Anterior Capa Próxima

A mensagem das pedras

Já se falou de como a antiga mensagem esotérica depositada nas gemas pode ser interpretada nos seus múltiplos e profundos aspectos.

Mas agora, merece um discurso separado a forma pela qual tal mensagem pode penetrar na realidade e na problemática da existência do homem, neste seu momento intelectual.

Na realidade, este problema adere muito aos problemas mais complexos de cada indivíduo, aqueles que mais o assombram, e para ingressar nisto é preciso partir de uma pequena premissa: deve-se considerar que o homem convive com os seus problemas, pois quem pode afirmar que não os tem?

Existem muitos tipos de problemas: os concretos e evidentes, que muitas vezes são de menor importância que os mais sutis que envolvem e deslizam, imponderáveis, mas que, envolvendo a psique, se adentram no metafísico.

É por isto que existe aquele que sofre por não conseguir dar um endereço e um sentido à própria existência, que percebe uma sutil insatisfação que lhe permeia todas as suas ações, que sofre esmagado vivendo os seus complexos psicológicos, que sofre por sentir-se diferente, não entendido, que se sente só e sem soluções, que sofre uma emotividade fora de seu controle, ou ainda aquele que percebe que não sabe gerenciar a própria vida, ou ainda aquele que sente a falta de uma globalidade que possa compreender os seus interesses e suas ações, etc.

As problemáticas são muitas, e todas sofridas e assombrosas. Problemáticas que o homem não tem preparação para enfrentar e, por esta razão se sente sem ação, como se fosse impelido a uma luta desproporcional, contra um inimigo forte e desconhecido.

E assim, procura solucionar os seus problemas, porém com os meios que conhece, que são os mesmos que já o levaram às criações destes mesmos problemas.

Quando se sente só, reage e procura uma companhia, quando está triste, procura uma diversão, uma emoção que enseje um momento de alegria; do medo da morte, reage, insensibilizando-se, com desordenadas experiências.

Porém, em tudo isso com certeza não encontra uma solução para os seus problemas, porque estes são inadequados ao seu momento intelectual em que se acentuam mais. Por este motivo o homem aprende a conviver com eles e se convence de que são normais e fazem parte da natureza humana.

Na realidade, o homem muitas vezes não consegue solucionar os seus problemas porque não se conhece bem e não sabe de onde estes provêm. O homem vive estes problemas porque não conhece a sua natureza interior, seu passado o astral e espiritual, e não vive de acordo com essa natureza.

Entretanto, não e válido pensar que o homem tenha de conviver com problemas, e ninguém diz que tenha de conviver toda a sua existência com uma problemática não solucionável, pois, conforme as mensagens que as gemas nos transmitem, e que se ligam aos contextos da Lito e da aura, a cada ser humano se reconhece o direito de conhecer a sua verdadeira natureza, e de viver conforme esta, com a justa consciência espiritual, onde se solucionam simplesmente todos os seus problemas. Faça uma fotografia da aura Litáurica e se disponha a seguir as orientações que daí lhe virão.

Porém, é claro que isto não é referente somente à gema, pois este é um grande contexto, mas no "contexto homem" e a sua natureza integrada à Natureza de forma espiritual e palpável, as gemas contêm uma proposta operacional que pode permitir ao homem a solução de seus problemas, encaixando-se na sua procura metafísica no ambiente de sua vida e no seu cotidiano.

Esta é hoje a proposta Litáurica, na continuação da doutrina Shan por definição dos Mestres.

Anterior Capa Próxima