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Karl Marx e O Capital

Karl Marx escrevia: - "se o dinheiro.....vem ao mundo com uma mancha de sangue congênita numa das faces, o capital vem pingando de sangue da cabeça aos pés, de todos os povos, de sangue e lama". Estes comércios de conquista, pirataria, saques, explorações, vendas de escravos, geravam um capital, que não podemos esquecer, já vinha expurgado do seu dízimo, isto é, reabilitado, ou benzido e santificado, quando partilhado com a igreja.

Mas o capital não pode ser usado para dar lucro se não for convertido em trabalho fabril, que proporcione lucro, pois não se pregava que a riqueza é que faz a felicidade? Ocorre porém que a riqueza do homem, enquanto tiver acesso, está na terra, onde possa produzir para si. A história dos Estados Unidos nos ensina isso. Enquanto houve terra barata ou de graça no Oeste, corria gente ansiosa para lá, largando os empregos do leste. A mesma coisa ocorreu na Austrália, pois enquanto os trabalhadores têm acesso aos seus próprios meios de produção, podendo ser inclusive fabril, de oficina, ferramenta ou terra, não vão trabalhar para outros. Por que trabalhariam? Porque são obrigados, para comprar alimentos, roupas e abrigo, e do que necessitam para viver. Pois destituídos pelos mais espertos, de bem pouca moral, dos próprios meios de sustentação, não têm escolha. Devem vender a única coisa digna que lhes resta, sua capacidade e sua força de trabalho.

A exploração é a história do progresso capitalista, mas a verdadeira história da criação é de um trabalhador, que só podia ser libertado do solo e só podia dispor de sua pessoa depois que deixasse de ser escravo, ou servo, independendo de outro com um seu pedaço de terra, mas o capital o manteve escravo. Pois aqui gostaria de mostrar a origem de muito capital pilhado considerando a história dos povos que habitavam a América especialmente a Latina, de onde muitos precisam saber que não foi descoberta, mas atacada por um tipo de traição muito comum na época, e que o mundo ainda até hoje não quis entender bem, mas eram abusos que os europeus praticaram largamente com a cobertura da igreja, que sempre lhes perdoava as matanças que faziam por ser cúmplice e parceira, pois ia partilhando as pilhagens que estas conquistas rendiam.

Assim o Brasil não foi descoberto na época indicada, mas bem antes, pois os navegadores espanhóis e portugueses, saíram dos seus portos no Atlântico, para descobrir novas rotas que os levassem aos mercados das especiarias indianas, ainda naquele tempo, sob o controle do monopólio de Veneza. Bem antes daquela data já haviam quebrado o pacto, que há mais de quinhentos anos existia, entre a igreja e a cidade italiana, que vinha dos tempos das primeiras cruzadas. E bem antes daquela data, se diz em torno de trezentos anos, já tinham conhecimento da existência destas terras, e também já sabiam que eram habitadas por um povo muito hospitaleiro e pacífico, porque era comum que estes navegadores deixassem nas suas praias, que periodicamente visitavam para abastecer-se de água e frutas, alguns espiões para ficar um certo tempo com os nativos, apreender a língua, hábitos e costumes, etc..

Definiram depois, chamar este povo de índios, justificaram que Colombo estava procurando uma nova rota para a Índia, e casualmente, descobria a América, daí é que veio denominá-los assim, mas é história inventada para não ser conhecido na sua real parte criminosa nisso, porém as simples conseqüências disso já vieram a persegui-lo em vida. Note-se isso, pois a América não foi descoberta desta forma, mas foi planejado às escondidas e praticado um genocídio nela, a maior parte dos seus primitivos habitantes foram exterminados sem piedade. "Todos os povos que habitavam a América do Sul e Central em épocas passadas, descenderam da mesma raça humana. Da raça humana que se desenvolveu outrora no País do Sol, "Ophir". Essa terra já há muito desaparecida, situava-se entre a África e a América do Sul, ligando entre si ambos os continentes.

