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Introdução

Como reconhecer hoje, um verdadeiro "Enviado de Deus"? É a pergunta que me fiz quando recebi a "Revelação", que através de um médium me dizia que era eu, pois a mediunidade nem sempre é fiel, porque pode falar também por vontade própria e, antes que os outros fossem me manifestar as suas dúvidas, e dizer-me que - todos somos, porque todos temos uma missão na terra, eu devia esclarecer isso, mas como? Devia pensar, cuidar melhor das minhas "lembranças íntimas" e do que me parecia lembrar do subconsciente e fazer um bom resumo, ouvir mais essas sensações e fiscalizando-me mais, tentar intuir e compreender com maior atenção também, aquilo que acontecia ao meu redor, pois não tinha nenhuma sensação manifestada do extra-sensorial, nunca tive, e achava que para mim era bom, mas era mesmo? Mas podia observar os sinais evidentes naquilo que fazia e sucessivamente no que viria a me acontecer, considerando nas minhas pesquisas essas realizações, avaliar os fatos no positivo ou negativo, e com uso do meu bom senso podia ir para frente ou parar, e comecei assim no vamos ver. E depois do Ponteiro..., o primeiro livro que escrevi, fiz o segundo que foi editado e depois os outros, o Evangelho, o Caminho, das Legiões Litáuricas e agora venho aqui ampliar mais este meu trabalho, juntando novos achados e ulteriores experiências com " O Ponteiro..... III"

Pois para mim, falando de religião, deve-se sempre considerar tudo muito bem e ser racional, deve-se acreditar naquilo que possivelmente se prova, onde se entende e se aperceba claramente os conceitos, pois a minha tradição era a católica e esta me impedia de enxergar além: - só encontrando estas provas.... Mas onde procurar, e como deviam ser estas provas? Pois pensava que basicamente um "novo enviado", que nesse tempo fosse manifestar-se aos homens, deveria fazer milagres como os de Jesus, ou ao menos ser preanunciado por profecias, que pudessem ser conferidas em livros. Deveriam acompanhá-lo os fenômenos do céu ou andar novamente sobre as águas, pois hoje a humanidade tem livros e suficiente cultura para entendê-los, mas ainda não entende isso diferentemente. Mas, os videntes qualificados do passado, deveriam também tê-lo anunciado. Enfim, o seu trabalho também deveria ainda qualificá-lo de alguma forma. Eu via em mim mesmo, não um carisma, mas um caráter e um crescimento de uma certa força espiritual. Deveria aprimorar aquilo tudo, e naquela forma? Surgiria daí a condição de as pessoas avaliarem a minha qualificação? Pois esta deveria ser inequívoca, porém, poderia ir à rua para sarar doentes? E não seria assim, considerado um charlatão?

Estava preocupado, porque a legislação me impediria de curar pessoas, mas eu saberia fazer? Pois só um médico pode fazer as curas e subordinado ao Conselho de Medicina e este impede a qualquer pessoa, que não seja um médico qualificado, de praticar curas pela própria segurança do cidadão. Sabia disso, e na Itália, fui até alertado de que não poderia nem usar a palavra "cura", e soube aqui, através do espirítismo que vinha a praticar, que podia "curar" doenças com os cristais, pois uma pedra lapidada que passava na minha mão levava nela as minha qualidades terapêuticas, e as pessoas que as usavam podiam se beneficiar. Se havia livros que me anunciariam de alguma forma, ainda não conhecia, mas sabia de pessoas que talvez poderiam ajudar-me no Brasil.

Procurei então as opiniões de alguns desses dirigentes espíritas locais, que conhecia e agiam como conselheiros influenciando um pouco as pessoas, pois se diziam estudiosos dessas matérias espirituais, faziam palestras e dirigiam trabalhos de centros e até um desses me apresentou para começar a fazer parte do trabalho do hospital, como sendo representante dessas Organizações. Mas fiquei desiludido, pois disseram-me – "deixa de lado", e fui tratado quase como um maluco. Enfim, caía em mim, pois ninguém me aceitaria assim. Com o tempo e sendo este trabalho determinado pela Vontade Maior, coisas iriam acontecer, pois não havia como não ser assim, e eu iria ver essa realização até de outra dimensão, era lógico, pois Jesus ensinava e eu só devia crescer compreendendo isso. Devia porém deixar uma doutrina, daí devia pesquisar em livros, descobrir vários porques, escrever e deixar testemunhos do meu trabalho, depois o tempo iria resolver. Achei que nisso não iria fazer nada de mal e nem se pretendia que o fizesse, então por que não limitar-me a fazer o que podia, indo em frente e continuar para ajudar o melhor que podia, inclusive naquilo que já estava ao meu alcance? Já operava no espiritismo, e assim descobria que há muitas doenças cuja origem o médico não descobre, pois a Ciência não aceita, mas existem muitos problemas que nascem na parte espiritual das pessoas. Esta era a área em que sentia que podia ajudar, em que ainda me surgiam estas qualificações, que poderiam ser consideradas diferentes. Não vamos esquecer que naquele ponto, já operava num hospital psiquiátrico havia uns cinco anos como voluntário, e já fazia as fotografias das auras. Já tinha ido até na Itália para fazer pesquisas na área e tinha já realizado uma variada e rara experiência nisso. Mas lá dentro do hospital, ainda não a aceitariam, ao contrário a recusavam, pois lá me consideravam como quem quisesse ocupar o cargo ou lugar de um dirigente que fazia parte do grupo, mas que trabalhando lá, como assalariado, tinha medo de perder o emprego, simplesmente não ressaltava os resultados do meu grupo e do meu trabalho; sempre impediu que fosse apercebido e desenvolvido.

Eu considerava ainda, que quando Jesus foi chamado para cumprir a sua missão, também não foi aceito porque era um simples filho de carpinteiro de 23 anos, iletrado, pois tinha a cultura que um moço assim podia ter, dois mil anos atrás, e ainda, morando num vilarejo chamado Nazareth, da antiga Galiléia. Talvez ainda hoje não haja escolas por lá. Mas foi chamado também, através do espiritismo, por onde recebeu treino e orientações ao poucos, até viajar depois para a Índia e estudar lá as suas religiões. Fazendo lá as suas comparações, aprimorou as suas idéias, para começar depois de posto um ponto básico nos seus conhecimentos, as suas pregações, na sua terra. E qual foi o resultado, que os doutores da lei o aceitaram?

