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Nova Era

A Nova Era já nasceu, mas ainda é recente, fez 5 anos em 30 de junho do ano 2000, entrou no quinto ano. A velha terminou o seu tempo naquela data e agora, simplesmente, está no seu estado de transição, da passagem definitiva na Era de Aquário. São muitos os que ainda não sabem desta mudança de rumo. Uma profecia de Nostradamus anunciava o fim dos tempos em Outubro 1999, mas muitos não conheciam e é onde dizia também: - "o Pontífice e o Sepulcro conflitarão em terras distantes".

Ele previa este conflito há 500 anos atrás, que devia acontecer agora "nas terras distantes", porque ele vivia na França e esta discussão aconteceria na América Latina, que é bem distante da França. A América Latina foi escolhida para ser o berço de uma nova religião, que terminando com o poderio da velha, conflitaria com ela, pois é natural - esta visão de antigüidade, que ainda as antigas religiões apresentam conflitam com a simplicidade da Litáurica. Não chega a ser um verdadeiro conflito porque tudo o que é antigo vai simplesmente acabar na visão que se refere "ao Sepulcro", pois é ali que acaba. Está indo para lá, para o Sepulcro e com grande estardalhaço, pois é aquilo que especialmente está acontecendo com estas movimentações de massas de gente – missa do galo e missas de seiscentas mil pessoas, de um lado estas grandes reuniões de multidões dos católicos vistas pela televisão quando não, no Maracanã e Maracanãzinho dos Evangélicos, que se confrontam atrás do maior faturamento.

A Nova Palavra entretanto vem crescendo na simplicidade das suas reuniões e dos seus conceitos. Do outro lado vem a opulência do antigo, mas não há base, pois esta está do lado na nova Palavra onde há o renascimento e do outro há somente a teimosia desta massa de gente que vai para o Sepulcro. É a morte de uma época, conclui-se assim o fim de todos aqueles que não saberão nascer de novo na Terra, para um novo tempo, que se chama Nova Era.

A velha Era faliu. Faliu nos intentos, errou todos os seus objetivos e a sua razão de ser. O homem queria refazer-se na imagem de Deus, e não chegou a ver-se como uma criatura, da Criação de Deus. Daí nasceu o seu erro e daquilo é que lhe vem agora o seu castigo, no Juízo. Depois haverá o renascimento, porém todos passarão por esta seleção, que julgará todos os vivos e os mortos de todos os tempos. Quem estiver preparado para continuar aqui, deverá saber adaptar-se às novas regras, de "um único rebanho, de um novo Pastor", de um Mestre da verdadeira igreja de Deus, de um novo Cristo. Esta será também a verdadeira casa de Deus que é o planeta, que da mesma forma deve abrigar todas as criaturas de Deus, que determinou já no início da sua Criação, para que na encarnação e através das experiências múltiplas dos renascimentos, evoluam todas as criaturas para tornarem-se enfim espíritos.

O conflito também teve outro que o anunciou, pois já dizia Jesus sobre João, o Batista, "mais uma vez nos últimos dias, aparecerá o seu ministério, juntando os escolhidos e manifestando os filhos de Deus. Receberão uma pedra branca, que simbolizará o novo alicerce espiritual. Receberão um novo nome, o qual ninguém conhece". Pois este nome é Litáurica, pois "lito" deriva de pedra em grego, e aura é aquele da vida. Daí é que João, o Batista, reencarnou e veio trazer a Nova Palavra anunciada e pondo-a na Litáurica. Não realizou mais uma religião, mas a única religião. Porque a Litáurica nasceu para trazer esta nova Palavra, mas também vem para retirar as autoridades de todas as velhas religiões do planeta. A Litáurica se instala diante da Bíblia, do Alcorão e da Sutra, e tudo o que foi lei religiosa e filosofia derivada disso, pois tudo está vencido, tudo vai para o Sepulcro onde já está correndo o tempo do Juízo.

Dizia São Francisco de Paula, em 1445, sobre o fundador da Litáurica: "será fundador de uma religião como nunca houve. Fará domínio do mundo temporal e espiritual, regerá a Igreja de Deus na Terra", pois esta igreja de Deus é o planeta e o seu rebanho será finalmente toda a humanidade.

