|
|
O passe magnéticoA partir da fotografia da ponta de um dedo da mão, realizada na máquina fotográfica Kirlian, temos a fotografia da aura. Nela, podemos avaliar as condições desse campo energético de uma pessoa. Um campo que acompanha a vida da pessoa e que definha quando ela morre, mas que não muda com as estações da vida, senão quando pode começar a mudar de um ponto qualquer em diante. Pois a certo ponto, e quando tudo está bem, pode acontecer uma mudança imponderável. A partir de qualquer idade, uma pessoa pode ter a sua vida alterada em conseqüência de uma energia intrusa, que pode penetrar e ser detectada na sua aura. E há determinadas condições que podem fazer com que uma pessoa já ao nascer traga cicatrizes, aberturas da aura ou estranhas energias nela. O conceito analítico dessa fotografia, se compara para uma pessoa como um todo, como uma análise da sua parte metafísica, que lhe contempla uma energia que não pode ser vista de outra forma a não ser por esta fotografia. Pois trata-se de uma energia intermitente e pulsante, que num tempo mínimo, determinado automaticamente pela máquina, forma uma figura, pois a parte do dedo que se pressiona na película, fica submetida a uma irradiação de uma freqüência eletrônica transmitida de uma placa abaixo, que ilumina o seu campo numa câmara escura. Nisso se atrai, como que o chupar dos condutores terminais que conduzem a energia Yin e Yang à ponta desse dedo, um certo volume que se forma nesse tempo específico. Daí vindo a gerar-se uma figura que, quando revelada e aumentada num processo de estampa fotográfica de 8x12 cm., forma a imagem áurica. Considerando-a na metodologia da sua interpretação, podemos observar o equilíbrio das energias, a sua harmonia, a sua exata distribuição. Pois temos aí uma amostra do campo energético que deve agasalhar uniformemente toda a epiderme da pessoa. Nisso existem sinais na base em que podem ser detectadas doenças físicas, pois todos os pontos da aura correspondem a pontos vitais. O conceito de avaliação dessa amostra é igual ao da análise do sangue, pois de uma gota tomada da ponta de um dedo da mão, pode ser realizado o exame clínico de todo o sangue da pessoa. Da mesma forma, nessa fotografia temos uma amostra de todo o seu plasma etéreo. A partir daí porém, nós consideramos que a aura é um campo de energia vital, que ainda age como um órgão importante por si mesma, porque fica interposta entre a matéria física, a matéria cósmica e o plano astral. Recebe impulsos e os transmite de dentro para fora e de fora para dentro do corpo, ao mesmo tempo. Através das suas células funciona como um telefone celular ligado ao ambiente externo, que chamaremos de cósmico como um todo, compreendendo as energias da luz, do ar, cromáticas das árvores e das cores naturais, etc., por onde recebe ainda do espaço o plano vivencial contínuo, como se fosse transmitido por um programa informal cruzado com aquele do seu ambiente. É daí que vem a sua harmonia, o seu equilíbrio, e quando não haja outras interferências, chamadas de casuais, o plano vital funcionará conforme programado. Porém, fotografando esse campo, podem-se encontrar energias diferentes que pairam no seu exterior, ou outras misturadas às energias vitais da pessoa e, considerando a sua forma, tipo, cor, quantidade, pode-se determinar a proveniência e os problemas que elas podem comportar. Pois aí agem os cobradores espirituais, que do passado vêm para fazer as suas cobranças na lei de Talião. Mas aí temos a visão de que muitas fotografias trazem energia externas, que somente pairam no exterior da aura, como sujeiras metafísicas que podem ser retiradas, pois qualquer energia estranha que paire na aura interfere com o seu bom funcionamento, refletindo conseqüências desarmonizadoras no equilíbrio da pessoa. Muitos não conhecem a importância de um passe magnético. Como muitos também não conhecem a existência de tudo isso, e outros ainda, não conhecem os problemas que um passe pode comportar, quando seja aplicado por uma pessoa que não tenha condições de aplicá-lo, fatos que podem ser tão prejudiciais para quem aplica quanto para quem recebe. Anton Mesmer, considerado como o pai da hipnose, foi denunciado como impostor pela Academia Francesa de ciência por esta confusão, pois é verdade que o magnetismo dos passes, produz o crescimento das "enzimas naturais" da aura, como ele já havia anunciado dois séculos atrás. Mas hoje conhecemos também que todas as doenças podem ser contraídas ou espalhadas através de um passe magnético. Se ele for aplicado por um mau magnetizador a uma pessoa, que