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A gema na dimensão do oculto

É difícil fazer uma indagação sobre o uso da gema no contexto espiritual, da cura e do oculto, sem a colaboração do mundo espiritual, em se mantendo estritamente nos parâmetros científicos, pois a Ciência ainda não apóia, com as suas descobertas, muitos destes aspectos que ainda lhe são desconhecidos, mas que ligam o homem ao que o circunda.

Matérias como o ocultismo, a magia, o espiritismo, os próprios tratamentos áuricos litáuricos, nos seus contextos, nos dão uma idéia da vastidão das áreas ainda a serem esclarecidas, e certamente seria bem pouco científico simplesmente esquecer que tais contextos existem e, todos eles, com uma grande porcentagem de fenômenos que ainda não foram cientificamente quantificados.

Esta é a razão que nos impede hoje de dar respostas precisas e científicas aos fatos, mas a terapia da gema ponteia a história do homem na sua atuação, desde a idade da pedra, e não pode ser negada . Foi praticada pelos antigos egípcios, pelos incas, gregos e romanos, e hoje é praticada no mundo por milhões de orientais e ocidentais.

Mas é só a terapia que preenche a necessidade de acreditar em alguma coisa que tenha o poder de socorrer o homem nos momentos de dificuldade, como o amuleto, a pedra da sorte ou talismã, ou é uma coisa mais profunda? Talvez, antigamente, podia-se pensar num contexto de superstição, mas não hoje. Pode-se dizer que este campo ainda não é bem conhecido, porém não se pode negar a influência que o mineral pode ter sobre o homem, nos contextos áuricos.

Já na Índia, os hindus, quando estavam com problemas físicos ou mentais, iam ao encontro das pedras, e estas proporcionavam grandes benefícios no campo da saúde. (Já é védico)

Dizem os espíritos evoluídos, hoje, que a pedra é o foco dos objetivos dos seres humanos que atravessam sérios problemas no mundo, sendo que o importante é a cura ou a solução do problema existente. Dessa forma a pedra gema é o Símbolo Espiritual Litáurico, o novo alicerce do espiritualismo. O conceito nasce das condições, pois se continua a teimar em não se reconhecer aquilo que Sócrates, há 2500 anos, tinha percebido e a propósito dizia: "Se os médicos são mal-sucedidos tratando da maioria das moléstias dos homens, é que querem tratar do corpo sem tratar do espírito, e não se achando o todo em bom estado, impossível é que só uma parte passe bem". Já sabia que não se pode isolar o físico do metafísico e do espírito, pois é só o primeiro que pode ser excluído do contexto.

Na atualidade, entretanto, a medicina dispõe de excelentes médicos e hospitais bem aparelhados. Para a matéria há remédios, terapias, cirurgias, mas, e para o espírito? Acha-se que é suficiente ignorá-lo, mas este reage e o resultado é que muitos não encontram a cura na medicina tradicional muitos padecem sem esperanças, e muitos ficam reclusos nos hospitais psiquiátricos, sanatórios e asilos, etc. Mas, por que isso?

Por questões atávicas de superstição, que os homens ainda não encontraram a coragem de esclarecer e enfrentar, pois o contexto tem um nome: chama-se evolução. Este contexto está justamente nas matérias ainda não esclarecidas e sobre as influências das pedras, cristais e minerais e logicamente o espiritual, mas especificamente ligado à pedra gema e aos preceitos da Litáurica.

Tudo se liga ao fato de que o homem vive solto, sem preocupar-se com as conseqüências dos seus atos, que no seu futuro agem espiritualmente em muitos dos seus estados de consciência, e por esta razão percebe a realidade em formas diferentes, como a passagem entre o sono e a vigília, sendo que a dimensão do sono ainda lhe é misteriosa e sobre a qual só faz suposições. E sobre estes estados de consciência, diariamente se assiste a cenas de violências que perseguem os mais fracos, mulheres e crianças, e variam em suas multiplicidade nos acidentes, que a ciência ainda considera casuais.

Considera estes fatos, até como provocados por fortes emoções que podem alterar a sua percepção da realidade a ponto de condicionar as avaliações racionais dos acontecimentos que se verificam neste processo.

Porém, se é justo considerar o fator emocional, é entretanto justo considerar que este altera as condições de estabilidade, introduzindo o "fator imponderado" que toma conta da situação, impondo a sua vontade, que não é sempre a mesma daquele que realiza a ação física.

