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O Signo da Besta - O culto da Cruz e de BaalPois vimos ainda nas histórias de Roselis Von Sass, no seu livro "Revelações Inéditas da História do Brasil", que: Um dos dois irmãos – o Senhor do Universo – saiu de Sua esfera de Luz, descendo mais e mais....até chegar à beira da Criação. Ele procurou e achou Akrikô(Lúcifer), seu servo, que se havia transformado num demônio. Akrikô enfrentou seu Amo num plano cujo solo estava coberto de pedras pretas. Ele tinha se prostrado, poderoso e invencível como um dragão, numa laje de pedra. O Senhor do Universo aproximou-se de Akrikô. Ao acontecer isso, toda a Criação parecia reter a respiração. O Senhor ergueu a lança fulgurante que carregava na mão e apontou-a contra o traidor. Akrikô, como que atingido por um raio, caiu de joelhos antes que a lança o atingisse e o pusesse fora de combate. Impossibilitado de fazer algo, ficou estendido no chão, enquanto o mundo construído por ele ruía estrondosamente..." O Juiz, o Herói, havia subjugado o inimigo com a Sua lança! E Akrikô, que se postara diante do Senhor do Universo de modo invencível como um dragão, estava estirado no chão, incapaz de lutar, vencido... Assim terminava a primeira parte da mensagem... Alguns dias mais tarde Amatiri recebia a segunda parte dela: "O Senhor do Universo, o Herói que subjugou o dragão, virá também para o mundo dos seres humanos....como Juiz e como Salvador... Ele virá e destruirá todos os que transformaram Akrikô em seu senhor, adorando-o e venerando-o ...Quando isso acontecer, a terra e as montanhas tremerão... As águas levantar-se-ão das profundezas e o fogo solar queimará muitos dos maus.... Nenhum ser humano que portar o signo do inimigo da Luz poderá escapar de seu destino... Os entes da natureza desenvolverão todo o seu poder, a fim de que nenhum dos marcados escape da destruição... Os que não se deixaram envolver pelo mal, nada precisarão temer! Para eles o Senhor do Universo não virá como Juiz, mas sim como Salvador! Ensiná-los-á, mostrando-lhes o caminho que conduz para o país onde não existe nenhum mal!" (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, págs.23-24). Este foi o teor e a conclusão da segunda mensagem, pois os seres humanos foram ajudados e alertados através daquela mesma comunicação. Aquela mensagem foi de mais de 7000 anos atrás, foi bem antes da vinda de Moisés na Terra, quando os seres humanos, de acordo com os seus livres arbítrios, já haviam escolhido o falso caminho nos falsos princípios de Lúcifer. Não sabiam que eram contra as suas próprias naturezas e a razão deles existirem? Sabiam, mas foram atraídos para apoiá-lo sempre mais. E os seres humanos chegaram depois ao mais nefasto culto da idolatria, ao culto de Baal. Este culto começou a aparecer forte há cerca de 5000 anos antes de Cristo, na Ásia Menor, e se desenvolveu até alcançar a Grécia e também Roma. A sua influência atingiu ainda a China, e mais tarde, até os povos do México e do Peru. Depois da colonização veio a atingir o Brasil. Quanto mais os seres humanos se entregavam a estes princípios, mais se iludiam de que poderiam estar livres no imediatismo, afastando assim a idéia do Carma, da reencarnação. Mas tanto mais eram falsos os ensinos, tanto mais as hordas de Lúcifer voltavam a ficar numerosas, e puderam penetrar em regiões que, de outro modo, lhes seriam inacessíveis.....Sua primeira meta sempre foi atingir a mídia, juntar o maior número de almas humanas, e ativando a preguiça mental, o fanatismo, a luxúria e a ganância, ativaram os baixos instintos dos humanos para conseguir isto. Mas partindo de tão longe assim, na terra evangelizada de hoje, não existiria mais o culto de Baal? Na Terra não