Quando Leon Hipolite Denizard de Revail foi chamado, foi também através dos médiuns. Mas foi diferente, era um pedagogo que um certo dia veio assim a ser convocado, para fazer uma codificação, que se baseava no estudo do trabalho de vários médiuns, que operavam no espiritismo, e como professor, é que devia escrever as suas conclusões, baseadas sobre as experiências que este grupo fazia e lhe relatava. O seu trabalho foi identificado depois como Kardecismo, pois nasceu de um trabalho de grupo, apesar de que ele foi ainda realizar várias comparações com as Antigas Escrituras, e nisso, veio a considerar até a doutrina de Sócrates, trazendo-a para este espiritismo. Mas no final, lhe disseram que só tinha começado um trabalho, e que um outro deveria vir para concluí-lo com a prova científica, assim deixou escrito nas suas Obras Póstumas, concluindo-o.

Quando eu, Luigi, fui chamado a operar na senda espiritual em 1986, também fui chamado através de um médium que me procurou na minha casa, pois eu não era adepto do espiritismo e não conhecia quase que nada disso. Vim porém, a ser iniciado através do estudo do Kardecismo, pois comprei uns livros e até através de vários médiuns, em diferentes sessões mediúnicas, vim aos poucos conhecer e apreender sobre aquilo que se pretendia fosse realizar. De início devia voltar para a Itália, onde devia "corrigir o abuso que o homem tinha lá cometido sobre a religião, e fazer com que esta correção se difundisse depois, pelo mundo afora". Evidentemente devia ser feito um trabalho de pesquisa, pois primeiro devia desvendar aquilo que esse homem teria feito lá, porém, há muito tempo atrás, uma missão quase impossível, pois quem era ele, e o que foi que fez, que veio a ser considerado um "abuso"? Considerava que, vindo esta disposição da Vontade Maior, não tinha nenhuma dúvida de que iria realizá-la, e a realizei. Estou ampliando-a ainda, pois as coisas foram acontecendo, os livros aparecendo, as provas vindo à tona, e não achei difícil, foi mais ou menos igual ao do codificador, somente diferente porque eu não fazia parte do meio espírita. Entretanto vim a conhecer depois, que voltei a reencarnar na referência de uma passagem famosa da Bíblia "Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo ali! não acrediteis; pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos....., e para isso, trabalhei sozinho e nisso, via que tinha muita lembrança, havia coisas dentro delas, como se sempre tivesse sabido e sentia a proteção espiritual, e tendo assim, maior autonomia e maiores possibilidades só tinha que trabalhar, sempre ir em frente e desta forma nasceu em seguida a Litáurica. Em torno de acontecimentos que somente tinham que ser estudados e que foram acontecendo fui crescendo, até hoje, 15 anos depois, quando ainda fico simplesmente observando sempre os novos acontecimentos à minha volta. Talvez possamos chamar isso de fé? Mas nisso vi a Litáurica tornar-se Religião e depois, "Á Religião Única, e depois ainda, Universal". Certo dia via ainda, que nas minha mãos, estava sendo posta uma forma de me comunicar com o mundo, e através de uma rádio informal que ia ser veiculada junto a uma página escrita em três línguas, no sistema Internet, me dei conta que agora a verdade do "adorai a Deus em espírito e verdade e a lei do Amor", podia ser recolocada ao mundo, assim como nasceu, em original, e para que finalmente as pessoas possam considerá-la como sempre deveriam ter feito, para que disso fosse nascer o progresso espiritual, que hoje já deveria ser muito grande, mas que infelizmente ainda não é.

Evidentemente a fotografia da aura foi um marco importante, mas quem foi que pôs esta máquina no meu caminho? A espiritualidade novamente. E no estudo do trabalho que desta máquina nasceu, pude avaliar a situação das pessoas e onde erravam espiritualmente, e onde estavam erradas as suas crenças, e porque, por certo, e como, e ainda, aquilo que do passado já estava certo, e aquilo que a partir do certo, veio a ser alterado pelos homens ávidos e viciosos, e foi e foi....

Dois anos depois da Revelação, fui chamado para uma grande experiência, ajudar um hospital psiquiátrico desta cidade, onde havia 88 pessoas internadas, com tempos de internação que variavam de 6 a 18 anos. Oitenta e oito pessoas internadas, sendo consideradas doentes da mente, crônicas, com as quais os médicos já tinham esgotado todos os seus recursos. Chamaram-me para ajudá-los porque estavam entalados, mas tive lá os problemas do tipo previsto e que já esperava, pois o médico residente veio ameaçar de denunciar o hospital por práticas de bruxaria, pois eu trabalhava de graça e curei a maior parte dos seus doentes em poucos meses. Detectava o problema rapidamente com a fotografia da aura e com a simples imposição das mãos, individualmente e sem uso de nenhum remédio, conseguia recuperar a mente da maioria deles, pois lá vinha aprimorar a minha teoria, em que ativava simplesmente a sua mediunidade, por onde encaminhava em seguida os seus obsessores, com ajuda dos meus guias litáuricos, pelas dimensões espirituais litáuricas, onde podiam ser esclarecidos e ajudados. Foram nove meses de trabalho voluntário, meu e de um pequeno grupo de pessoas voluntárias, e fiz experiências que permitiram aprimorar-me nos tratamentos que projetava no outro hospital também, e ainda no trabalho que fazia na Mesa da Litáurica. Foi bom para mim mesmo e apesar das dificuldades que me criaram fiquei muito contente da condição que permitiu ajudar tanta gente, e apesar das dificuldades iria continuar, mas houve um outro problema que não pude resolver, pois vários dos internados recuperados, não tinham mais lugar lá fora, pois a sociedade não admite que estas pessoas possam ser recuperadas. E do outro hospital, também tive que me afastar depois de 9 anos de trabalho voluntário, porque surgiram problemas similares, e lá ainda não tinham interesses iguais aos meus, não aceitam a fotografia da aura e a própria Litáurica porque se dizem espíritas, mas ainda se comportam como os soldados que matavam, perseguiam e queimavam gente, para defender a cruz....

Hoje consigo fazer estes tratamentos somente lá em Interlagos, na sede da Mesa Litáurica. Já montei a doutrina e não preciso de provar mais nada, mas lá já ajudei gratuitamente, milhares de pessoas a recuperar-se de todos os tipos desses problemas, tanto psíquicos como físicos, derivados dos problemas da aura; é onde recebo até ao presente momento, centenas de pessoas todos os meses. E qual seria esta bruxaria que continuo praticando lá? Um Pai Nosso. Impondo as minhas mãos individualmente faço esta humilde oração. Pois antes detecto o problema com a fotografia da aura, depois convido a pessoa que precisa, para fazer o seu tratamento lá, porque um simples Pai Nosso, rezado por mim, num outro lugar ou num hospital, é considerado uma bruxaria e só lá posso atender. Assim aprontei o local que se tornou adequado para essa prática. Pois ajudar um doente internado, gratuitamente não se pode, pode-se, porém, no tradicional, mesmo que não faça efeito e não quebre esquemas, logo neste país cheio de centros que se dizem espíritas e Kardecistas, ou espiritualistas, mas que demonstram, agindo assim, que ainda são muito mais permeados de um atraso conhecido como católico, de que não, mais avançado, como teria sido a idéia do codificador.