As criaturas humanas que viviam no País do Sol, Ophir, foram conduzidas antes do soçobro de sua pátria, a diversas regiões muito afastadas, onde fixaram residência, continuando a desenvolver-se.

Todos se denominavam "Povo do Sol, Filhos do Sol, Criaturas do Sol e também Filhos do Sol e da Terra" e eles estavam orgulhosos por poderem chamar-se assim." (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, pág.1). Faziam cultos aos ancestrais, respeitavam os anciãos, reconheciam a sua sabedoria e respeitavam os espíritos da natureza, não consideravam a posse das coisas da terra e muito menos da terra, pois achavam que só tinham o direito ao seu uso na vida, quando faziam os seus estágios na terra. Os índios brasileiros eram primos dos maias que tinham tradições sagradas rigorosamente guardadas da astronomia, da Matemática e do calendário!

Os seus chefes religiosos eram os pajés, que sabiam interpretar e adivinhar os sonhos, fazer curas com as ervas e folhas do mato, transferir os ensinos das crenças e rituais, das estações dos plantios e colheitas, espantar os maus espíritos. Um bom pajé sabia sonhar, o sonho era uma viagem telepática, semelhante à viagem astral na projeção da mente, em que havia o aprendizado ouvindo as vozes dos antigos.

"... tinham poucos filhos. Era uma raridade crescer numa família mais de duas crianças. Eles consideravam filhos como hóspedes e eram de opinião de que mais de dois não se sentiriam bem junto deles." (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs. 5-6). Achavam que a Terra era propriedade do Onipotente Criador, onde lhes era permitido viver, sob a condição de conservá-la pura. Cada árvore, cada pedra, cada flor, cada animal, qualquer água, cada raio de sol e cada sopro que se aspira, eram originadas pela força criadora Dele. Sabiam que o amor aos entes da natureza, os garantia no caminho na direção da Luz. Ensinavam isso para que fosse transmitido e gravado nas suas mentes, porque sabiam que deviam tornar e tornar-se novamente conscientes disso, quando em épocas posteriores, viessem a reencarnar novamente no país escolhido.

A disposição festiva reinava entre eles, viviam contentes no seu íntimo, porque a sua vida era a expressão das suas almas puras e dos seus espíritos livres. Essa era a forma de expressão que ofereciam como uma continua oração de agradecimento que direcionavam ao Onipotente Criador, que juntavam na obra da vida. Essa alegria a irradiavam para todas as criaturas humanas que se ligavam aos mesmos ancestrais no mesmo amor. O medo da morte lhes era desconhecido, pois não levavam culpas e a morte terrena era considerada como uma viagem que os afastava temporariamente.

O índio era ativo e trabalhador, mas foram julgados preguiçosos pelos colonizadores, que queriam forçá-los a trabalhar a fim de produzir para eles. Os índios não estavam acostumados ao mando, e inventaram esta história deles, não lhes reconhecendo o espírito livre. Na realidade eles consumiam um enorme número de horas, realizando atividades ligadas às suas necessidades de auto-sustentação, tradição e cultura até hoje. Quando uma pessoa do nosso mundo pensa em trabalho, pensa em dinheiro e nos bens que ele pode proporcionar. Quando é um índio, ele pensa no seu sustento e no sustento das pessoas que estão sob a sua responsabilidade, ele não tem necessidade de acumular fortuna pessoal, mas inclui o bem da sua comunidade, pois quanto mais nisso for generoso, quanto mais assim é considerado rico, assim é que o ideal de todo índio é trabalhar muito. O trabalho do homem é caçar, pescar, fazer arco e flechas, preparar a roça, etc., da mulher é fiar, coser, cozinhar, colher frutos, tecer.