existe mais o culto a Baal como uma religião aberta, mas mais da metade de todas as almas humanas, quer estejam aqui ou no Além, estão marcadas com o seu símbolo, porque portam na sua testa o inextinguível e mortífero estigma de Baal: que é a cruz. Pois o texto correto, conhecido pelos guaranis, dizia o seguinte: "Quando Nyanderykey, o Salvador e Herói, vier como Juiz para as criaturas humanas, Ele ordenará aos seus servos que derrubem a cruz de madeira, queimando-a . Pois a cruz de madeira foi implantada na Terra por "Anyay" (Lúcifer) como sinal de seu domínio na Terra...". (SASS, Revelações Inéditas da História do Brasil, pág. 26). O estigma de Baal, o seu símbolo, é ao mesmo tempo a sua arma contra a Luz, pois atrás deste símbolo sempre houve a "mentira". Pois atrás de Baal já estava Lúcifer há muito tempo, que com a mentira veio ao mundo dos humanos, colocando a mentira da crença falsa e os demônios da destruição, que perturbaram a harmonia de toda a Criação.....Tudo isso foi continuado e promulgado na evangelização da bíblia, e da cruz, pois na cruz foi onde penduraram Jesus pela sua paixão. Isto era bom? E quem foi que pediu aos romanos a sua crucificação? Ao lado de Baal, encontrava-se oficialmente "Baalat"! A primeira serva feminina de Lúcifer e, de acordo com a sua espécie, era mais forte que o próprio Baal. Ambos corporificaram o lado escuro da Luz, pois idolatrias já existem há muito tempo! Mas nos últimos cinco mil anos, a humanidade inteira, com raras exceções, se perdeu nas redes estendidas por Baal, o senhor dos mais fortes servidores de Lúcifer que veio a ser distinguido como Satanás. Até hoje em dia o ser humano é prisioneiro de suas falsas crenças e dos seus falsos ídolos de barro que ele venera. Nisso, os cristãos não fazem exceção. Adoram ídolos criados por si próprios, dos quais esperam que arbitrariamente castiguem ou perdoem e os ajudem. E quando esses ídolos não satisfazem seus rogos, os penduram e são acusados de injustos ou, então, se julgam vítimas de um destino incompreensível. Ousam denominar o Criador, como sendo o deus da cruz e o seu filho Jesus, os fantoches por eles criados! Afim de torná-los favoráveis a eles, oferecem àquele deus e a Jesus sacrifícios! Ou recitam orações maquinalmente, às centenas, ou fazem caridade, na esperança de que essas lhes sejam creditadas, quem sabe onde, como se fosse uma conta virtual e espiritual. Além disso, o culto do Cristo tem exigido sacrifícios humanos! Sim e muitos, não é? Pois que diferença haveria entre os cultos de Baal, dos antigos sacerdotes que ofereciam sacrifícios humanos, e os crimes da Inquisição? Depois de Lúcio Terceiro ter introduzido a Inquisição, o número das pessoas torturadas e assassinadas foi bem maior que o obtido nos piores cultos dos povos antigos. Os déspotas cristãos agiam de maneira muito mais condenável que os sacerdotes dos antigos cultos. Torturavam e matavam em nome de Jesus! A Inquisição foi introduzida pelo concílio de Verona de 1184, depois disso iria fazer falta o culto aberto ao Baal? Os antigos sacerdotes que abriam o peito das vítimas, que sacrificavam a Baal, lhes extraíam o coração palpitante e bebiam o sangue misturado com mel de efeito alucinógeno. Mas as vítimas eram poucas. O clero cristão devia sentir-se tremendamente exaltado ao ver os números das vítimas das guerras que o clero poderia ter evitado, pois era um trabalho de grande porte, em que milhões e milhões foram oferecidos ao deus sanguinário. O nazismo com o Holocausto, com 6 milhões de vítimas bem sofridas aniquiladas nos fornos a gás, uma glória! Hiroshima e Nagasaki, duas bombas, mais de 200.000 mortos, carbonizados, e milhares com chagas e pragas, um luxo...... E os conquistadores espanhóis