porte os vestígios dos seus problemas emocionais, na sua aura podem-se criar problemas. Pois aqui não se trata de problemas infeciosos materiais, mas problemas mediúnicos, pois todas as possessões são espirituais e tramitam nas auras, e também a "Ciência da cura espiritual", um livro de Ramacharaka, nos diz que todas as doenças podem ser contraídas através de um passe magnético, porque não deixam de ser doenças aquelas que provocam distúrbios na área da psique ou no físico ou emocional. Hoje já temos provas de laboratório em universidades que estudam as enzimas, e pode-se determinar que há pessoas que podem limpar os campos áuricos, favorecendo o seu crescimento. Como há outros meios também, para descarregar as energias superficiais das auras, que podem ser nocivas às pessoas, pois andar descalços na terra ou na grama molhada, apoiar-se a uma árvore úmida é benéfico. Evidentemente tomar banho de piscina faz bem porque ao sair da água, a pessoa molhada faz contato com a terra molhada ou com uma escada de aço ou uma calçada de pedra cravada na terra. Para entender bem este contexto deve-se considerar – para onde vão os que perdem a sua matéria grossa que vai para debaixo da terra, o que sobra do seu ser, que desencarna e morre? Num plano vibratório conforme o seu grau de evolução, que os deixa ainda com um certo grau de intensidade. E a sua aura vibra onde? No plano vibratório que corresponde a essa sua mesma evolução, e nisso ficará sozinha em virtude de bilhões, que já estão lá na mesma situação, que apoiando-se a sua, tentarão sempre aperceber alguma coisa da sua vida, pois pairando na superfície da aura do ser encarnado fazem isso. A aura passa a sensação da matéria fina que definha da matéria grossa, pois passa somente para um outro estágio de vida, mas com todos os seus sentimentos e lembranças, inclusive ódios, paixões, etc. Este campo é conhecido como orgônico, em que as energias iguais se atraem, ao contrário das magnéticas, que só se atraem quando são contrárias. E aqueles que pensam que estão sozinhos, porque não enxergam ninguém à sua volta, estão bem enganados, pois um sem número dessas energias "vivas" rodeiam sempre o campo energético de cada um. Esta é exatamente a razão de ter milhões de doentes com distúrbios que os médicos não sabem curar, que se limitam a considerar como doenças imaginárias, pois não consideram este contexto aura, porque o ser humano é composto de um conjunto de peças de matéria grossa ativada por essa energia intermediária, que pode ser influenciada por outras. Nisso se chocam várias culturas e crenças, e nisso impera o superficialismo, porque muitos falam sem provar nada, pois o conjunto humano se divide em 7 partes teóricas: átmico ou nirvânico, búdico, mental superior, astral, duplo etérico e corpo astral. Já os egípcios dividiam-no em : Hati – fonte da vitalidade; Tet – corpo astral; Sahu – duplo do corpo físico; Xá – corpo físico. O fato atual porém nos traz a fotografia da aura, por onde podemos enxergar inteiros os contextos, que podem ser interpretados e provados pelos seus tratamentos, que na Litáurica são realizados. Onde se descobre assim que as pessoas devem cumprir os planos cármicos que lhes tocam, já que pelas suas auras recebem esta influência por programa derivado da sua preexistência, de onde já trazem o registro daquelas conseqüências, daquelas ações cometidas em prol ou contra o próximo e da natureza, da inobservância dos decretos postos nos Mandamentos mosaicos, e dos que ainda vieram a ser confirmados pelo Filho de Deus. Onde vem a descobrir-se ainda os agravamentos possessivos e mediúnicos, quando na conseqüência causa-efeito tenham-se cometido ofensas graves, pois nisso a aura leva larvas de vampirização mental ou orgânica. Nisso fica influenciado o campo mental superior pelas entidades ancestrais, e o inferior mental pelos dimensionais cármicos, que influenciam a fonte da vitalidade e o corpo astral. Onde o nirvânico, através do físico, é ligado ao primitivismo dos instintos do corpo material. Já no duplo etérico se alocam os compromissos a serem gerados, que geralmente atingem os campos vitais através dos gânglios da coluna, ou os cármicos mais graves, que implicam com o lado afetivo, influenciando a fala e a relação, na ativação do gânglio fonético da coluna, ou criando um bloqueio na veiculação da energia vital, logo abaixo desse gânglio, permitindo que a pessoa seja atingida nos órgãos vitais, alocados mais abaixo de lá. Outra atuação parecida é aquela que, bem acima do cardíaco, abre, bloqueia e envolve o Plexo Solar, posicionado bem