Viviam de forma errada? Não tinham nada para ensinar aos europeus, que se pudessem evitar os erros cometidos, melhoravam os desfechos de muitos resultados negativos? Claro que nisso não deviam considerar que tivessem de ser evangelizados pela Palavra que lhes ensinava a corrupção, a cobiça, o individualismo, e que deveriam adorar as imagens, e fazer oferendas à igreja, para livrar-se do pecado - ensinando-os antes como fazê-lo, pois os índios não tinham idéias maliciosas na sua nudez. Porém deviam fazer culto a um deus que simplesmente foi posto na cruz, por ter tentado ensinar aos que moravam do outro lado do mar, aquilo que todos eles já sabiam de cor, e que aqueles que o levavam pendurado, realmente nem sabiam aquilo que faziam, pois viriam descobri-lo só bem mais tarde, como agora, quando se discute esta questão, em que a corrupção que já foi ensinada e implantada pela Igreja, acabou influenciando o mundo, pois as pessoas eram chamadas a livrar-se dos pecados nas suas funções e, no resto do tempo praticavam todo tipo de abusos ou explorações.

Todos os pecados porém estavam bem longe da lei do amor que só pregavam e não entendiam, porque o resultado disso, já na Europa, trouxe uma nova calamidade. O fechamento de terras que ocorreu, novamente no século XVIII e no princípio do XIX século, mas foi bem mais amplo que o anterior, e o exército dos infelizes naquela velha terra, aumentou tremendamente. Veio a "lei do fechamento" baixada novamente pelo latifundiário, pois o campo aberto dava de 6 a 19 xelins o acre, com o fechamento, a renda do arrendamento era de 20 a 30 xelins, e mais trabalhadores da terra foram expulsos. Como exemplo de método: - no século XIX, o "fechamento" feito no latifúndio inglês, da Duquesa de Suterland nos basta.

Essa pessoa, baseada na economia, resolveu transformar todo o campo, cuja população já tinha sido reduzida, por processo anterior e similar a 15.000 habitantes, numa pastagem de ovelhas. De 1814 a 1820 esses 15.000 habitantes, cerca de 3.000 famílias, foram sistematicamente caçadas e despejadas. Todas as aldeias foram destruídas e incendiadas, e seus campos transformados em pastagens. Uma velha, que se recusava a abandonar sua cabana, foi queimada nela. Dessa forma a Duquesa, se apropriou de 794.000 acres de terra que, "desde épocas imemoriais" pertenciam a sua família, evidentemente, por grilagem.

Dividida em propriedades rurais, já de bom tamanho, para em cada uma, uma família trabalhar, vivendo decentemente do trabalho da sua terra, podiam ser instaladas, só lá, por volta de oitenta mil famílias. Por volta de 400 mil pessoas, mas não aconteceu lá, como em outros lugares, e as cidades e as indústrias aumentaram para abrigar gente caçada dos campos, que de pequenos ocupantes de pouco espaço, da terra, vieram reduzidos à condição de mendigos antes, e depois, trabalhadores diaristas e assalariados das indústrias.

Finalmente a moral, a política, a literatura e a religião, reuniram-se numa grande exploração e os donos dessa nova riqueza, educados na crença que o Reino dos Céus seria deles, se economizassem reinvestindo as suas economias, empregaram novamente seu capital nas fábricas. Assim, o sistema moderno, que conhecemos, começou a existir.

Foi o movimento do fechamento das terras, de efeitos terríveis para muita gente, que possibilitou todo esse melhoramento da técnica, da Ciência e ferramenta agrícola, em grande escala. Valeu a pena? Teria sido impossível com as terras comuns a todos? Com a filosofia do índio selvagem a humanidade teria evoluído menos? As relações de família, que no caso dos índios dizem respeito a uma família mais ou menos ampliada, um clã, onde realmente todos são irmãos de todos e todos, filhos ou parentes do chefe, não fariam isso. Ali não haveria ciúmes, se houvesse seria menos, não haveria cobiça da posse, pois a vida é comunitária em que o indivíduo trabalha para o grupo. A vida do índio significava liberdade. Significando ao mesmo tempo evolução e sabedoria, pois deixa a vida correr em comunhão com a natureza, com as plantas, pedras e bichos, sem a conveniência, constrangimento ou vergonhas, onde não havia congestionamento das cidades, contas e carnês para pagar....