e portugueses, que antes fizeram o genocídio no Brasil e América Latina. Pois que beleza! Milhões eram escravizados, saqueados e assassinados invocando o Espírito Santo, todos evangelizados com a imposição da força, e colocaram a cruz, como escárnio ao sofrimento do Filho de Deus. No lugar dos caídos ídolos astecas, colocaram os ídolos da igreja. Antes das batalhas assistiam à missa e depois da sangrenta luta, os cristãos se reuniam em orações de agradecimento pelos saques e os escravos que eram partilhados com a igreja. Isso aconteceu apenas há quinhentos anos? Sempre foi assim, pois este cristianismo sempre foi simplesmente a continuação da idolatria. Os seguidores de Baal, que tiveram de conter-se com o primeiro Moisés e com Jesus, voltaram logo depois deles, pois a humanidade entregara-se irrestritamente às influências do reino da sombra e da cruz, o que eqüivaleu ao pedido da sua auto-destruição. O Papa João Paulo Segundo é quem pediu perdão aos índios, aos pretos e ao mundo pelos erros da igreja. Porém este erro empurrou bilhões e bilhões de espíritos, que estavam nos sub-astrais, nos abismos, abaixo das suas sepulturas e nas profundezas dos mares, aguardando a ressurreição não natural, em que eles sabiam que foram enganados, e ainda os que vagavam neste tempo, portadores do símbolo e crença da cruz, para serem regredidos a animais, vírus e bactérias. Pois foram arrancados daqui, para serem implantados na base da escala da Criação, em outros mundos atrasados do Universo, de onde deverão refazer o caminho, para vir um dia a ser gente novamente. Talvez somente daqui há milhares ou milhões de anos. Pois é a estes que o Papa e o clero inteiro, todos culpados disso, devem pedir perdão. Pois já são os seus desesperos que lhes atormentam o sono e a saúde agora. Neste ponto deve-se voltar a considerar que a Terra faz parte de um sistema maior. Um viveiro humano, onde os espíritos devem passar, para fazer as suas experiências e seus estágios evolutivos. De onde sairão depois para cumprir tarefas superiores. Até o seu aprimoramento, todos são subordinados às regras físicas e metafísicas do sistema, que implicam a volta na reencarnação, condicionada ao cumprimento das leis de causa efeito e de Talião. Todos têm possibilidade de errar quando abusam do "livre arbítrio", mas nisso deverão voltar a reencarnar, tantas e quantas vezes sejam necessárias para corrigir os erros cometidos, pois para cada erro, cada abuso, cada desrespeito ao direito alheio lhes corresponderá a um atraso que deverá ser compensado, onde o espírito estaciona sem evoluir. Cada espírito, ao reencarnar, é colocado numa posição da escala social humana, em função dos méritos ou deméritos do seu passado, de onde só sairá, em função das suas atuações na vida. Daí vemos que, ao se fazer tudo certo, conforme a regra do "amar a Deus acima de tudo e ao teu próximo com a ti mesmo", não fará dívidas, não fará abusos a ninguém, e tirará do chamamento da matéria em 33,4 vidas. Mas se pegar o caminho errado, se perderá e, ao final do ciclo de vivência, poderá ser regredido na escala primordial, de onde deverá refazer tudo novamente melhor do que antes. Dez anos astrais correspondem a mil anos neste mundo, e refazer tudo custa somente aos que se deixaram enganar, pois o que é o tempo no Universo, senão escola? Vemos que a mentira é a arma mais forte de Satanás, pois triunfa entre os simplórios de todo o planeta. Guerras santas, guerras civis, bem como saques, estupros, são ordem do dia em muitos lugares. E porquanto se refere à imoralidade e à perversidade, está nos templos, nas igrejas e nas ruas, pois os sacerdotes vendem perdões, os pastores vendem bênçãos e exorcismo, e os milagres são perseguidos pelos