Porém foi anunciado por videntes, e até por fundadores de Ordens conhecidos com literaturas publicadas há tempo, escrevendo que o "novo enviado" teria se qualificado tratando da possessão espiritual - "que teria curado mediante a mais humilde das orações". E daí, como fica? Que bruxaria seria esta? Eu acho que este mundo não está tão avançado como muitos pensam, pois há muitos espiritualmente perdidos, mas muitos já são perdidos em vida, pois existem ainda profecias a propósito de todos os tipos, de Malaquias a Pedro, João, Jesus, da profetiza Fátima, etc., e videntes como Nostradamus, vários médiuns e astrólogos, etc.. E escritores como Ramatís, Abdruschin, Roselis Vos Sass, e outros, e ainda Allan Kardec, Léon Denis, etc., todos preanunciaram a vinda de uma nova religião, um novo Mestre, um novo "enviado". Os espíritos já comunicavam ao Kardec, que na prática, viria um "enviado", para completar a sua obra, inclusive completá-la com a prova cientifica. A fotografia da aura é esta prova e é a prova da reencarnação e muitos espíritas não querem reconhecer, mas a Litáurica como religião é muito bem representada nos planos espirituais, pois ainda foi realizada depois de efetuar o "Cisma", que rigorosamente já estava sendo preparado na Itália, como disseram ao Kardec, daí foi novamente muito bem preanunciada. E o "novo enviado", se enxerga a desenvolver estudos e fazer curas e diagnósticos baseados na fotografia da aura, atualizar livros, passar adiante os conhecimentos da tecnologia de interpretação das fotografias, ensinando inclusive a fazer os tratamentos aos mais jovens, que levarão adiante o trabalho começado.

Os fatos reencarnatórios são assim amplamente provados, e o que faz de mim mesmo o novo "enviado" diante deste povo, são as pessoas que tratei dessa forma, e ainda são minhas testemunhas os que se tratam porque conhecem os meus trabalhos escritos nos meus vários livros. Por fim, eu sei e, mais importante, a Espiritualidade que me chamou também. Nisso tudo a conversa é sincera, nada é censurado e os tratamentos espirituais são realizados às claras, e na forma em que são explicados são realizados, onde vem qualificar-se o trabalho e estes fatos, é que são falados. A voz corre para corrigir os problemas persecutórios oriundos de outras vidas, e fazem-se os tratamentos dos problemas previamente detectados nas auras, onde pode-se claramente observar, que se ensinam regras que finalizam corrigir também, a volta eventual no futuro dos mesmos problemas. Previne-se os que possam ser prejudicados nas futuras reencarnações, quando já nisso, se veja vindo os resultados das práticas religiosas erradas do passado. Sendo assim, qual será a atitude do povo agora? Haverá coragem de refletir, ou voltarão a debochar novamente deste cristianismo na nova Religião? Por enquanto os doutores da lei ainda são os mesmos de sempre, ouvidos e seguidos, não ligam, e quando manifestam a sua incerteza e indiferença, fazem-no por interesse venal pessoal, pois estes não querem renunciar as suas mordomias e status, em que gostam de exercitar as influências que mantêm sobre os que os seguem, continuando a praticar exorcismo, espiritismo, onde porém, os termos do Juízo são lançados. Cada um fará aí a sua escolha, e nisso, receberá exatamente aquilo que escolheu. Já foi anunciado também "a morte reinará no meio da igreja, os cristãos amaldiçoarão o clero", o terceiro segredo de Fátima informou a igreja já antes deste papa, de que não haveria mais papas..... Falta acreditar agora na continuação da consciência espiritual depois da morte, pois a igreja acabou com a crença da reencarnação e muitos acreditam que morreu, morreu, e não haja mais nada. Porém é aí que a Litáurica prova, e de forma bem prática, que é um grande erro acreditar assim, pois é suficiente informar-se com qualquer pessoa que já tenha presenciado a uma sessão de tratamento da Litáurica, para ouvir fatos que provam que a situação é bem diferente, pois essas pessoas testemunharão muito daquilo que aqui ainda vai ser contado com maiores detalhes.

Aquilo que acontecerá, se não se corrigir em tempo, depois da morte da sua matéria será a perdição do espírito, pois isto acontecerá para muita gente que vive nas fantasias em toda esta confusão. A escuridão, e o verdadeiro sofrimento, os seguirão, vagarão a esmo, a única cura que lhes poderá vir, é da luz do esclarecimento, que só lhe virá da religião certa e esta tem nome, pois é somente a Litáurica. E não é por falta de avisos, pois toda a matéria está no áudio planetário, e é escrita em mais duas línguas além do português na Internet, onde se fazem alertas em todas as formas. E se compreenda também, que depois de tantas bobagens ouvidas de todos os lados, é natural que as pessoas tenham um certo receio, que aqui também se fale de bobagens, porém confiram, estudem a matéria ou venham ver, pois a Litáurica tem provas que são inquestionáveis, visíveis, onde tudo pode ser controlado.

Quando os espíritos vieram fazer contato comigo, a primeira vez, pegaram a coisa bem de longe, pois me disseram que num longínquo passado eu tinha vivido uma vida, como um antigo monge, e tinha escrito os Vedas, os livros sagrados dos Hindus da antiga Índia. Chamaram-me para que "eu fosse para a Itália e lá, corrigir o abuso que os homens tinham cometido lá, sobre a religião, e fazer com que depois, esta correção fosse difundida pelo mundo afora". Disseram-me que pelos meus precedentes nisso, se exigia do Alto, que fosse eu a fazer este trabalho. Fiquei meio confuso, pois já tinha 52 anos, era católico, não tinha conhecimentos no espiritismo, achava que não era bem este o meu ramo, pois era um técnico industrial, nem sabia de que se tratava e não sabia por onde começar. Mas considerava com seriedade aquilo que estava me acontecendo, pois um médium, que não conhecia e nunca tinha visto na minha vida, veio me procurar para me dizer, que havia espíritos que queriam se comunicar comigo. De principio já me disse que nunca me tinha visto, mas os espíritos lhe tinham mostrado a minha figura e onde morava. Daí fui fazer esta sessão espírita com ele, mas o que me impressionava, eram as coisas que me dizia, pois havia umas sensações íntimas da minha infância, que ninguém conhecia e que ele me relembrava, pois ele certamente não podia saber como pessoa e isto me mostrava a seriedade daquilo em que me envolvia lá.