A crença antiga era supersticiosa, consistia em fé e culto; a manifestação do culto se fazia nos templos, nas igrejas, nas missas e nas procissões. A virtude do homem se manifestava em cânticos, evocações e oferendas à igreja. A observância das regras era ligada a rituais, a festas, recorrências, romarias, terços, etc. Prestavam assim as pessoas, a Deus, um culto que achavam lhe fosse devido, numa forma material que porém sempre foi profana, porque assim podia-se cultuar o deus da floresta ou do fogo, como cultuavam os antigos, os ancestrais das tribos, mas não ao Criador.

Na religião litáurica há uma nova Palavra que Deus mandou, e esta nova Palavra é baseada no renascimento, em que não há templos, mas há os espíritos que voltam a reencarnar para evoluir pagando os erros do passado. A sua doutrina está na harmonia com a Criação, que deve ser reestabelecida. Com a fé que o homem deve ter com a justiça de Deus, baseada em leis físicas e metafísicas, que não se compram, não se extraviam e não erram, e regem o inteiro Universo, iguais para todos. Onde a relação com Deus está na relação com o próprio espírito, e o espírito da natureza de Deus, quando este espírito não seja embargado por ônus precedentes, vindos das reencarnações anteriores; quando não seja prejudicado pelo seu atual mau comportamento; quando não seja supersticioso ou siga a idolatria; quando não siga a mágica, e seja reto no seu comportamento no dia-a-dia enquanto está encarnado na matéria, pois esta irá debilitá-lo no futuro, em função do seu presente, pelas simples leis naturais.

Esta é a nova Palavra, em que o ser humano descobre a sua participação no sistema como dependente, e conhece como colaborar para que a sua evolução aconteça como espírito, onde sempre esteve a sua razão de ser, pela qual foi criado e colocado num ambiente do qual ele devia cuidar sempre, porque era neste que iria garantir a sua sobrevivência em seu crescimento espiritual. Onde agora vem a descobrir ainda que é nele mesmo, no seu espírito que está a essência da vida verdadeira, porque nele mesmo está a faísca divina que o liga ao divino e ao contexto Deus, e não é o seu canto que o fará crescer, mas as suas obras, por onde projetará o seu verdadeiro crescimento espiritual. Faz parte do capítulo I, da nova era: -"São chegados os tempos em que se hão de desenvolver as idéias, para que se realizem os progressos que estão nos desígnios de Deus. Têm elas de seguir a mesma rota que percorreram as idéias da liberdade, suas precursoras. Não se acredite, porém, que este desenvolvimento se efetue sem lutas. Não, aquelas idéias precisam, para atingirem a maturidade, de abalos e discussões, a fim de atrair as atenções das massas... Moisés abriu o caminho, Jesus continuou a obra, o espiritismo a concluirá". (Um espírito israelita. Mulhouse, 1861).

O espiritismo haveria de preparar o terreno, porém, contrariamente a esta afirmação do Evangelho Kardecista, nas obras póstumas, Kardec pergunta aos espíritos sobre "a vida de Jesus", seria esta a "terceira revelação"?, e lhe respondem - "O seu efeito será imenso, o rumor será grande no clero, porque esse livro transtorna os próprios fundamentos do edifício sob o qual se abriga há dezoito séculos". Dizendo ainda que esse livro tem por missão nivelar o terreno sobre o qual se edificará um mundo novo, e o espiritismo também devia preparar o terreno mas, o "cisma" devia acontecer na Itália, onde veio a acontecer. Evidentemente, não era Kardec ou o espiritismo que devia realizá-lo e hoje sabemos que desta obra ia nascer à Litáurica.

Esta consciência espiritual veio para muitos que a entenderam. Porém muitos se esconderam quase no anonimato, não aceitaram e não quiseram compreender a mensagem. Será que tudo isso é comparável a uma conspiração? Será que tudo isso foi feito para que aqueles que se distinguem como doutrinadores, dirigentes destes Centros ou os fiéis, voluntários serviçais, se acovardassem e se escondessem na sombra da cruz, por medo da impopularidade? Ou atrás do ciúme, do egocentrismo, e inveja católica?

A consciência espiritual do entendimento lhes impõe operar na solução do problema existente e, para trabalhar nisso precisam entende-lo e deveriam fazer isso com todos os meios que estão ao seu alcance, e com todo o barulho possível, para não eximir-se do compromisso maior com a missão pois, esta, no contexto espiritual, é esclarecimento, é ajudar a dirimir as dúvidas do nosso próximo, esclarecer os malfazejos, os ignorantes encarnados, para que a humanidade progrida e para que esta possa proteger-se de espíritos como o "ébrio", que se criam por causa daqueles que não lutam para realizar aquela obra que Deus lhes impôs, através dos conhecimentos que Lhes deu.

