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Regresso - Metempsicose - DijinsO Espiritismo discorda da teoria da regressão do espírito porque reúne num só contexto toda a mediunidade. Qualifica tudo o que é médium na escala da paranormalidade de onde nasce a confusão, mas há diferenças e através da fotografia da aura, surgem condições para classificar essa mediunidade. Há evidências fotografáveis, que provocam conseqüências mentais ou físicas, que influenciam o corpo vivo do atuado na sua aura, que se evidenciam na manifestação mediúnica do mesmo indivíduo, que o confundem. Ao nó áurico se prendem os envolvidos na situação que é sempre cármica, e vem sempre de longe, dos tempos passados, de onde uns vieram a reencarnar e os outros a cobrar soluções. Esta situação deverá ser resolvida pelo atuado, devendo este operar nesta única finalidade, e preocupar-se através da sua regeneração, meditação e orações, em desgrudar e encaminhar os cobradores para que, dando-se por satisfeitos, atinjam as condições reencarnatórias, ganhando assim a libertação. Desta forma, quando o último cobrador sair, deixará a aura fragilizada, mas poderá ser-lhe recondicionada naturalmente. A tal fato corresponde, unicamente, o fim da mediunidade cármica. Entretanto há muitos que não consideram a mediunidade assim e até se constituem em "falange" com os cobradores e exploram o fenômeno transcendental que a situação lhes apresenta. Em condições normais considero uma percentagem muito pequena, em torno de 2% da população planetária que, tendo empatado o plano das reencanações, possam evoluir como espíritos, livrando-se assim, do chamamento da matéria. É uma pequena porcentagem que poderia ser bem maior, se houvesse menos materialismo, mais espiritualismo, menos cultos das personalidades, menos incentivo ao sucesso material e ilusório, mais clareza das doutrinas, mas não há - e a percentagem é pequena, e aí estão as razões pelas quais há poucos em condições de fazer parte da humanidade vindoura, que ainda será isenta das castas clericais. Esta nova humanidade já será mais adiantada, porque nela haverá espíritos melhores, mais evoluídos, mais selecionados, porque muitos já serão descartados pelo Juízo, que está correndo. A continuação da moral religiosa será, no futuro, confiada ao homem comum. Porque esta sempre foi uma responsabilidade individual, pois cada um que respira para viver, deve também dar condições de respirar ao seu espírito. Cada um que tenha perfeita consciência espiritual sabe que abre uma dívida quando respira. No mínimo, para compensá-la, deve providenciar a continuação deste conhecimento aos outros, fazendo assim, a sua parte opera no humanismo. Pois já como simples conseqüência do fato, temos que a sua vida vem a ser possível pela colaboração dos outros elementos, também do seu próprio meio, que permitem que ele respire, se agasalhe, se alimente e evolua, já devendo portanto isso. E é nesta consciência que nasce a nova religião, onde é o seu trabalho comunitário que lhe proporcionará avanço espiritual, pois esta é consciência de fazer parte de um contexto da Criação e não ser o dono dela. Esta é a base do conhecimento espiritual que falta hoje. Ou talvez deveria dizer que seja a consciência moral dos espíritas que falta, já que há muitos nesta terra, que deveriam ter maiores conhecimentos espirituais, pois ser espírita é mexer com espíritos, e daí ter provas e consciência da reencarnação e da continuação das histórias entre as pessoas. Nisso tudo se enxergam fatos, se tem evidências, por que não espalharam isso aos católicos desprovidos e aos crentes que não conhecem? Por que deixam progredir estas religiões, onde há só valores morais que ajudam ao governo do povo? Porque são inspirados pela luz da sombra, e assim muitos se perdem por falta de conhecimentos. Certamente, porém, deve-se considerar que