Tratava-se de um chamado espiritual bem claro, pois para mim, esta era uma coisa bem séria, como se tivesse que morrer, pois sentia a responsabilidade daquilo que devia fazer, mas tinha muitas dúvidas, pois saberia realizar aquilo que pretendiam? Este era o meu medo, mas depois de analisar bem e tirar as minha dúvidas iniciais, decidi lançar-me neste trabalho, sem reservas, pois se não ia conseguir, não devia ser por falta de dedicação. Comecei inclusive a considerar antigas lembranças, que estavam na minha mente, que não sabia de onde vinham, mas aos poucos, o caminho se esclarecia e fui fazendo, trabalhando e realizando, um passo atrás do outro e foi indo. Sempre via, que mais coisas descobria e mais havia a descobrir, em volta deste abuso. Comecei lá a ter as minha primeiras relações com os espíritos, através daquele médium, e depois com outros e outros, enfim, ia fazendo experiências e estudando o espiritismo. E aos poucos vinha conhecer mais do meu passado, e pode-se dizer que crescia mais nisso, até que, um certo dia, recebia outras revelações, por onde vinha conhecer que já tinha sido também o Isaías bíblico, e mais tarde, o Precursor do Cristianismo, João, o Batista, companheiro de Jesus Nazareno, e nisso, veio uma nova disposição, que compreendia várias tarefas: Assumir a bandeira Crística na Terra e criar uma nova religião, que deveria ser Universal. Nisso recebia outros esclarecimentos, pois soube ter sido também um Papa da igreja e vinha a ser reintegrado neste cargo. A partir de então, devia ser considerado "O Peregrino", continuando a obra do reformador que já tinha sido da igreja, o Papa Hildebrando, Gregório sétimo, do século décimo primeiro. Aquele papa revolucionário, que com as reformas que realizou no estatuto da igreja, já naquele tempo, a libertava do controle dos imperadores e por isso foi exilado e chamado de "Papa Negro".

Na minha cabeça havia um remoinho, mas outras coisas vim a conhecer, de onde podia ver, que faz muito tempo que ando nesta senda espiritual, e para implantar esta nova religião no mundo, soube ainda depois, que o Brasil estava sendo preparado também há muito tempo, onde já tinha sido também, um índio antes da vinda do conquistador, e um escravo negro, depois, no tempo da colônia. A situação era bem complexa e ia aos pouco assimilando que havia mais coisas de baixo, pois como via acontecer em volta, percebia que este trabalho era muito grande e tinha sido planejado anteriormente, e bem mais importante, estava sendo muito bem acompanhado do outro lado. Via que havia muito envolvimento nisso, mas principalmente sentia sempre mais, que tinha nascido para isso, pois nasci para fazer esta Reforma espiritual e criar uma religião, que deveria vir a ser a única, atualizada aos novos tempos. De onde também deveria nascer um Novo Mundo, onde não houvesse mais sacerdotes, igrejas ou templos, porque aquilo é, e sempre foi uma somatória de antros escuros, uns buracos onde sempre falaram em nome de Deus, mas o deus de lá sempre foi aquele da letra pequena, um outro. Sempre foi o deus que solicitava e pretendia até os sacrifícios humanos e as penitências, mas não o Deus da vida, porque este Deus é o da criação, e os que vão agradecer lá cospem no seu prato. Pois de lá, induzem as pessoas aos erros e já os iludiam, que eles podiam aliviá-los das conseqüências, induzindo-os ainda em afundar sempre mais, porque o epicentro do seu reino sempre foi o abismo, onde pretendiam levar o máximo dos seus aduladores. Esta nova religião devia conscientizar as pessoas desta realidade, e valer até que os tempos da lua e do Sol durassem na Terra, pois é sobre esta luz que nasceu a Litáurica. Uma religião que faz de cada ser humano, um ser consciente das responsabilidades que tem, diante da sua evolução espiritual individual, principalmente, onde se torna responsável pelas suas relações com os outros, com a própria natureza e diante de Deus, na observância das suas leis invioláveis, por onde encontrará a razão dele mesmo existir. Uma religião clara, sem templos, sem dízimos ou outras explorações, sem castas de padres, pastores, gurus, lamas ou médiuns, que sejam. E uma religião que fosse proporcionada assim a estes novos tempos, só podia ser Única e Universal. Pois temos livros e telefones celulares, computadores que armazenam milhões de informações do mundo informal, e muito avanço tecnológico, daí havia necessidade de um esclarecimento que pudesse pôr o ser humano no solo da Nova Era, suficientemente esclarecido para poder realizar esta continuação. Uma religião, porém, que desse continuação aos ensinos dos antigos mestres, já separando nisso, os que foram os verdadeiros mestres, dos muito loucos do passado, que foram considerados grandes mestres, porém podendo-os definir hoje, como grandes mestres do atraso e do mal. Devia-se continuar a senda aberta por Jesus e João, o Batista, os dois missionários que já trabalharam na Terra, muito mais do que as pessoas sabem e consideram. Quando o Filho de Deus, voltou como Jesus, foi crucificado. Dizem que aquele tempo era atrasado e era, porque era pouca gente, mas hoje há bilhões que são tomados pelo atraso, e talvez naquele tempo que eram muitos, comparativamente era menor a percentagem.

Pelas condições do mundo, hoje a lei do amor implantada por Lúcifer conseguiu atropelar a lei do amor de Jesus. Pois hoje, todos, padre, pastor, lama, guru, médium e vidente, espalham à mão cheia a lei do amor de Lúcifer por todo lado. Quase ninguém percebe o engano e todos são chamados para fazer o bem, um bem que depois, porém, os prejudica como sendo autores de ações que de fato, produzem as piores conseqüências aos beneficiados. Porque há muitos ainda, que se auto definem como portadores da luz, sem perceber que a fonte desta luz, lhes vem do reino da sombra. Disseram-me que devia assumir a direção da igreja na Terra, mas já sabia que é a igreja como idéia do templo ou casa de Deus, que é uma aberração, pois implica o culto ou as orações, no mínimo, aos deuses de lá, que nunca é o Deus da Criação e da vida, porque este Deus está lá fora, em todo lugar, junto a Sua criação. Pois nos diz o primeiro Mandamento – "Não terás outros deuses ante Mim, não farás para ti imagens ou esculturas de tudo o que esteja no céu, na Terra, ou nas águas debaixo da Terra. Não as adorarás e não farás culto soberano, porque Eu sou Deus zeloso que persigo quem me aborrece até a Quarta ou Quinta reencarnação, e faço misericórdia em milhares aos que Me amam e guardam os Meus Mandamentos". Daí já nos vem bem claro, que simplesmente ao entrar num local qualquer, que não seja a própria casa, para rezar junto com alguém, já é uma clara infração a este Mandamento. Nem se fala de entrar numa igreja ou templo, onde haja alguém que de qualquer forma lidere, influencie, ou pior, nos chame para rezar. Evidentemente não é preciso chegar a considerar ainda, que o próprio ensino da bíblia está errado, diante daquilo que hoje vem a provar-se na aura humana, que se consegue fotografar. Prova-se evidentemente a verdade do primeiro Mandamento e toda uma seqüência de erros e abusos, de onde nasceram os desentendimentos, os sofrimentos humanos e as guerras, oferecidas aos deuses de lá, que exigiram muitos sacrifícios humanos. Pois quantos desses sacrifícios, e dos próprios entes da natureza, foram oferecidos ao deus da cruz? E ao deus dos exércitos, que representou o papel do deus por muito tempo? Mas, evidentemente, nada tendo a ver com o verdadeiro Deus da luz, do ar, do amor. Quanto do amor falso não foi espalhado na Terra pelo cristianismo da bíblia? Como se poderia corrigir tudo isso e voltar a considerar as verdades de Vyãsadeva, Moisés, Jesus, mantendo a palavra da bíblia ou da igreja? Pois tudo isso é uma confusão que se tornou tão grande, que ninguém mais pode ver a luz.