Neste contexto, existem ainda estágios de consciência bem mais refinados e nos quais uma particular lucidez preceptiva permite enfrentar as dimensões que levam ao crime, à evasão do cotidiano e a situações que levam pessoas consideradas até aquele momento como normais, a situações emocionalmente instáveis e perigosas.

Estes estágios de consciência nem sempre afloram espontaneamente, conduzindo a consciência a uma particular dimensão mágica, da qual muitas vezes não se sabe dar uma peculiar explicação, mas que permite perceber uma distorção da realidade, de horizontes maiores e sem limites precisos, onde em muitos casos, nesses momentos, surgem vocações artísticas, pois o mundo da arte, da literatura e da música, é cheio destes testemunhos.

Mas nem sempre estes "desconfinamentos" implicam o lado artístico ou criminoso, porém aquele mediúnico, pois todo este contexto é ligado estritamente ao mundo espiritual e das atuações, onde há milênios se pesquisa a busca da comunicação com o além, pois o homem usa muitos meios para facilitar estas relações, mas o interessante é que isso é recíproco, e por esta razão este "salto dimensional" pode acontecer quando menos ele o espera.

Além dos rituais mágicos e das evocações, das técnicas de meditação, muitas são as condições e as situações que oferecem o "transe" que permite ter acesso a manifestações de outras dimensões. A dança e a música representam meios antigos, e até as artes marciais, exercitadas em determinados níveis, quase sempre se associam a determinadas condições espirituais.

Em muitos casos, a obtenção de estados perceptivos necessita somente de condições ambientais e um elemento que faça de ponte, como determinadas litanias, batucadas ou ritmos que se associem ao contexto astral. Muitas vezes as facilidades a este tipo de condições são casuais, de simples dependência emotiva, ou no uso de determinados elementos na alimentação, como o café, o álcool ou o fumo, e vários tipos de drogas conhecidas como alucinógenos, como o ópio, por exemplo, conhecido como meio específico para provocar estas "evasões" da realidade conhecida e quantificável.

Entretanto, quando a situação é desejada e é conduzida, são realizadas determinadas condições de acompanhamento espiritual, de forma que a "entidade espiritual" vem e volta depois pela sua dimensão, mas, como já vimos, inúmeras são as condições em que pode vir sem nenhum específico acompanhamento ou leis que depois a obriguem a ir embora.

Daí é que começa a atuação espiritual que nasce das situações sempre emotivas, às vezes casuais ou mediúnicas, mas que sempre alterará a percepção da realidade e do momento, quando então podem decorrer fatos.

Existem forças contempladas e conhecidas da física, como os efeitos do calor, da luz, do som, da eletricidade, do magnetismo, etc., que são perigosas, mas que o homem controla, e outras que fogem ao seu conhecimento no plano metafísico, pelas conhecidas limitações sensoriais, ainda assim influenciadas, pois os conhecimentos científicos do mundo não passam além do que lhes é permitido, dado o condicionamento do sistema capitalista diretamente influenciado pelo poder eclesiástico constituído, porém é todo um mundo que se relaciona com estes fenômenos, ignorados, mas que fazem parte do natural, e acautelar-se no conhecimento é apenas bom senso.

Este é inclusive o contexto das pedras, e a Litáurica age aí, onde se intriga também, com o primitivismo e a evolução espiritual de cada um, em que também, é necessário criar o conhecimento real e verdadeiro, pois o fanatismo não dá proteção neste tipo de atuações.

Todos os fenômenos de atuação espiritual, incluindo a telepatia, a psicometria, as situações mediúnicas e seus fenômenos, se acham no grupo das influências das gemas Símbolo, bem como a proteção dos fenômenos metafísicos que muitas vezes vão se refletir no físico, que existem, apesar de não serem tão bem conhecidos como os físicos. Os fenômenos metafísicos são inúmeros e resistem a todo tipo de tratamento conhecido, e se refletem também nas vidas do homem, implicando-o na sua estabilidade em geral.

Estes problemas nascem onde o mundo é imaterial, mas que existe, e tem as suas origens nas vibrações físicas das partículas atômicas e antiatômicas conhecidas e desconhecidas da ciência: deste mundo espiritual que o homem, em estado de vigília, não percebe, mas que pode perceber ao primeiro cochilo.