muitos têm problemas cármicos que lhes provocam condições mediúnicas, por onde recebem a sua inspiração. Porém não consideram que esta lhes vem do mundo das auras, dessas dimensões da sombra, inconscientemente acabam tornando-se meios veiculares das mensagens canônicas, clericais, pois esta é a lei do amor da conveniência e da corrupção, e muito desta conta será apresentada aos espíritas, cuja preocupação maior é falar com os mortos que não têm nada a lhes dizer, senão condicioná-los a uma prática de mórbida fascinação. Exploram de formas diferentes e de formas diferentes serão julgados, mas aí o Espírito do médium pode ser, e será regredido. (veja-se o livro Libertação da literatura Espírita - De Francisco C. Xavier / André Luiz) Cito como meu exemplo, a história de um médium vidente, claro audiente que eu conheço. Uma pessoa de aproximadamente 60 anos, um brasileiro. Os seus préstimos são bastante solicitados numa cidadezinha do interior mineiro onde mora. Já viajou pelo Brasil e pelo exterior, e por outras dimensões. Hoje vê e diz que conversa com a Nossa Senhora. Nasceu com sérias debilitações físicas, achavam que ele não ia viver até que a coisa pegou. Quando criança, a falta de sensibilidade e de equilíbrio quase o levaram a ser queimado vivo, numa estufa, por descuido médico. Até os oito anos de idade não tinha sensações e era mantido num saco preso a um prego na parede de um quarto, tratado como um bichinho. Até hoje, tenta esconder com os cabelos uma larga cicatriz, que se criou onde a cabeça se apoiava no nó da corda que segurava o saco. Lembra-se só que um dia, quando não havia ninguém em casa, viu uma figura com um estranho macacão no vão da porta do quarto ainda fechada. - "Oi! Eu sou o teu protetor", lhe falou. Não pude vir antes, mas agora pode descer daí". E o ajudou a sair do saco e ele andou, e falou. A história deste médium começa quando a mãe quase morre de espanto, ao vê-lo, de repente, daquele novo jeito. Mas depois se descobre logo que é um sensitivo, que pode prever fatos e enxergar aquilo que os outros não vêem e ouvir aquilo que não escutam, etc. Passado um tempo, já o pai lhe explorava as suas faculdades premonitórias extra-sensoriais, e conheceu muita gente, de médiuns a trapaceiros, entre os quais podia ficar rico. E ficou. Cresceu, casou, teve um filho e comprou uma casa bonita, carro, até que um dia perdeu a memória e se perdeu no mundo. Alguns anos depois volta a si, foi encontrado pela polícia quando andava como um andarilho, e descobriu que perdeu tudo, a casa foi vendida, a esposa foi embora com um outro e o filho não quer nem mais saber dele. Numa oportunidade, quando estava bastante pensativo, vê ao seu lado, num ônibus, o seu "Protetor" que não via há muito tempo - "Gostou?", lhe perguntou. Quer que te ajude? Então me escuta". E começa uma nova história. Inicialmente, foi morar debaixo de uma ponte e ficou lá bastante tempo até conseguir formar-se. Aí ele teve um sapo como amigo. Enfim consegue e começa o caminho pelo avesso, pois até lá tinha sido macumbeiro e cafetão. Foi preso e até tinha trabalhado com uma mãe de santo, como vidente, dando consultas, lia os tarôs, búzios etc. Foi assim também que tinha começado e ganho dinheiro, mas agora o seu Protetor lhe ditava as condições. Pois, além disso, a velha mãe de santo tinha morrido e lhe veio a aparecer como um bicho, e queria que ele fosse com ela, porque estava sozinha e tinha muito medo. Vivia cheio de terror quando aceitou a vida de privações e sacrifícios que lhe tinha sido proposta. Devia começar tudo novamente e lhe era permitido ter só a roupa do corpo. Não podia possuir nada de seu. Além disso devia viver em casa de favor, em troca de serviços humildes, não podia receber compensações em dinheiro, nada. Devia cumprir longos tempos em jejum que lhe eram indicados, cumprir tarefas que lhe eram confiadas. Durante 