Um dia destes, chegando no Shopping onde trabalho atendendo aqueles que me procuram no dia-a-dia, encontrei mais um panfleto evangélico que me alertava, mais uma vez, sobre a minha salvação. Entregar-me a Jesus, estava escrito lá, seria a solução dos meus problemas, mas quais seriam estes meus problemas? Pois fiquei pensando, um deles é sem dúvida a intolerância, pois é de outro dia que via na rua de um bairro, um grupo de pessoas que dois a dois, batiam nas casas para propagar e vender a bíblia. Fiquei indignado, pois já passamos dois mil anos daquilo, e ainda tem gente que tenta vender esse antigo condicionamento mental. A bíblia é um monumento à superstição, um livro traduzido em 2167 línguas, que originou mais de mil crenças erradas e supersticiosas, que deveria ser chamado como? Um outro problema meu é ver tanta gente com problemas na aura daqueles que fotografo, pois há muita gente que quando morre, não vai espiritualmente a lugar algum, e volta às suas casas. Espíritos que acompanham sempre os descendentes e das suas auras os influenciam, pois estes são aqueles que em vida ficaram encantados com os salmos, e o deus de barba branca de lá, que porém, evidentemente, os deixou na mão. Via também, há pouco tempo os enchentes em Moçambique e vi África do Sul, toda aquela população despejada pelas águas, à procura de algum alimento e até água para beber, pois aquela que estava lá, era misturada ao lodo, sangue, estrumes e urina. Era uma visão apocalíptica, de populações inteiras migrando à procura de um lugar seco para descansar. Uma figura de uma criança passou na televisão, um recém-nascido no meio de toda aquela água, parecia que a mãe deu à luz em cima de uma árvore.

A câmara fixava a cena e mostrava a criança em primeiro plano, e eu, sempre com as minhas considerações maldosas, tentando imaginar por que teria nascido logo lá, pois com tanto lugar no mundo? Porém eu sei que o espírito que volta a reencarnar não tem escolha, ou é aquilo ou nada, ficando perdido no Astral. Entretanto eu sei também, que há muitos que ainda não pensam assim, porque a bíblia não contempla isso! Porém é melhor pensar nisso, pois vender bíblias é induzir pessoas ao erro, e estes terão que ganhar muito bem, porque isso se paga caro na volta à vida, quando haverá só lugares ínfimos e difíceis à disposição para renascer, pois a miséria, a falta de perspectivas, o atraso, são simplesmente as compensações dos abusos praticados em vidas anteriores. O contexto se chama: das estrelas aos estábulos, e quando observo estas coisas, sempre faço estas relações, e fico curioso em saber como é que Jesus irá se meter nisso. Talvez com a parábola do Lázaro, o pobre que se contentava de comer as migalhas que caíam da mesa do rico, que quando morreu, viu que talvez só tinha a opção de nascer na árvore, e pediu para que alguém informasse os seus irmãos, que lá na Terra, ainda viviam como ele tinha vivido, mas lhe disseram que não havia necessidade porque eles tinham Moisés, os ensinos de Moisés.

Nos tempos depois de Jesus, num caso deste lhe responderiam, que não era o caso, porque eles tinham os ensinos de Jesus, mas agora, estejam certos e atentos e não tenham dúvidas, pois lhes dirão, que não precisam, porque eles têm a Litáurica, que nada tem a ver com a bíblia, ou tem, mas muito, muito a dizer sobre a legitimidade dela.

O velho mundo acaba, diziam; a Bíblia, Nostradamus, Allan Kardec e outros. Já há muitos anos, Nostradamus disse: "outubro 1999, fim dos tempos". São Francisco de Paula, em 1445, profetizou que da língua portuguesa viria nascer a maior religião de todos os tempos. "Uma religião como o homem nunca viu, reformará os seguidores da igreja e todas as religiões da terra, convertendo todos à lei de Deus". Tudo estava claro. Tudo veio a ser cumprido conforme os desígnios de Deus, que a cada época da humanidade manda alguém para a continuação da obra. A Litáurica é esta religião que nasceu na Itália, onde criou o cisma, ou seja, a separação do velho com o novo mundo, vindo a implantar-se no Brasil. No Brasil veio a constituir-se, pois devendo sustentar os novos tempos, e se o velho mundo acabava, com todos os seus dogmas, deviam ser realizadas as novas bases, com novos livros, um novo evangelho, e tudo isso não poderia ser realizado de um dia para outro. Mas foi realizado este trabalho, vários livros foram escritos, todos se baseando em pesquisas científicas, ao mesmo tempo foram realizadas mais de 26.000 horas de programas Litáuricos na rádio local, mais de 2.000 horas de tratamento na Mesa Litáurica, onde nesta, mais de 26 mil pessoas passaram por lá desde 1993. Pois tudo isso foi realizado por uma única pessoa, que recebeu esta missão através de uma Revelação, mas será que ninguém tinha olhos para ver? Certamente que não. Muitos viram que a Litáurica nasceu e veio a explicar "o abuso que o homem cometeu sobre a religião na Itália", mas há muito atraso, muito oportunismo, e muitos não querem nem ver, pois é normal, o condicionamento mental no país é muito profundo. Pois até o ano 313 depois de Cristo, os cristãos tentaram pôr em prática os ensinos deixados por Jesus. Tentavam ser bons e humanitários, nas relações com os outros, no dia-a-dia. Procuravam ser mais tolerantes e compreensivos com os defeitos alheios. Estes cristãos, porém, eram romanos que praticavam os princípios dessa sua fé escondidos, disfarçados no meio dos pagãos que reverenciavam os seus deuses abertamente. Os cristãos lá, acreditavam na vida depois da morte, da continuação na reencarnação, por onde podiam melhorar suas vidas atuais e futuras, e na unicidade de Deus, nos Mandamentos mosaicos que praticavam, e nos profetas, tais como Isaias, João, o Batista, no Cristo Jesus. Adotavam a remissão dos pecados em não revidar as ofensas. Acreditavam que era melhor ser mortos que matar. Enfim, acreditavam e praticavam a lei do Amor de "fazer aos outros o que gostaríamos que os outros fizessem para nós", e claramente, o cristão não matava, não roubava, não violentava, não queimava a casa de ninguém, não dava falso testemunho, não escravizava ninguém e procurava ensinar aos outros os seus mesmos princípios, através das reuniões secretas que mantinha em sua casa.