atormentados dos seus passados. Toda a feminilidade terrena atua nesta promoção, pois as "sacerdotisas", dos diferentes cultos idólatras, servidoras de Baal e da cruz, valem mais hoje que em qualquer outra época. Os corpos femininos são utilizados para despertar os instintos inferiores dos homens, para atingir o estado de morbidez, nos jornais, filmes e na televisão. Até as crianças são exploradas e dirigidas ao sensualismo. Nas escolas já recebem, como ensino, o cânone religioso que os condicionará pela vida e além dela, quando pagarão as conseqüências de ter-se dedicado ao culto das imagens na idolatria. Nada falta! Os ídolos permanecem os mesmos, pois atrás há sempre os mesmos. Até os entorpecentes, que no passado constituíam os componentes dos rituais dos cultos sagrados, são hoje acessíveis nas ruas, nos colégios e nas escolas, onde há crianças que, já desde muito cedo são condicionadas a eles. As tropas das sombras não pouparam nenhum esforço para abalar a confiança do homem na verdadeira divindade, pois os termos da Criação são claros e diferentes e o ser humano não os entendeu. Os falsos sacerdotes da antigüidade já faziam o culto ao Minotauro, e faziam curas visando o poder e fama. Curavam pelo sono nos templos, pois já eram precursores dos modernos curandeiros e sacerdotes carismáticos, que exploravam a crendice e a falta de conhecimentos do povo. Resinas aromáticas eram queimadas dia e noite, os doentes eram alimentados com sucos de frutas e leite, misturados a sangue fresco de pessoas. E havia locais onde os sacerdotes adormeciam os pacientes com tratamentos e chás hipnóticos e outros, onde os matavam para ler o horóscopo nas suas entranhas, ou retiravam-lhes o coração para comê-lo. E para que não surjam erros, vamos dizer logo que tudo isso já era feito no antigo Egito, e veio a influenciar os Astecas e mais tarde Roma, antes do Cristianismo, onde veio a ser reimplantado o culto antigo na própria Igreja, por Constantino Magno, imperador romano em 313 d. C. Pois o imperador Constantino era influenciado pela mitologia grega e o seu deus era Apolo, mas viu no seu sonho o símbolo da cruz de Baal, que veio a implantar no Catolicismo, pois o que o inspirava não era certamente o humanismo de Jesus. Os primeiros cristãos levavam um outro símbolo consigo, que até despertar o interesse do imperador pela sua religião, era uma tabuinha de pedra sabão, que os identificava, quando se encontravam secretamente nas casas ou nas catacumbas romanas. Nas tabuinhas eram gravados dois peixinhos, pois o Cristianismo nasceu sob o signo de Peixes. O símbolo os ligava ao Cristianismo que era combatido em Roma e tinham de caminhar na ilegalidade. Mas ao adotarem a cruz, entraram na legalidade e vieram gradualmente a adotar os conceitos do Baal. Resta apenas acrescentar que o cânone religioso católico e a teoria da ressurreição vem da antiga religião egípcia, e muitos médiuns e médicos de hoje pertenceram outrora às legiões dos sacerdotes curadores, que já naquele tempo tinham e seguiam o mesmo símbolo, pois também a serpente é o símbolo da moderna medicina, sendo que já era também o símbolo da sombra espiritual. Vimos que esta história, que entrou agora na sua definição, é bem antiga, pois na antiga Caldéia havia o culto da maternidade, da deusa protetora do lar, e o culto do falo veio de lá, para alastrar-se nos minaretes muçulmanos, em toda a Terra. Na Índia, no Nepal, bem como no Tibete, há ainda o culto ao "Siva" e a sua mulher, a horrenda "Durga", ornada de caveiras. Na Índia, como também em toda parte da Terra, introduziram-se crenças falsas e idolatrias, pois sempre, através da casta sacerdotal, é que se introduzia e propagava o mal, como hoje. Como eu já escrevia no primeiro