20 anos, passou nestas condições, em 50 casas e, neste período, procurou-me, ficando um tempo também na minha casa, quando depois fui levá-lo comigo à Itália. Antes de fechar a minha estadia lá, certo dia aconteceu que uma senhora vizinha manifestou um problema sério de saúde. Através de uma sessão mediúnica, um espírito de um médico se manifestou e nos aconselhou uma operação cirúrgica espiritual, que o Dr. Fritz e a sua equipe podiam fazer. Eu não tinha experiência nisso ainda, mas pelo que havia ouvido a respeito no Brasil, estas eram feitas com facas de cozinha ou chaves de fenda, e eu não gostava nada da idéia. Mas me explicaram que não havia nada disso, pois a senhora ficaria na sua casa, onde devia só aprontar-se para dormir, depois de ter-se preparado conforme as instruções que lá passaram, sendo que iriam operá-la lá mesmo e assim sendo concordei. O problema era que os médicos da terra não queriam operar por causa da idade dela, pois diziam que esta operação iria debilitá-la demais e era perigosa, mas ela não estava bem. Enfim a operação foi marcada para o dia seguinte, quando essa senhora devia deitar-se e aguardar, enquanto nós abríamos a sessão. Numa salinha atrás do escritório fazíamos isso, eu, minha mulher e o médium, nos preparamos em volta da mesa e o médium manifestou e como sempre eu fazia, liguei o gravador. Através do médium veio uma manifestação que começou a falar coisas que não entendíamos, mas veio um outro espírito também, que, se dizendo médico e falando em português, traduzia e nos explicava aquilo que estava sendo feito. Contou-nos que a senhora, a certo ponto, estava pronta e depois quando começou a operação foi explicando até que, no meio de dois chumaços de algodão na nossa mesa, foi colocada alguma coisa que disseram ser o tumor que tinha sido extraído. Na realidade era tudo um simbolismo, pois eu via o algodão embebido com o álcool que havia sido antecipadamente preparado. Vi todo este movimento mas nada de sólido e a certo ponto a sessão terminava e aquele algodão devia ser posto num banco de uma praça lá perto, e, conforme nos haviam indicado, fizemos. Antes do fim da operação minha mulher foi orientada para ir uma vez por dia, à casa daquela senhora para ajudá-la a fazer um curativo num lugar abaixo do umbigo, onde haveria uma cicatriz virtual com oito pontos grandes de sutura. Depois de 8 dias, conforme nos disseram, fizemos uma outra sessão, quando o Dr. Fritz veio novamente para retirar os pontos e nós fizemos tudo novamente. Ele começou vistoriando o nosso local, pois ficou maravilhado em ver lá uma máquina de escrever elétrica, nos dizia o outro, pois que no seu tempo ainda não havia aquilo. Depois foi tratar da ferida e ficou bravo conosco, pois dizia que havia um ponto inflamado e que os curativos não tinham sido bem feitos. Ao que eu lhe respondia que era desculpável, pois devia considerar que aquela senhora era uma católica, não acreditava naquilo e tinha sido enfermeira, e lá na área onde tinha sido operada, por aquilo que eu sabia, não havia cicatrizes. Então o espírito não falou mais nada, pois ainda lhe disse que até o momento ainda não havia resultados evidentemente benéficos da operação e o espírito se retirou. No dia seguinte, quando cheguei ao escritório, a senhora que tinha sido operada estava me esperando e queria falar com minha mulher. Havia coisas que queria lhe dizer, telefonei em casa pedindo a minha mulher para ir até lá na sua casa, pois não morávamos longe. Quando a minha mulher depois chegou no escritório, contou-me que foi lá e o que viu, pois no lugar onde sempre fazia o curativo e onde antes não havia nada, havia agora uma grande cicatriz de uma operação recente, de onde tinham sido retirados 8 pontos e um estava visivelmente inflamado. A senhora aos poucos melhorou também, pois por causa da idade bem avançada a sua