O seu culto era este, uma boa relação com a vida espalhando e vivendo a "Palavra" que tinha ouvido dos Apóstolos. Fazia isto na sua casa, pois nisso havia o cumprimento do "Legado", do "fazei isso na minha lembrança", de Jesus. Uma vez por semana reunia a família e os amigos íntimos em volta da mesa da sua casa, para repetir os ensinos da "última ceia", por onde passava dessa forma, os seus valores cristãos adiante. Esta religião era perseguida porque era contrária às práticas das conquistas romanas, contrária à brutalidade dos seus soldados, e também se constituía como um problema sério para os governantes, porque apesar de ser ilegal, se espalhava na cidade. Os seus seguidores que faleciam não eram queimados, mas sepultados nas catacumbas, que eram galerias abertas em baixo da cidade, onde até hoje podem ser contadas: - lá, até começar a conversa da sua legalização, desta religião, já em 313, se contavam lá debaixo, que foram sepultadas 6 milhões de pessoas. Naquela época era estimada a existência de 220 milhões de pessoas no mundo todo, e seis milhões de sepulturas nas catacumbas de Roma, só para os partidários de uma religião pacifista e ainda fora da lei, era de preocupar qualquer governo imperialista. O problema era tão sério que atrapalhava os sonhos de grandeza de Constantino, que dividia o governo com Licínio, em Roma, naquela época. Daí é que começaram a estudar planos para resolvê-lo. E tais planos eram de tão longo alcance que envolvem até no dia de hoje a boa fé das pessoas. Toda a corte estava envolvida nisso, mas a mãe de Constantino fez mais. Ela foi fazer uma peregrinação de fé ao Calvário, na Galiléia e, tendo-se ajoelhada bem próxima ao lugar onde foi crucificado Jesus, encontrou três pregos aflorando da terra. Determinaram então, em Roma, que estes pregos teriam sido aqueles da Crucificação e toda a ênfase foi colocada na divulgação deste "milagre". Na corte foi visto como um sinal do céu, daí Constantino foi tratar com Licínio o reconhecimento desta religião.

Para que viesse a ser legal, em 313, fizeram um Edito em Milão, que reconhecia a liberdade a qualquer cidadão, de seguir a crença que bem quisesse. Deu liberdade para os cristãos que podiam assim reunir-se em lugares de culto definidos, para lá praticar as suas crenças. Igual aos pagãos que tinham os seus templos e seus deuses, os cristãos podiam reunir-se com liberdade para render homenagem ao seu Deus.... A mãe de Constantino foi considerada "santa" porque praticou a reconciliação do Estado com os seus cidadãos cristãos, que não repararam que a razão principal da perseguição de Jesus, que o levara a cruz, foi por ter pregado a descentralização do culto, da oração para a prática da vida; do templo para o lar, orientando a família e os amigos nesta nova forma de viver. Mas os cristãos não perceberam e começaram a construir as suas igrejas, onde, em breve vieram a centralizar-se, inventando rituais que não tinham, mas de certa forma, tinham um posto de adoração e copiavam os templos, pois, aí já voltava o paganismo que anularia a prática do amor, passando a transformar-se conforme a vontade e os planos de Constantino, que começaram aí a serem postos em prática. Em pouco tempo, os cristãos receberam ainda o cânone da Bíblia. O Novo Testamento que Constantino derivava da obra do poeta latino, Virgílio, e doze anos depois de os cristãos receberem a liberdade para acreditar e praticar a religião que queriam, já em 325, recebiam a notícia que esta filosofia se tornava obrigatória em toda a extensão do Império, para todos, e vinha a chamar-se Igreja Católica Apostólica Romana e quem a contestava, era perseguido com penalidades legais.

Doze anos foram suficientes para Constantino para acabar com trezentos e treze anos de Cristianismo, pois, em 325 já eram os sacerdotes que rezavam as suas histórias juntos aos feridos e os moribundos, e tudo voltava a ser como antes do cristianismo acontecer. A mudança foi devagar, mas constante e a oração voltou ao templo, e o templo veio a ser simplesmente substituído pela Igreja, onde ficou tudo igual. A idolatria voltava e foi mantida no tempo como está até hoje, pois os que morriam encerravam muitas vezes, vidas perseguidas pelos pecados que já eram perdoados pelos sacerdotes, no lugar dos ofendidos. Assim quantos acreditam até hoje que Deus não existe, simplesmente porque não aprenderam ainda a lei do Amor que diz: - "amarás a Deus e não, rezarás a Deus"? Pois o cristão pratica o culto das estatuas, do bezerro de ouro, dos espíritos, e voltou, não só aos tempos de Constantino, mas se perdeu, porque não soube descobrir Deus na beleza da Natureza, nas flores, no amor, no canto das aves, no desabrochar das flores, nas boas coisas naturais e até nas lições para que apreendamos o Seu gênio criador, que só podemos amar. E já que os espíritos humanos demonstraram absoluta incapacidade de reconhecer o trabalho do Messias, um outro foi enviado, agora, para começar estes novos tempos. Entretanto esta história deve ser muito bem contada e posta às claras, cheia de particulares e provas, pois é aquilo que também aqui faço. Daí coloco em consideração todo o contexto.