O crescimento da população moderna tornou lucrativa a agricultura, mas o resultado é sempre a mesma coisa, continua o descaso em relação à necessidade básica do ser humano. Os grandes donos das terras fizeram investimentos de capital em suas fazendas, e o resultado foi uma alimentação melhor, que por sua vez, porém, aumentou a população que vive e trabalha na cidade, onde muitos são desempregados, e não só esses, sonham em conseguir um dia, o seu pedacinho de terra para viver em paz.

Formularam leis, doutrinas, e tiraram o homem da terra. Formularam as leis dos capitais e das economias. Estavam convencidos da validade das convenções humanas e não discutiram se estas leis eram boas ou más. Não havia com quem discutir, a importância do capital superou o humanismo, pois o capital tem de gerar lucros e suas leis são fixas. Os economistas sempre procuraram os resultados práticos das situações que surgiam no lugar e na época. E suas doutrinas atingiram poderosos grupos da sociedade, que as aceitavam ou rejeitavam, de acordo com os seus interesses venais, sem importar-se com os outros, o sistema visa o egoísmo, mas qual é, então, a função do governo? Preservar a paz, proteger a propriedade e não intervir? Pois o "Grande Erro Espiritual" cometido no passado, estava colocado nisso, e no seu egoísmo! Na falta de interesses e consciência nas questões sociais, o futuro só ia reservar guerras, maiores sofrimentos, perseguições, revoluções, regulamentações, greves, caridade, e nada ajudou os pobres que nasceram disso, e proliferavam as suas misérias.

Tudo isso foi sofrido, mas talvez com muitas reservas digamos que foi merecido, porém agora encheu a medida. Agora foi determinada:- "a correção do abuso que o homem cometeu na Itália, sobre a religião, e fazer para que esta correção se difundisse no mundo afora". Também pelo fato que espiritualmente, neste remoinho do passado todo, poucos, espiritualmente se adiantaram.

Educação, com uma consciência religiosa real e novas regras, (as certas), pondo cultura, profissionalização no sistema, sem exploração, ajudarão a recuperação, mas há necessidade do elemento base, a terra para trabalhar. Onde o homem possa trabalhar independente, pelo menos se assim preferir, para sobreviver livre e custear o seu progresso com a sua boa vontade, ambição, e força, na dedicação ao seu trabalho. Nisso, o homem encontrará ainda as suas possibilidades evolutivas, somente quando tiver um pedaço de terra para este fim. E este é o quesito: voltar atrás ou ir para frente? Haverá tempo?

Diz-se que os pobres são os únicos culpados de sua pobreza porque não praticam o controle da sua reprodução, mas o que nos vem ensinar a Litáurica apoiada no avanço da ciência hoje? Que o pobre de hoje é o mesmo que foi o rico ou poderoso de ontem, da história que acabamos de ler, e outras ainda......, porque a vida tem continuação. Pois é isso que vem finalmente e novamente, ou definitivamente a descobrir. A continuação da vida nas reencarnações comporta novas considerações, pois é onde se revertem as situações, porque as pessoas vão voltar, perseguidas pelas conseqüências dos abusos que fizeram antes...... E olhando neste funil da história passada, só desta pequena parte, que passado há de se descontar. E há mais, muito mais ainda, porque ninguém desses ainda saiu daqui...E ainda, quando examinamos melhor, podemos observar, que as conseqüências destes erros, cometidos nos primeiros mundos, vem suceder-se no terceiro, estragando a sua natureza e daí em diante ainda, nos focos da pobreza, do sofrimento, da droga, da violência, e finalmente, nos alimentos transgênicos..... A falta de moral religiosa e a corrupção andam de mãos dadas em todos os lugares da Terra e acabaram com toda boa idéia, e até com o primor do índio diante o meio ambiente e a sua natureza, sobrou pouca coisa - poluição, buraco do ozônio, efeito estufa, enfim o Juízo. Utopia? Pois é. Vai se ver, porque as profecias de Nostradamus prediziam "Outubro 1999 - fim dos tempos".