Já vimos como se contempla, na metafísica, o início da vida espiritual, na união de uma partícula de energia pura numa combinação fisico-biológica, representando, nisso, o sopro divino. Na mitologia antiga oriental e dos índios encontram-se, acompanhando esta evolução, os espíritos da natureza, das florestas, das águas, e incumbidos de cada manifestação física na evolução desta entidade que, de vida em vida, irá transformar-se num espírito evoluído. Daí, no espiritismo, existem muitas obras psicografadas que falam da vida espiritual, do além, seja nos termos de espíritos constrangidos por não terem, em vida, entendido estas situações. Porém existem de vários autores várias filosofias. Milhões são porém aqueles que seguem a mitologia umbandista em que a vida nasce, neste contexto, de uma manifestação primitiva ligada à terra, onde estes serão os espíritos primários denominados Exus da lama ou, os Espíritos do abismo, do inferno ou, do umbral.

Entretanto terminou esta coisa de inferno e castigos eternos, de expiações e provas. Todas as fontes cármicas das deficiências humanas serão ainda gradualmente arrancadas. Como já foram transferidos os vampiros e os espíritos dos abismos, dos sub-astrais e dos Umbrais, serão transferidos na mesma linha e regredidos a bichos, germes e bactérias, conforme as distorções dos espíritos que serão corrigidos. E muitos são os espíritos que já estão sendo treinados e preparados a reencarnar do Astral, para substituir todos aqueles que aqui não merecerão mais voltar pelo seu atraso, e principalmente pela superstição.

Supérfluo é dizer que estes espíritos estão aprendendo os conceitos Litáuricos, numa moral que ensina que as pessoas não pertencem a esta ou aquela religião mas à Criação, que como um todo é subordinada às mesmas regras, sejam físicas ou metafísicas, onde todos devem trabalhar para o bem de todos. Pois a humanidade que aqui se desenvolverá, terá de atender a finalidade pela qual foi criada, que é o estudo da Criação e não perder tempo em refazer aquilo que nela já foi criado. Enfim o planeta não é mais de expiações e provas, mas "de regeneração", para passar após três gerações a planeta "de grande evolução".

Tudo já foi determinado do alto, onde a Vontade de Deus já determinou aquilo que deverá ser cumprido e tudo aquilo que está escrito no céu se cumpre na Terra. Diante dessa vontade, todas as criaturas deverão curvar-se, não importando aquilo que nas convenções humanas possam representar. Há muitos espíritos em alerta diante das condições excepcionais que no momento no planeta se apresentam, devido aos muitos espiritualmente condicionados que ainda existem, muitos destes serão retirados para serem descartados e muitos chamados para substituí-los. Muitos serão assim regredidos e perdendo os graus adquiridos, deverão refazê-los novamente e com muita fadiga, muito sofrimento, para voltarem, quem sabe quando, ao mesmo patamar que agora não aprenderam a considerar.

Estes são tempos em que o alerta deve ser redobrado, cuidado porque não é verdade que nada tenha acontecido. Aconteceu nos bastidores espirituais uma mudança que acontece uma vez a cada milhão de anos, de onde o ser humano acabou se estranhando, mas sempre fez parte, pois deveria ser o único interessado, apesar da sua consciência ser distraída por falsos valores que artificialmente lhe foram criados, por simples conveniência de espíritos de má fé. Valores que, porém, podem ser reencontrados nos contextos da Litáurica, onde vem a contemplar-se a reencarnação - que sempre existiu, a lei das conseqüências que sempre existiu, e a subordinação das conseqüências das más ações na lei de Talião, e as leis e termos evolutivos dos espíritos, que sempre foram bem mais importantes do que os progressos materiais da vida.

A Litáurica vem reposicionar o homem diante das suas mais sagradas verdades e obrigações, esclarecendo ainda os muitos que já nasceram para destronizar os ídolos, mas que novamente deixaram que se entronizassem novamente em si mesmos. Abram então os olhos, pois agora podem perder definitivamente as suas possibilidades de se recuperar.

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