Uma vez para cada ciclo de existência, vem um "Líder Planetário" e diretamente ou indiretamente, determina o Novo Caminho, pelo qual vem aumentando o grau evolutivo espiritual permitido, a desenvolver-se, para cada reencarnação. Por conseqüência do nascimento da Litáurica, foi revogada toda e qualquer representação espiritual na terra e da Cristandade, porque, ao mesmo tempo que a Itália era considerada o "berço dessa santidade", por muitos das Esferas Espirituais, mais elevadas, era então o "berço do abuso espiritual". Abuso que nasceu lá e se difundiu no mundo e na mesma forma e por precisas disposições espirituais, a Litáurica teve que ter início naquele país para corrigir este abuso. Lá, se combinou ao Cristianismo original, para depois difundir-se peloo mundo afora. Isso foi feito como era exigido, assim é que, da mesma forma, o Catolicismo foi definidamente desclassificado ao culto em seguida e o Vaticano, e tudo o que é conversa da bíblia e do clero, ficou desprovido da representação espiritual, incluindo pastores, sacerdotes, bispos, médiuns, videntes, etc.. Nisso, a Litáurica agora já abriu a Nova Era, porém é Espiritualismo. Não é, e não visa ser uma seita ou congregação. É uma nova visão religiosa ligada à "Grande Reforma" e as reformas, inclusive geográficas, que ocorrerão, ao mesmo tempo em que forem realizadas as enxertias espirituais, destinadas a revigorar a Humanidade. Por onde, sejam os católicos, como os protestantes, anglicanos, muçulmanos, budistas e etc., todos os primários disso, os que saem das suas casas para rezar em reuniões, nas igrejas, templos ou sinagogas, serão selecionados neste pente cósmico. O "Cisma" devia ser realizado na Itália e foi, iniciando nisso, um tempo determinado pelas relativas comunicações, em que "muitos dos encarnados na Terra, aqui não irão reencarnar mais, por não saber administrar-se no seu espiritualismo". Como também afirmava Kardec na sua Obra Póstuma, relatando lá estas comunicações dos espíritos, se preanunciavam grandes mudanças e alterações do sistema religioso, e há pessoas destas ideologias clericais que se irritam comigo, por esta postura e as críticas que levanto a estas crenças, mas desconsideram estas fontes, tanto quanto as disposições precisas e definitivas que eu recebi.

Parece nisso até que estas pessoas queiram ficar por sua conta, e ficarão, muitas enfrentando ainda a seleção e o afastamento, pois não poucas pessoas, nos dias atuais, ainda não acreditam na existência do Deus da Criação, ou de uma Espiritualidade Maior que cumpra a Sua vontade. Entretanto eu me sinto certamente mais "privilegiado" de que elas, porque eu acredito, e com toda humildade, acredito na minha missão e procuro simplesmente cumprir "esta vontade que me foi comunicada claramente", e na melhor forma que puder, tento alertar e conscientizar as pessoas. Mas há também, muita coisa escrita que prevê estas mudanças e vários fatos naturais, e já acontecidos, que também, confirmaram as "Centúrias Proféticas de Nostradamus", que deveriam ser bem melhor consideradas, além de Gênese, Apocalipse, etc.. Nostradamus pode-se encaixar já de início onde escreve: - ("................") morrerá, em breve haverá, então uma horrível destruição de gente e animais.......sede fome haverá........quando passar o cometa........" Nabus é o nome original da profecia. "Negus" é como era conhecido na Itália o ex Imperador da Etiópia, Ailé Selassié, que se configura nesta quadra; esta epopéia começou antes da segunda guerra mundial e vem até hoje. Quem viu alguma coisa desta calamidade, de uma guerra de mais de sessenta anos e da carestia que impõe hoje ao povo, que veio a sofrê-la. Quem viu até só uma parte, como eu, não esquecerá facilmente, ainda nos dias atuais via no noticiário da televisão cenas daquilo, um horror. A Guerra do Golfo quase encerra onde: "Na direção da Pérsia vai quase um milhão de homens....Invadirão a Serpente.....pouco antes do pôr-do-Sol, trava-se uma grande batalha.......uma grande nação está insegura......(o mundo não viu isso na televisão ?)

Quando o Sol, Sagitário e Capricórnio estiverem em declínio, o reino da Igreja sucumbirá ao mar.....quando a queda dos lunares estiver próxima.....não se acharão muito distantes uns dos outros......o pontífice e o Sepulcro em dois lugares estrangeiros conflitarão......frio, seca, perigo nas fronteiras, mesmo onde o Oráculo teve a sua fonte.....( a conjunção Sol, Urano, Netuno e Saturno, na constelação de Sagitário, expressa situações de violências e confusões num tempo ainda relativamente longo acompanhando todo período da convulsão, como aquele que o mundo já viu em parte ).

A queda dos lunares refere-se aos muçulmanos. A meia lua é o símbolo do Islã. Frio e seca, são conseqüências naturais do "el Niño", e dos "buracos do ozônio". O efeito estufa também. A seca está ai e pior, o problema da água também. Toda conseqüência das ações desconsideradas dos homens, que num certo tempo, e de forma irreversível, provocarão mudanças climáticas em todo o planeta e muito provavelmente, também na França: País do Oráculo - Nostradamus, (1503- 1566)

Então, após o eclipse de dois grandes luminares.......que provocarão a perda de dois grandes benfeitores......por mar e por terra virão ajudas....e uma nova lei ocupará a terra......a lei moura declinará, seguida por outra mais esclarecida..... o grande bando - e a seita da Cruz, declinarão..... A última data marcada na Pirâmide de Quéops é: "2001 – quando começaria a Nova Era".

Mas já estamos em tempos da nova lei - "Começará, entre Deus e os homens, uma paz universal, e Satanás será algemado por 1000 anos ou mais". (Nostradamus) Esta parte está correndo e a Nova Era já começou. A Litáurica aqui já veio trazer mudanças nas profecias, mas vamos contemplá-las ainda sendo: "Haverá guerras e rumores de guerras; nação contra nação; fome, pestes, terremotos. Mas ainda não é o fim. É o princípio das dores". Esta parte começou com a primeira guerra mundial. "E depois da batalha de Armagedon, sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva como do peso de um talento ( quase 28 quilos ). E os homens blasfemaram a Deus, porque a Sua praga de saraiva era muito grande". Apocalipse 16:21. Na Gênese, cap.49: A guerra de Armagedon era já começada na Bósnia e a chuva dos talentos também aconteceu, bem como a grande crise econômica, mas só houve uma amostra daquilo que podia ser (vírus de computador - " I love you" ), como outras ocorrências que aconteceram como para chamar atenção aos fatos do céu, bem ao contexto do título deste livro.