Ponteiro...., das Legiões Litáuricas, escreveu também Roselis Von Sass no livro "O Juízo Final", que o próprio Buddha não foi um "enviado", nem um espírito criado para cumprir uma missão, mas apenas um espírito desenvolvido e foi criar uma grande religião. Mas como poderia, se não estivesse sustentado pelos inimigos da Luz? Pois esta religião nem contempla a ordem criada por Deus. Esse desprovido, por ser um príncipe na Terra, achou que também poderia sê-lo no céu, pois é o contexto da mídia que deveria predominar pelas "sufragens" do número dos seguidores, mas estes valem só na Terra e nada valem nos contextos da Criação. Ele usou o raciocínio, pois não estava alimentado pela Luz. Em suas fortes limitações, ainda foi preso à matéria grosseira, que se desenvolve somente nas reencarnações, até que, no seu desenvolvimento verdadeiro, possa chegar à soleira do verdadeiro mundo espiritual, pois esse mundo daqui se confunde muito, considerando-o com as múltiplas dimensões do Astral. Buddha seguiu somente o caminho normal do ser humano, mas errou, induzindo os outros a pensar que, nas suas oferendas e orações, pudesse ser resolvida alguma coisa no contexto da evolução espiritual. O problema nasce com o sacerdote e logicamente, na casta sacerdotal piora, a teoria provada com o Dalai Lama do Tibete, pois é a máxima autoridade desta religião, está na décima quarta reencarnação e como chefe, é procurado e sempre reintegrado no seu cargo a cada vida. Mas ele ainda não foi espiritualmente a lugar algum. E aos grandes monges e lamas que o acompanham, aconteceu o mesmo. Começarão a crescer quando aprenderem a viver o seu Carma como todos. Diante disso as revelações pré-indianas, dos Vedantas, continuam valendo, pois já continham, outrora, tudo o que as criaturas humanas necessitavam para o seu desenvolvimento espiritual, na direção correta. Por que foram alteradas? Pois, logo depois da época do Cristo Vyãsadeva, os sacerdotes da primeira casta, pela sua ambição, tornaram-se também servidores das sombras. Começaram a ampliar e "interpretar" e alteraram-se os ensinos. Com o conhecimento limitado do raciocínio terreno, os puros ensinamentos dos Vedas foram interpretados e escritos novamente, e aumentaram o número dos pretensos deuses, e o próprio Krishna foi transformado em divindade e a pavorosa Durga, elevada a "Mãe do Universo". Não vai começar tudo novamente agora, pois em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, no Brasil, em 24 de Janeiro de 2000, foi declarado pelo Arcanjo Raphael o início da Nova Era. Foi oficialmente reconhecido pelo Plano Espiritual o novo tempo e foram desclassificadas todas as crenças ou religiões anteriores. Foi confirmada a limpeza astral e dos sub-astrais realizada pelas forças litáuricas, comandadas da Mesa Litáurica presidida por Luigi, o Cristo, e determinou em nome do Pai e Criador, que o Juízo continuará por 10 anos astrais. Proclamou que, a partir de três gerações, não haverá mais entidades espirituais atrasadas na Terra, que não contemplem na sua vida a prática e o entendimento dos valores dos princípios litáuricos. Ou seja, neste tempo serão retirados ainda do planeta Terra todos os que não contemplarem os conceitos desta religião. A Litáurica é o termo do Juízo, aceitá-la ou não é termo de auto separação. Não é mais permitida a discussão ou o questionamento, pois a Litáurica é baseada na prova da fotografia da aura e do seu tratamento baseado na verdade. A Litáurica vem reposicionar o homem diante das suas mais sagradas verdades e obrigações, esclarecendo ainda os muitos que já nasceram para desentronizar os ídolos, mas que novamente deixaram que se entronizassem em si mesmos, e diz: "Abram então os olhos, pois agora podem