recuperação foi lenta, mas ficou bem e totalmente satisfeita. Depois de um bom tempo, já aqui no Brasil, tive uma outra oportunidade de falar com o Dr. Fritz, agora através de um outro médium. Desta vez, falava perfeitamente o português e demos risadas lembrando daquilo na Itália, e me explicou que às vezes há necessidade de fazer estas cenas de operações vistosas, para que as pessoas se choquem e aprendam a considerar a existência do mundo do além, dos espíritos e a continuação da vida. A última vez que falei com ele foi ainda com um outro médium, em 27-05-2000, na Mesa da Litáurica e me disse, entre outras coisas minhas, que ia renascer no dia seguinte no Japão, que tinha desenvolvido no Além a cura da Aids e ia trazê-la ao mundo na sua nova missão. Com a ajuda do primeiro médium fiz muitas sessões na Itália, especialmente nos casos dos socorros espirituais, pois lá com as historietas contadas por aquela religião, as pessoas, ao morrerem, ficavam perdidas e não faltava trabalho na doutrinação dos espíritos. Mas de um outro caso quero lembrar também, de uma criança de 8 anos com problemas no fígado, os médicos da terra procuravam um doador compatível para fazer um transplante. Havia porém, como sempre há, esperanças numa cura espiritual e fui à casa da menina com o médium, para fazer uma sessão no local acertando os detalhes. Morava numa casa nova bonita com os pais, num desse pequenos condomínios modernos instalados no meio do verde da natureza, que ficam nas redondezas da cidade onde nasci, sendo agora construídos para pessoas de classe média alta morarem. Numa casa ao lado moravam os avós, que vieram assistir-nos quando fomos para visitar esta menina. Foi difícil combinar, mas fomos lá para uma vistoria, e numa sessão mediúnica conseguimos um acordo com os espíritos obsessores dela que estavam causando a doença. Pois havia espíritos doentes e, curando a menina, eles poderiam beneficiar-se também, daí de obsessores podiam tornar-se protetores. Terminamos fazendo um acordo quando já era de madrugada, mas, no dia seguinte, já podiam começar a receber o tratamento. Porém aí foi começar o problema, pois os que deviam ser socorridos não podiam porque os médicos espirituais não podiam entrar naquela casa por causa das baixas vibrações de toda a área, inclusive da casa da menina. Não havia ambiente porque era cheio de Exus, espíritos das famílias que lá moravam, todos pouco evoluídos e muitos vampiros, pois era um bairro de boa vida, de muitas velas votivas diante das imagens, mas nenhuma de simples oração ou devoção. Era gente rica que morava lá, todos fumavam, bebiam vinhos finos e havia alto consumo alcóolico, comiam muita carne vermelha como churrasco, estando pouco cozida e que ainda gotejava de sangue. Enfim não foi possível cumprir o trato, não teve jeito e ainda insisti bastante para tentar outras maneiras, mas nem valeu a pena nenhuma tentativa, não foi por falta de boa vontade, pois todos os católicos só esperam o milagre e não sabem fazer nada que sirva para merecê-lo. Até o médium é ainda hoje católico, mora aqui no Brasil e não é Litáurico. Aliás há um pouco mais do que talvez possa contar sobre ele, pois na minha cidade há um grande santuário, que os moradores elevaram para agradecer a Senhora das Flores, que lá apareceu para defender e salvar uma pastorinha no campo, de um punhado de bandidos salteadores que queriam abusar dela. Bem naquele local, muito tempo atrás, por volta do ano 1350 d. C., começou esta, como muitas histórias parecidas, que foram levadas adiante no mundo pelo catolicismo, alimentando o fanatismo popular. Mas esta igreja é muito visitada e quando passei no local com ele, fiz uma parada para me lembrar um pouco dos meus tempos da juventude e para ele visitar a tradicional "sala dos milagres". Há lá um pequeno jardim no meio, sobre uma coluna de mármore, com as braços abertos