganam, e onde as coisas são mostradas em forma ilusória e diferente de como são na realidade, e onde também poucos sabem que obrigar alguém a adotar uma certa postura espiritual, contra a sua vontade e disposição natural, não adianta nada para este, porque poderão demorar anos para aprender coisas que no plano espiritual poderão ser aprendidas em poucos minutos, e este fato pode aumentar o carma daquele que o induziu a isto.

Quem conseguir honrar as cinco abstinências: a de não ferir o próximo, não mentir, não roubar, não ceder à sensualidade e não ser ganancioso, conseguirá a harmonia da mente. Esta pessoa é aquela de amor puro e compaixão para com as demais, e é capaz de ajudar o próximo sem pensar em ganhos para si própria. Se todas as pessoas deste mundo possuíssem harmonia interna, não haveria dificuldade alguma em atender a Regra de Ouro que determina: "faze aos outros o que queres que os outros te façam".

E com isso, enquanto nos encontramos na Terra, forçamos a nós mesmos e pensamos que poderemos ser poderosos e que estas riquezas espirituais nos comprarão o Reino do Céu, porém é necessário que cheguemos ao verdadeiro significado disso tudo, pois a Terra, no Cosmo, é um simples detrito, um fragmento minúsculo de poeira, e nada mais que isto. E as pessoas vêm à Terra com finalidades específicas ligadas aos seus graus de evolução e com algum fato, e vêm repetidas vezes, de modo parecido àquele do estudante que faz diversos cursos a fim de obter um conhecimento equilibrado. No entanto, não passa de uma nulidade pela dimensão do contexto.

Decifrar e entender este tipo de coisas é o obstáculo principal de todos, e todos hão de compreender que determinadas coisas são da superstição do atavismo, e vêm de pessoas que ainda são incapazes de dimensionar-se nesta realidade e que, por razões várias e diferentes "fazem coisas que substancialmente são reais" em determinados contextos e para determinados fins, mas que não servem especificamente a muitos dos que as praticam.

Entretanto, muitos seguem pessoas que falam para enfurnar principalmente as suas próprias sensações de importância, que se manifestam sem cessar sobre assuntos, que julgam iludir os ouvintes por alguma forma de lucro ou, simplesmente, fazendo-os crer que quem lhes fala é uma pessoa muito erudita. E estas coisas confundem e são uma constante prova de que muitos não sabem superar, mas são os verdadeiros obstáculos a vencer para alcançar o objetivo substancial e único da existência, muitas vezes.

Viemos a esta Terra para cumprir tarefas escolhidas ou impostas, mas precisas, para procurar o conhecimento ou a purificação, isto é um fato. Viemos para que, no sofrimento da carne "aprendamos"? Ou para que neste sofrimento seja retirada a escória de nossa origem animal de nosso Espírito? Ou ainda, aquela que acumulamos no decorrer das vidas que já vivemos em formas erradas? Para completar o grau da evolução até então alcançado?

Estes são os problemas que temos de equacionar estudando a nossa natureza, pois em função destas respostas deveremos operar para cumprirmos as nossas tarefas específicas e precisas, mas sem que isso nos exima de nos sentirmos parte e participantes do progresso da humanidade e da laboriosidade da Natureza da qual fazemos parte.

Tudo isso é muito mais importante do que fazer coisas tolas ou ficar falando de ociosidade, e muitas vezes é a conversa tola que nos predispõe para a vaidade, nos levando depois a uma avaliação falsa dos vícios e das virtudes.

Pesquisemos o nosso destino e cumpramo-lo na observância das Leis de Deus, da Natureza e dos homens, mas participando em tudo e nas devidas proporções. Para isto devemos dispor de precisos conhecimentos sobre um vasto contexto e, para tanto, nada melhor que uma participação ativa no convívio comunitário. E nada melhor do que uma doutrina séria, "metafisicamente provada e espiritualmente comprovada" para que, inclusive, esta nos sirva como incentivo necessário a nos proporcionar o impulso para que prossigamos na trilha da vida de forma proveitosa e, em função disso, agir bem, fazer o bem, viver bem e ser justos, e para que possamos manter em ordem a nossa mente, com os nossos atos aprimorados com o nosso espírito e, fundamentalmente, saber que estamos fazendo a coisa certa perante Deus e os homens.