As pessoas, em poucas palavras, sofrem estes tipos de agressões espirituais, principalmente porque não sabem se defender, e esta é a característica da terapêutica das pedras, uma das curas esotéricas e naturais que no passado antigo, eram sustentadas pela Ciência oficial, e que hoje se está tentando descobrir, apesar disto chocar-se com a velha guarda supersticiosa.

Cada pedra tem propriedades específicas, podendo ser usada separadamente ou em conjunto e combinada com outras do mesmo tipo ou diferentes. Por princípio, pelo uso mágico das pedras, é necessário um profundo conhecimento do significado simbólico da gema, pois no contexto espiritual a gema representa o conhecimento, a elevação ou aspiração a esta, sem o que a coisa toda sai de determinados contextos para entrar em outros, e por isto é indispensável considerar que as propriedades das pedras são múltiplas e cada uma de interpretação diferente.

Nos contextos de 22 tipos, cada pedra tem uma figura e uma composição, e este conjunto é depositário de um ensino esotérico que se refere a uma simbologia mágica e arcaica, que se refere a um plano de existência global espiritual. Além disto, contém propriedades mágicas que se aplicam a diferentes situações: das problemáticas psicológicas às sociais; dos problemas sociais ao cotidiano. Por isto, de cada pedra pode-se trazer uma inspiração para guiar e gerenciar a própria vida.

Além disto, cada pedra possui preciosas qualidades terapêuticas que, usadas na forma certa, podem surpreender nos resultados, mesmo que para isso seja necessária a observância de algumas práticas. Acima de tudo, a posição: para desfrutar de todo o seu efeito, é necessário que a pedra fique escondida, levada em específico saquinho de tecido fino e não-sintético, ou pele muito fina, pendurado de modo que fique em contato com a pele, na altura do coração .

Apesar do cristal e da pedra bruta terem basicamente as mesmas características esotéricas, não têm a mesma capacidade de radiação e captação de energias da gema, porque esta é facetada e polida e desenvolve uma capacidade de ação em 360 graus, por este motivo, a pedra bruta não seria prática, pois para desenvolver carga idêntica à que desenvolve uma gema de, digamos, 1 quilate, deveria ter pelo menos l/2 kg, e como seria levada?

Entretanto, blocos e peças de cristais brutos esparsos pela casa possuem grande utilidade para higienização esotérica, quando são lavados em água corrente pelo menos uma vez por semana. Mas é entre as gemas, nas suas variedades e cores, que existem as ações da proteção esotérica e terapêutica para as muitas moléstias, e apesar de serem definidas como preciosas ou semipreciosas, as gemas de maior poder terapêutico são baratas e a sua energia é inesgotável.

O que encarece uma gema é a montagem, o metal usado e a "grife", e a gema para ser terapêutica não pode ser montada porque o metal interfere com o magnetismo, alterando-lhe o rendimento, e é por isto que esta é levada num saquinho. Mas, cabe aqui fazer algumas observações: é hábito bastante difundido considerar a gema como uma jóia de efeito decorativo, mas é bastante oportuno evidenciar que estes pequenos pedaços de planeta se carregam das influências negativas das pessoas, e precisam ser lavados toda vez que são expostas ao olhar alheio, em água corrente. E uma outra razão para portá-los no saquinho é possivelmente para que ninguém as veja ou as toque, além do portador.

As gemas de maior valor, como diamantes, rubis, esmeraldas do tipo cristal puro, tipo Colômbia, não têm qualidades terapêuticas acentuadas. O diamante, por exemplo, é absolutamente o contrário. Mas o que "salva" as pessoas que usam estes elementos esotéricos, usando-o como simples decoração, é o fato de que as gemas, já quando são cortadas, lapidadas e polidas, sofrem a influência do entalhador que as personaliza, perdendo assim todo e qualquer poder terapêutico, pelo menos até este ser reativado.

Quando a pedra é trabalhada, ao mesmo tempo que adquire o polimento, aumentam as suas capacidades de captação e sensibilidade, a tal ponto que, a uma distância de 10 cm da ponta dos dedos da pessoa que a trabalha, já se sintoniza na sua freqüência, e se não for tratada para cancelar esta sintonização, esta será acionável somente por esta pessoa que a sintonizou.