Na teoria, o planeta vai se recondicionar e uma nova humanidade vai nascer, de qualquer forma será uma grande dizimação, que não terá efeito evolutivo, se novamente não for considerado, pelo ser humano, a sua volta ao bom senso, condicionada à observância das leis de Deus. Onde, entre outras coisas, há que:- "a terra é um bem comum e não pode ser represada, pois é do homem para este trabalhá-la, conforme a sua necessidade, em consignação, pois não há como ele ser dono dela". Na Argentina apareceu uma nova classe de pobres, são 13 milhões de pessoas que perderam o emprego pelo efeito da globalização....25 milhões de pobres vivem no aglomerado urbano...., 1,5 bilhões de pessoas no mundo, um quarto da população da terra vive com menos de um dólar por dia...Etc. Etc.

Todas estatísticas que ninguém quer saber de resolver, e se houvesse um assentamento dessas pessoas todas num pedaço de terra que lhes fosse suficiente para viver em paz, também não se resolveria, pois haveria outros problemas e não seria assim simplesmente resolvido o problema da pobreza. Há necessidade de planejamentos, mas, acima de tudo, vontade de resolver. Principalmente uma nova consciência, pois a maioria trabalha nos programas sociais, para principalmente resolver os próprios problemas, enquanto os recursos durarem. Falta a consciência social que deve ser apoiada no conhecimento de fatos reais, como das responsabilidades que derivam de todos os abusos, e os políticos devem compreender bem isso especialmente. Os burocratas, os que governam e gerenciam os projetos sociais, devem conhecer os maiores riscos que correm, pois quanto maior a altura, maior o demérito ou tombo, só que não é no momento, onde poderá até existir um reconhecimento alterado ou ilusório, que porém, no final agravará ainda mais a situação, porque em tudo há continuação e os seus efeitos são os que realmente valem.

Acreditar na reencarnação hoje até que muitos acreditam, mas condicionada aos méritos e deméritos do passado já há muito menos, mas é fundamental saber da aura que individualmente lhes registra todos os fatos, e até os pensamentos mais secretos, as ações praticadas, sempre gerarão as suas conseqüências reais projetadas no futuro, quer seja coletivo ou individual.

Sem este conhecimento nada se faz, nada se resolve, além de satisfazer os interesses próprios, já de princípio, nenhum programa vai para frente e o problema sempre ficará existindo, para dar sempre continuação a sua exploração. Tanto que haja uma causa sustentável e que seja inteligente, será usada principalmente para arrecadar fundos para sua sustentação, mas se extinguirá sempre em si mesma. Se não há idealismo como força motora, nada vai ser realizado em prol do social, e os ideais são sempre um certo tipo de causa própria, salvo quando se prove as condições básicas de que falamos, em que todas as partes são envolvidas, onde os mais carentes e mais pobres de hoje, nada mais são do que aqueles que já foram os poderosos de outros tempos e abusaram disso. A Litáurica já provou para muitos este contexto, com experiências individuais inquestionáveis, que tiraram todas as dúvidas de todos os envolvidos, pois estas situações ainda são evidenciadas nas fotografias das auras onde, se descobre as mazelas do passado que lhes trouxeram as dificuldades atuais.

Diante de fatos assim, caem as conversas e todas as teorias, pois estes são fatos. Então pergunto aos que hoje podem - por que não dão um jeito nessa pobreza, se amanhã simplesmente farão parte dela se não resolverem? Não é difícil resolver, quando realmente se deseja. Sabem que a educação é básica, que a profissionalização dos jovens também é, assistência aos projetos de assentamento, bancos de sementes, projetos de saneamento, água, luz, etc.. Falou-se tanto que se tornou fácil. Quando verdadeiramente se quer resolver, é só afastar dos projetos e participações, os que prejudicam pregando de formas diferentes do explicado, e aí se verá que as coisas irão para frente.

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