Estamos aqui na distinção da independência entre os princípios metafísicos e os da doutrina da pré-existência da alma, da sobrevivência ao físico, da saída da alma do mundo espiritual para encarnar-se. Mas onde este contexto se realiza na relação de uma sociedade que ainda é organizada com leis do contexto espiritual e religioso que são primárias e supersticiosas e que, se observadas integralmente, podem impedir o progresso e o regresso a este mesmo mundo espiritual, após a estada na Terra. Onde inclusive, a menos que se consiga manter ordem e equilíbrio dentro deste mecanismo complicado que é o organismo humano, não efetuaremos progressos, viveremos mal e nem cumpriremos o que temos a cumprir.

Pode-se, é claro, não levar nada disso a sério e brincar, zombar de tudo isso e dedicar-se ao estudo dos conceitos astrofísicos, a pesquisar métodos transcendentais, como a ioga, o hipnotismo, às experiências místicas, às disciplinas mentais, às ciências ocultas, ao mérito, à boa moral, à virtude, etc.. No entanto, espiritualmente, brincaremos com a razão principal da nossa existência, e materialmente seremos assaltados, roubados, violentados, etc., e tudo por simples conseqüência do descaso e do desacato espiritual. Haverá um só responsável, nós unitariamente, sendo que seremos perseguidos no plano material e espiritual, enquanto não cansarmos de viver de um modo tão masoquista.

Entretanto os tempos se adiantaram, nos contextos espirituais já é um fato a "grande reforma", que não é encabeçada unicamente por um intérprete ou uma única definição de uma única palavra, mas nos contextos de um avanço espiritual verdadeiro, baseado no entendimento da "filosofia do espírito e da pedra", védica e Crística, que com o auxílio de uma determinada categoria de médiuns é interpretada e difundida no mundo, nas várias línguas.

Quis Deus, manifestado através de Sua espiritualidade inominável e inconhecível, que a palavra fosse assim novamente interpretada, e com um único fito: a instauração, neste mundo, da Religião Universal, onde, novamente, é a doutrina de Jesus que se revela e chega aos homens no espiritualismo mais puro, difundido pelo mais rápido e autêntico caminho das "Legiões Litáuricas'", e se novamente queimassem os livros, desta vez a reserva da fonte da doutrina será inexaurível, pela razão de não estar na Terra. Esta matéria, falhando os homens em difundi-la, haverá sempre os Espíritos Litáuricos que, com o auxílio dos médiuns da doutrina Crística, hão de difundir pela Nova Era.

Quando as coisas acontecem, para muitas pessoas parece que é casualidade, mas muitos sabem que não é assim e que, pelo menos para eles, tudo é prova e há uma razão para acontecer na lei da causa e do efeito, e que é necessário desenvolver a própria evolução na justa interpretação destes acontecimentos. Este teste é, assim, uma prova evolutiva e orientadora para quem tiver a oportunidade de considerá-lo. Foi realizado para esta finalidade e com precisas disposições e uma grande assistência inspirativa, para que muitos possam considerá-lo e possam ter as suas possibilidades espirituais adiantadas para, espiritualmente, ingressar nestes novos tempos que, cosmicamente, começaram em 5 de maio do ano 2000.

E é assim que estes poderão redescobrir o espírito e a sua contemplação nas Leis cósmicas e universais, no caminho do iniciado, da vida, visando à eternidade, na luz da probidade e da honra e não nos dogmas, nos absurdos, no fanatismo cego, irracional, ou no espiritismo depravado e obscuro das tendas ou dos terreiros.

E nisso, descobrir os verdadeiros valores da vida, na mediação dos espíritos Crísticos, na isenção da hipocrisia, do fanatismo, do orgulho, da falsidade, da mistificação, no caminho da evolução, na serenidade da proteção dos espíritos de Deus, no encontro Litáurico com a filosofia da vida, da gema e da aura, seguindo os caminhos esotéricos da verdade, das pedras, do Atmar, do verdadeiro progresso e da iniciação, no arrojar da chama do entendimento da revelação.

E onde cada pessoa possa perceber a pesada responsabilidade do seu espírito imortal, que não pode desafiar Deus, nem desafiar a Sua justiça com divagações que esqueçam as atribuições dos intelectos e de honra dos homens, aos quais a vida não lhes pode fugir no desperdício da inteligência, ou nos desejos ambiciosos e imorais, e muito menos no grotesco desdém do que lhes deveria recordar a sua fragilidade e dependência ao plano espiritual, neste seu momento presente.

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