Isto se refere especialmente às energias benéficas e terapêuticas das gemas, pois as maléficas fazem parte de outros contextos, e são consideradas "maléficas" somente porque são perniciosas, mas na realidade têm outras fontes e se classificam em outros contextos, mas quando a gema ainda não tiver sido testemunha de fortes sensações emotivas, pode ser considerada nova e recuperável. Entretanto, a famosa gema do avô, terapeuticamente falando, é melhor que seja deixada de lado, pois estas jóias normalmente são um meio para realizar perigosas ligações.

Mas, continuando com as gemas, quando se tem certeza de que uma gema ainda não presenciou fortes emoções, deve ser desmontada caso esteja montada, e usando luvas de plástico, dever-se-á lavá-la muito bem, para depois deixá-la num copo cheio de água levemente salgada e corrente, pelo menos por 48 horas. Depois desse tempo se apanha com um talher, segurando o mesmo sempre com a mão enluvada; a gema deverá ser colocada sobre um pano para receber o sereno de uma noite e pelo menos duas horas do primeiro sol da madrugada.

A este ponto, deverá ser colocada num saquinho de plástico previamente aprontado, no meio de dois cartões do tipo saquinho de crachá, e sempre com o cuidado de não tocá-la com as mãos, levá-la no bolso, na carteira ou na bolsa, por uns dias. Já no primeiro momento em que a gema estiver no campo etérico da pessoa, nada impede que já possa ser solicitada pois é a partir daí que começará esta relação que irá além da vida material.

Para quem queira começar a experimentar a mágica destas pedras, pode ser interessante um simples teste: escolha uma gema Litáurica, na base da preferência daquele momento, comece a levá-la e deixe passar umas duas semanas. No decorrer deste período, peça mentalmente as proteções usuais, e se mantenha disponível para as eventuais inspirações e sugestões, ou ensinamentos, que possam surgir na sua cabeça. Ver para crer.

Se desta gema se pretende ajuda para saúde, é exatamente a mesma coisa, e não se pense que o seu poder de atuação seja pequeno, pois o resultado é proporcional à intensidade da demanda, e não é milagre, não. Se fosse enumerado aquilo que já se viu como resultado da terapia da gema, deveriam ser classificados muitos casos na categoria dos milagres, e pelo condicionamento supersticioso que existe, se for considerada a indicação na relação gema-terapia-doença, é preponderante a relação espiritual, onde se justifica este contexto de avaliação.

Este se liga à Providência Universal dos instintos, pois nesta podemos ver que os animais também são guiados pela solução dos seus problemas de saúde e sobrevivência, onde vemos que "estes", às vezes, os direcionam a alimentar-se de determinadas ervas que, para eles e naquele momento, têm poderes terapêuticos. Dizem que estes instintos e determinadas premonições que os animais sentem também estavam presentes no homem que perdeu a sua sensibilidade junto com a sua animalidade, mas não é verdade, pois, simplesmente, é a raça animal que se evolui no homem, evoluem também os contextos energéticos num contexto ascendente que vai da terra, que gerou o homem, até o céu, como meta final.

Este contexto é da Providência, no homem, que se quantifica como fé. É o que muitos não sentem ainda porque ainda não evoluíram o bastante, mas toda a humanidade faz parte de um contexto orgânico que se insere na Natureza do planeta e do universo, onde se sabe que há tudo o que lhe serve, e esta totalidade é o TODO de Deus, e quando, com este sentimento no coração uma pessoa procura uma gema para a sua cura ou proteção, uma destas lhe parecerá mais bonita que as outras, pela cor, talho, brilho, etc. Esta é a gema certa.

Onde o problema teve início, e como este pode ser curado, não importa, o que importa é que esta é a gema e, inclusive, nestes contextos, querendo ajudar uma pessoa que necessite, os conceitos de escolha desta ajuda serão perfeitamente iguais para esta pessoa, e quando os seus sentimentos forem exclusivamente humanitários, será dirigida na escolha pelas necessidades da outra pessoa.

A gema terapêutica não serve somente para solucionar problemas de moléstias, mas serve para uma proteção bem mais ampla, pois, tecnicamente, quando é manuseada, estabelece-se uma ponte energética entre a Natureza e os Meridianos que partem das pontas de cada dedo e de cada palma da mão, pois os Meridianos seguem daí para todos os pontos vitais do corpo astral e, através do sistema áurico, etérico, atingem todos os pontos do organismo humano.

