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Estudando o Esoterismo

Alguns anos atrás me deparei com a cultura shamânica, da Tradição Shan, na Itália, na cidade mágica de Turim e me interessou. Vivi lá mais de vinte anos, onde também, conhecia os rudimentos da teoria da aura, que bem mais tarde vim a desenvolver nos contextos Litáuricos, numa visão deste contexto que me interessou e tentei depois aprimorar.

Havia lá um terapeuta naturalista que tive a oportunidade de conhecer, que tinha elaborado uma máquina curiosa. Um engenho, onde havia duas placas para pôr as mãos da pessoa, e havia um disco cheio de números que começava a rodar, parando depois onde o terapeuta tomava anotações para elaborar o seu diagnóstico e terapia. Indicava desse modo as causas do problema da consulta, dos que a ele recorriam; indicava quais eram as áreas inflamadas do organismo e as células da pele resfriadas ou superaquecidas, que por esta conseqüência, refletiam o mau funcionamento dos órgãos internos correspondentes.

Nesta sua teoria, eram as células térmicas localizadas nos poros da pele, que eram responsáveis pelo bom funcionamento orgânico. Se a célula estava bem a parte referente interna devia estar bem, e as corrigia quando a máquina as marcava irregulares, aplicando no ponto exato pequenos retalhos de tecido coloridos, com cores quentes ou frias, onde, por conseqüência, a parte orgânica voltava a funcionar normalmente. Através das fitinhas coloridas, verdes, vermelhas, amarelas, marrons, etc., fazia os tratamentos mandando simplesmente que a pessoa aplicasse nos pontos indicados as fitas, amarradas aos pulsos, tornozelos, costurados nas malhas, etc. , e tinha sucesso com muitos problemas reumáticos, ou de circulação, pressão, colunas, digestivos, etc. Era uma estranha teoria mas funcionava tão bem que havia fila de gente procurando-o e os médicos começaram a reclamar, cadê a aprovação da Ciência? Diziam-se escandalizados, pois nem cobrava as consultas! As pessoas deixavam o que podiam, como gorjeta, pelas fitinhas e consulta.

Isto aconteceu comigo mais de trinta anos atrás. Fui lá por problemas de coluna que comecei a sofrer por volta dos 28 anos, e esta terapia me ajudou por certo tempo. Lembro que quando sofria o problema nas estações do ano de primavera e outono, mandava costurar pequenos lenços coloridos nas malhas, como ele tinha-me indicado aderentes à pele, e funcionava, aliviando a dor que num certo tempo passava. Não era auto-sugestão, fazia sentido e a teoria, como soube mais tarde, era bem parecida com aquela da acupuntura oriental que se refere aos pontos yin e yang da aura por onde circulariam as energias vitais, e fui me tratar também nesta terapia oriental quando mais tarde vim para o Brasil. Mas a solução mesmo só vim a encontrar quando estava com 53 anos e foi com uma gema. Uma pequena pedra, uma gema no bolso, foi a cura definitiva, e logo quando um médico daqui me disse que devia pensar em termos de submeter-me a uma cirurgia.

Foi uma das minhas primeiras experiências da Litoterapia e logo deu certo. Depois, quando com o tempo aumentei mais de 40 quilos no meu peso, continuou dando certo. Uma pequena pedra, que há mais de treze anos que levo comigo no meu bolso, fez o milagre, e quantas outras provas vi acontecer a minha volta, apesar de, também, não ter aprovação científica. A pedra gema é o símbolo espiritual da Litáurica, que porém também ajuda nestes problemas, nos contextos metafísicos da aura. E os espíritos me falaram, que se os cientistas da Terra fossem pesquisar essa pequena faísca de luz que sai da minha mão, de que uma gema se torna portadora, iriam fazer justiça à palavra loucura dos manicômios. Nesse caso, eu penso porém, que talvez seriam encontradas novas formas de cura.

Entretanto a aprovação científica é a nossa tradição cartesiana, que, porém, nos bloqueia a pesquisa no tradicional e ao limitado consentido, e nestas métricas, somos acostumados a fatores de avaliação espiritual padronizados sobre um passado bíblico, de poucos milhares de anos, onde porém, a filosofia da preexistência, como a Shan, já nos abre espaços conceptivos bem mais lógicos e coerentes ao nosso anseio intelectual. Pois, na mesma lógica, segue a Litáurica, como a conseqüência do desejo evolutivo espiritual, e do conhecimento que nos leva a novas visões. Depois de comprovar de forma clara e irrefutável a existência do espírito, vejamos o porquê da continuação nas reencarnações seguindo até a sua graduação, que vai além do pré-condicionado científico. Porém tem uma lógica que a Litáurica prova na Ciência da aura e da pedra, até como um novo alicerce espiritual metafísico, que também não nasce da fantasia, mas nos leva aos antigos conhecimentos ancestrais em que podemos dizer, que tudo isso nos eleva, ao par dos verdadeiros Mestres que nos prepararam há muito tempo.

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