perder definitivamente as suas possibilidades de se recuperar". Aí podemos ver que o Filho do Homem não está investido como Juiz no Julgamento. Vemos que unicamente Deus pode julgar, pois é do passado de cada um que virá a sentença! O Filho do Homem traz mais uma vez a Sua "Palavra que está na Litáurica", que já veio anteriormente nos Vedantas, Isaías, João, o Batista, Gregório VII, etc.. E nessa palavra encontra-se, então o julgamento! Da maneira como o ser humano receber a Litáurica, desta vez, assim julgará a si mesmo. Cada um, individualmente, tem assim, mais uma vez, pelo livre arbítrio e graça de Deus, a livre escolha. Aliás, "pela última vez". Dizem que a Litáurica é radical, mas é um contra-senso, pois é uma obra antiga e hoje provada, por isso, quem não estiver categoricamente de acordo com ela automaticamente cairá! Arrastar nisso algo do já existente é completamente impossível, pois tudo aquilo que vem do sacerdote é uma partícula do velho, criada pela inteligência humana que não valerá. A Litáurica tem de ser assim aceita, agora, completa intacta, inalterada e sem distorções. Não existem "acordos" com outros conceitos, pois não existem comparações possíveis! Tampouco poderá haver "debates", pois aquilo que se prova...é, e não se discute! Pois diz ainda Abdruschin: "Se o ser humano, como que num salto, ousar colocar-se sobre o novo solo, levando algo de antigo, isto é, não acatando-a confiante como uma nova base de seu pensar e intuir, sem influência do que é antigo, assim, a partir deste seu novo ponto de vista, verá, de imediato, todos os caminhos espirituais se abrirem, caminhos que até agora estavam turvos ou fechados para ele, então poderá reconhecer também, a sombra de onde havia caminhado erradamente até agora. Para esse salto porém, é necessário, um grande esforço, domínio de si mesmo, e muito coragem". Por tal motivo resulta, automaticamente, que apenas chegam a esta meta os que descobrem neles mesmos as problemáticas da aura, do carma, que segundo a visão Litáurica se lhes desvendam como erros do passado, muitas vezes inglório, a serviço das instituições predatórias, quando mataram e abusaram, explorando aquele próximo a quem deviam ajudar e que agora os cobra mediunicamente... Pois todo o antigo condicionamento deve ficar para trás, pois agora entendem o que estava certo em todo o antigo, pois está novamente e claramente contido na Litáurica, já que esta emana diretamente da prova da verdade. A dificuldade se faz necessária a partir da fotografia da aura, porque para construir o futuro deve-se conhecer se há entraves do passado, e os indolentes, indiferentes e fracos de espírito que não queiram ou não tenham coragem de enfrentar, ficam de antemão excluídos! Nunca alcançarão o desejado e necessário solo novo, prometido a todos os que se disponham a procurar a recuperação. Onde, unicamente, pode-se oferecer a salvação absolvendo todos os contextos cármicos, inclusive aqueles da aura, pois só assim irá se constituindo uma base firme que nunca vacila nem desmorona. Multidões de espíritos humanos, que hoje se julgam fiéis da cruz, e que numa falsa humildade desejam aproximar-se, arrogantes, do verdadeiro trono de Deus, serão pulverizados antes de poderem chegar aos degraus do trono! Julgam-se justos e não dão importância à Litáurica, até sorriem dela em sua superficialidade e estreiteza, sem pressentirem que com isso enfrentam o gládio judicial do seu próprio espírito. Por isso, abram agora os ouvidos, trata-se do vosso espírito! Ouvireis muita coisa valiosa para vós e não mais esperareis sossegadamente por coisas que já estão prestes a passar por vós – Despertai, antes que seja demasiado tarde! |
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