Quando são assim energizados, os Meridianos purificam o corpo e o astral, e provocam um verdadeiro choque em qualquer energia espiritual que esteja ali encostada, limpando também a superfície do etérico, e as negatividades eventualmente recolhidas no decorrer do dia. Esta higienização espiritual é extremamente salutar, pois daí se harmonizam os chacras e, por conseqüência, os relacionamentos humanos, e se evitam as formas de má disposição, as antipatias e adversões das pessoas com quem se convive e se trabalha.

A instabilidade emotiva começa sempre neste corpo astral do homem, cuja existência é ainda meio contestada pela Ciência, mas que, quando atacado, provoca os maiores desastres, pois a maioria das doenças físicas se origina aí e, de forma especial, todas aquelas que não têm cura definitiva nos contextos tradicionais.

Quando o problema não é geriátrico ou conseqüente de poluição, ou quando não é cármico, sempre que uma pessoa fica doente e é condicionada a tomar remédios para controlar a sua dor, sem visar nisto uma cura definitiva, a possibilidade que as origens e a solução estejam no metafísico é muito grande, e neste caso só funcionam os contextos esotéricos destes cristais.

Normalmente, um cristal reflete a imagem do que o contorna numa forma refractiva, e uma gema é subordinada ao mesmo contexto, porém, quando é preparada, neutralizando as impressões precedentes, quando é usada, inicia um processo de gravação magnética que deverá ser gradual e bem feito, pois cada pessoa tem as suas próprias impressões físicas e metafísicas em forma latente. Como a física se identifica na figura, a metafísica também tem a sua figura que, no entanto, é magnética, e que se imprime na gema ao ser acionada, como a impressão de uma "chave" que deixa passar somente as ondas eletromagnéticas emitidas por essa pessoa.

Quando uma pessoa pensa, emite ondas eletromagnéticas de micro-intensidade ao seu redor, através de uma glândula frontal. Estas, primeiramente, veiculam-se no campo etérico, que é uma espécie de campo magnético das pessoas, onde se veiculam as energias etéricas. Estas ondas podem ser fortes ou fracas, dependendo da intensidade de emissão e representam a única forma de se comunicar com o mundo espiritual, pois este não tem cordas vocais e por isto não emite sons, mas tem neurônios onde são registradas todas as experiências humanas que se definem em um contexto como inteligência.

Uma gema pode ser até um simples cristal sintético ou uma combinação com um mineral, e por mineral se entende um objeto sólido "natural", inorgânico, dotado de constantes e bem definidas características químicas e físicas, e cada mineral, usado como gema, é caracterizado por uma estrutura cristalina definida de uma composição que varia em limites bem precisos, porém o cristal é um elemento que tem particularidades específicas, e por causa destas, é usado no campo da radiofonética para limpar os sinais das ondas, simplesmente, é isto o que faz: limpa os sinais mentomagnéticas quando está no campo etérico, facilitando este tipo de intercomunicação no contexto conhecido como radiônico.

Mas, como gema é mineral, as ondas íntimas desta fé passam não só no cristal como também no mineral, e deste recebem um efeito cromático, pois se carregam das influências do mineral que podem ser inúmeras, das pequenas radioatividades às crômicas, tornando-se, desta forma, terapêuticas.

Esta energia etérica, passando na gema, se transforma em BIOENERGIA, que é o fluxo áurico, muito complexo na sua estrutura e composição, mas que entra e sai do corpo físico e continuará através dos poros cutâneos, que são as células que interligam todas as partes internas orgânicas.

Uma observação importante a fazer é lembrar que a gema terapêutica é espiritual, mas como todas as gemas e cristais, não é somente sensível para receber e fragmentar as energias negativas e perniciosas do sistema etérico, mas é catalisadora de energias fluídicas espirituais e das energias dos curadores e, já que estamos neste campo abstrato, podemos citar a definição de um espírito que disse a este respeito: "se os cientistas da Terra conseguissem descobrir e pesquisar a partícula de energia que se encontra no centro de cada gema terapêutica, Litáurica, fariam justiça à verdadeira loucura enchendo os manicômios da Terra".

Outras formas de reforço de "carga" são a exposição periódica aos raios do sol matutino, a "fluidificação" que se verifica também na água comum , que se torna "fluida" e curativa quando exposta ao sereno da noite e/ou sobre a mesa do Evangelho do Lar.

Mas da mesma forma que o próprio Evangelho do Lar, por excesso de zelo ou fanatismo, pode-se tornar uma evocação mágica, as gemas incididas com uma simbologia também podem tornar-se elementos da magia.

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