JACÓ, ainda, antes de morrer, no Egito, chamou seus 12 filhos - troncos das 12 tribos dos judeus, e predisse-lhes: - "Anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos derradeiros dias". Dan julgará o seu povo; ao marcar as regiões da Palestina, onde se estabeleceriam as doze tribos, Ezequiel, no cap. 48, diz que "Dan teria uma porção, desde o fim do norte ao termo de Damasco; teria a banda do oriente ao ocidente". Foi daí que eles emigraram para o norte e oriente da Europa. Os povos arianos asiáticos emigraram para a Europa, formando aí as grandes civilizações grega, romana e ocidental; a tribo de Dan estabeleceu-se em todo norte e oriente da Europa; conquistou a Dinamarca à força, e outras terras do norte, batizando rios e regiões com o nome de Dan. A tribo de Dan foi sempre violenta e rebelde. Por isso São João, no Apocalipse, cap.7: 4-8, cita onze tribos, que têm o nome dos filhos de JACÓ; mas não cita a tribo de Dan; esta é rejeitada como infiel. A tribo de Dan é, rejeitada por Deus, como símbolo da apostasia, no fim do mundo. Os anglos e saxões foram da Dinamarca e invadiram a Bretanha, fundando o reino inglês, em 825 d.C.. Os povos do norte e oriente da Europa têm muito sangue da tribo de Dan, que são rebeldes; no oriente da Europa, Miguel Cerulário, patriarca de Constantinopla, excomungado em 1054, formara a religião cismática ou ortodoxa ( iniciada pelo patriarca Fócio, já em 867), separando a Igreja católica dos povos do oriente europeus; no século XVI, as nações do noroeste da Europa, guiados por Lutero, Calvino, Henrique VIII, Zunglio, João Knox e outros, rebelaram-se também contra a Igreja, abraçando o protestantismo.

A tribo de Dan misturou-se com os germanos, ao marxismo russo e com os povos amarelos do oriente asiático; com o desespero africano, da peste, do luto, e o tom sombrio dos imperialistas (Nazismo). Na última batalha do mundo os nórdicos germanos e russos, os asiáticos e africanos, serão o seu fermento. "Parecerá que Deus soltou de novo Satanás das prisões infernais (Armagedon)....então haverá grande perseguição contra as Igrejas". Sobre a perseguição religiosa, Nostradamus não diz mais Igreja católica, mas "todas as Igrejas" pois, todas serão conversas aos ralos de todos os povos". Sobre a casa de Davi "aparecerá o sinal do Filho do Homem". Aí vem o final dos tempos, e começará a Idade de Ouro. "Criarei novos céus e uma nova Terra. E ninguém se lembrará das coisas passadas". Isaías 65:17.

Pela característica discursiva na qual foi realizado este trabalho e a forma quase particular na qual era veiculado, não eram citadas muitas fontes informativas e muitos achavam que se inventavam coisas, mas o fato não é este, é que a gente recebeu orientações e até disposições do plano espiritual, que porém, como já disse, tinham que ser pesquisadas nos livros, pois não é um trabalho leviano que se queria fazer, mas esclarecedor e avançado. Entretanto na pesquisa literária se encontra que tal vidente, anos atrás, já tinha escrito as suas previsões e tal astrólogo conferiu com o plano astral e tudo indica que...., porém, e os direitos autorais, que os tais beneficiários tem? Muitas vezes estes herdeiros não têm nem os traços do espiritualismo que os seus autores tinham, o que querem esses é ver quanto a coisa rende. Por isso eu volto sempre a esclarecer mais e convido sempre as pessoas a pesquisar, consultar os livros que indico tirando daí, ainda, as suas próprias conclusões.

Explicar em que consistia o "abuso cometido pelo homem sobre a religião na Itália", é um contexto muito complexo, pois quantos luminares das letras escreveram sobre a Lei do Amor? O primeiro livro Litáurico veio a cimentar-se nisso, explicando e levantando provas, para que não se pensasse que para corrigir um abuso fosse praticado um outro. Mas criaram-se tradições nas crendices, no dito por não dito, e tudo conseqüente a este abuso, devia-se simplesmente corrigi-las castigando todos os envolvidos ? Seria justo ? Havia necessidade de criar um alerta, primeiro e foi feito isso, porém quase ninguém apoiou. A explicação foi acessível, simples, e muito clara em que já os mesmos médiuns convocados que a traziam não cumpriam o seu chamado. E a falta de apoio continuou na seqüência, mas outros vieram e com o segundo livro Litáurico - "Assumir a Bandeira Crística" o trabalho continuava para cumprir a tarefa, veio o "Evangelho Segundo a Litáurica" e depois ainda, mais o "Caminho Litáurico" .

Mas é ainda pobre e insignificante o trabalho feito diante da dimensão do problema a ser resolvido, porém é básico. "Passarão céu e a Terra, mas as MINHAS PALAVRAS NÃO PASSARÃO" - e dizem que ainda disse Jesus. "Este Evangelho será pregado em todo o mundo. Então virá o fim". Mas estas palavras combinam com outras ainda de segunda intenção, assim conhecidas: - " onde no auge do medo e do caos, apareceria um líder forte, "O Anticristo", que se ofereceria para restabelecer a ordem, mas só se os indivíduos concordassem em abrir mão de suas liberdades e ter o corpo marcado com a "marca da besta", para participar da economia automatizada. Mais tarde, esse líder, iria declarar que era deus e conquistar à força qualquer país que resistisse a sua dominação. A princípio guerreando com as forças do Islã, depois contra os judeus e os cristãos, acabando por lançar o mundo inteiro num violento Armagedon". Veja-se nisso a preparação que fizeram para a Litáurica. Mas tudo isso é ainda dos autores inspirados pela igreja e referidas a sua obra e ao tempo que para eles já terminou, pois o papa acabou de fazer acordo até com o chefe da Palestina para visitar a Jerusalém no ano do Jubileu mostrando ele a disposição para certas alianças na disposição antiga de ativar brigas... Porém as "Palavras de Jesus", as verdadeiras, têm continuação na Litáurica, porque nesta há uma nova mensagem, e mostra que aquele Anticristo sempre esteve na igreja.

Dizem ainda "precisamos transmitir energia um ao outro, encontrando nisso a expressão do eu maior", onde a palavra do esotérico vem sempre da neblina para combinar-se ainda com aquela do sacerdote. Mas o verdadeiro teor disso está mais para frente, porém, é sempre o mesmo, onde já Moisés explicou há três mil e quinhentos anos atrás, que os homens deviam amar o Deus único da criação, da vida, do ar, etc.. Explicou isto de forma bem clara com o conteúdo do primeiro mandamento, em que se excluía a mágica, o templo e o sacerdote, e a idolatria para rezar. Jesus há dois mil anos trouxe as mesmas regras no seu ensino e na Lei do Amor, e disse novamente que o Deus para quem rezar era aquele da vida e não da sinagoga ou do templo, ou das belas palavras, mas deu no que deu. Vamos dizer agora: - O Deus do índio, para nos entender? Quem acompanhou o surgimento da Litáurica, porém, pergunta: como e onde nasceu? De onde eu venho e por quê? Como foi? Torna-se então necessário contar mais pormenores, repetir estas histórias que já estão no primeiro "Ponteiros direcionados ao céu", no segundo e no "Caminho Litáurico".

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