no meio do estômago. Os sofrimentos induzidos e anímicos que aí nascem pertencem aos vários estados de medo, como depressões, neuroses graves, e são transmitidos através do Plexo Solar, que atua ainda como "receptor". Quando é irradiado pela energia odiosa do obsessor espiritual, pode levar aos dilemas religiosos, assim como ao suicídio ou homossexualismo. O Plexo Solar é o centro nervoso mais importante do sistema nervoso vegetativo, ao qual pertence o nervo vago, que assimila a impressão da matéria grosseira e ainda regula os processos vitais de que fazem parte as atividades respiratórias e digestivas, e as atividades do cérebro e glândulas. O Plexo Solar, na aura, se localiza a frente da aorta, logo abaixo do diafragma. Esse é também o motivo de o ser humano sentir todas as reações anímicas, sejam de que espécie forem, primeiramente na região gástrica, no Plexo Solar! Os povos antigos conheciam a importante função desse grande centro da rede nervosa. Mas não sabiam que também as energias espirituais da possessão podem ser recebidas através dos gânglios da coluna, por onde atingem novamente o nervo vago, e através desse o estômago, fígado, rins, intestino, cólon, bexiga, plexo básico e órgãos genitais. Pois a cadeia ganglionar pode ser influenciada do alto, a partir dos vasos do crânio do plexo coronário, ou do meio na altura do básico ou genético, ou ainda no plexo da Força Primária que vem da terra, no Kundalini. As forças espirituais não devem entretanto ser confundidas com as cósmicas, pois enquanto essas estão presentes e vêm do ambiente, do meio vibratório da pessoa lhe vem as que pairam, e como as segundas vêm do espaço ou da Terra, as outras podem interpor-se nelas em pequenas quantidades e penetrando os centros de força, atuar através da aura eletrônica atingindo alguns dos pontos vitais, influenciando assim o organismo. Um passista pode fazer de ponte entre a terra e a superfície desses centros de força de alguém e com a intenção de limpá-los, arrastar essas energias do ponto de força para fora do campo da pessoa. Normalmente age na altura do diafragma, depois no Plexo Solar no meio do peito e ainda logo abaixo do estômago. Antes disso, num ato intencional, acumula a energia nestes pontos primeiro, e depois arrasta-a para fora. Faz isso três vezes para cada ponto, alternando as polaridades das mãos, começando de cima para baixo, primeiro começa com a esquerda em cima da direita, e depois repassa alternando a posição. Depois disso, considerando que as energias que fluem pelos centros de força descem sempre do alto, o passista coloca as mãos em concha acima da cabeça da pessoa, solicitando uma irradiação especial ativada através de um Pai Nosso mental, que recita então enquanto alisa os centros de força precedentemente limpos, alastrando as mãos de cima para baixo, também três vezes. Entretanto o passista não sabe como está a aura da pessoa na qual está aplicando o passe, e esta pessoa pode ser atuada de forma grave e aí é que está o perigo, pois a pessoa pode estar influenciada por várias entidades e estas, podem tanto atuar na aura da pessoa quanto naquela do passista, e ao mesmo tempo ainda sobrar, permanecendo em parte na aura do passista para atuá-lo depois. A partir de que todas estas situações hoje podem ser fotografadas, é aconselhável que a pessoa que queira ser passista considere bem os riscos, e considere também que ter uma aura boa que se lhe constitua como uma boa defesa é básico, enquanto as auras devem ser vistas como se fossem vasos que devem conter energias para ser dispersadas e, para fazer isso, devem ser fechadas, para não receber energias estranhas nelas. Numa análise superficial, muita gente anda com energias estranhas na aura, consequentemente anda com problemas mentais mediúnicos e não se quer ensinar aqui a técnica do passe, mas alertar sobre os problemas que as pessoas desinformadas podem encontrar nisso. A própria crença da continuação da vida, no depois da vida e da continuação da perseguição, enfrentando sempre as conseqüências daquilo que de errado foi feito ante à lei de Talião, do olho por olho, deixa as pessoas indiferentes, pois a maioria dessas pessoas não acreditam mais em nada. E ainda há muitos pais que mandam os filhos aprender essa moral no catecismo, daí se esta situação já é herdada destas antigas crenças cegas aos contextos metafísicos e da aura, até onde este contexto se prova de forma evidente fotografado e tratado, a solução somente pode vir através do Juízo Final, e depois de um certo tempo nenhum destes infratores poderão mais voltar aqui. |
|
|