está uma grande imagem voltada na direção da cidade, como para protegê-la. A certo ponto queria prosseguir a minha viagem e me desencontrei com ele, sendo que fui encontrá-lo num canto daquele jardim. Ele me disse que estava lá conversando com a santa. Não levei muita a sério a coisa porque ele sempre estava em algum canto falando com espíritos, mas depois de algum tempo, quando eu já trabalhava com a fotografia da aura, no Brasil, tive a oportunidade de reencontrá-lo. Ele veio me procurar, dizendo que lá na cidade de Minas, onde agora morava, a Senhora Santa de Brá o procurou, pedindo-lhe para fazer lá uma capela onde queria que fosse colocada uma sua imagem ao lado de uma de Santo Antônio de Pádua e uma outra de São Francisco de Assis. Foi quando tirei a fotografia de sua aura, e pelo que conhecia, vi que já se livrou de muitos cobradores espirituais, inclusive alguns com a minha ajuda, mas ainda não terminou, e até a santa agora veio chamá-lo. Primeiro porque não é fácil e segundo e principalmente, ainda não aceitou a idéia de que o médium tem só a faculdade de pagar, desta forma mediúnica, as dívidas cármicas que de outra forma, normalmente precisaria de várias vidas para descontar. Mas vindo na Itália comigo, depois de ter negociado com o seu "Protetor", lhe consegui várias compensações em dinheiro dos clientes pelos seus serviços de quando me assistia, pois lá as pessoas estão acostumadas a pagar os médiuns. Daí é que quando voltamos ao Brasil, ele pôde comprar um meio lote com uma casinha, onde agora mora e onde a Santa o procurou. Então ele tinha como fazer a capela, podia colocar lá as imagens dos santos, mas não sabia onde encontrar uma imagem da Santa da minha cidade e pensou de procurar-me para isso. Pois eu tinha uma, mas era aquela que estava na casa dos meus avós, não ia me desfazer dela assim, pois naquele tempo ainda não tinha compreendido bem a minha tarefa espiritual que só mais tarde foi se esclarecer. Mas lhe disse que estava pensando de fazer uma viagem para lá novamente, já que estava pensando em fazer na Itália as experiências das fotos de que já falei, podia aproveitar para trazer-lhe a imagem e assim fiz. Não posso contar mais do que conheço dele porque a sua história ainda não terminou. Ainda tenho um jovem em "tratamento longo", de que já falei um pouco antes, o qual também através da fotografia da aura é que se descobriu médium cármico. O seu tratamento começou para ajudar alguns dos seus ancestrais falecidos e outros, que lhe vinham do passado, começaram a aparecer sem termos um exato conhecimento, tornaram-se muitos e vinham para ele trazê-los em forma mediúnica ao momento atual. Havia, entre os vários espíritos, um bisavô que não queria nem saber destas coisas de espíritos. Pois ele, quando vivo, era Católico e estava aguardando naqueles termos, o ressurgimento no final dos tempos. Depois apareceu um novo problema, que não se dimensionava com ele. Uma coisa diferente, parecia um bicho, um macaco, que ele incorporava, e na aura havia evidências de consangüinidade. Indaguei o jovem, que tinha voltado a tomar a remédio de tarja preta, que já tomava antes de me conhecer. Falou-me de um avô paterno, que foi médium benzedor bastante conhecido na sua região, em Minas. Aí chamou a minha atenção a teoria da regressão do espírito que determinados médiuns podem enfrentar depois da morte, e com esta entidade provei-a para mim mesmo, pois era um espírito revoltado que ainda achava que era "o bom da coisa". Foi porém uma lição para o seu neto, o jovem em tratamento, que continuava a descarregar espíritos através da sua mediunidade, para serem encaminhados. Não sabíamos, mas ainda havia um longo trabalho a fazer na sua frente, pois parecia que ainda havia muitos para trazer ao presente do buraco dos tempos. Mas ele estava se prestando a isso e fazendo o melhor que podia. A certo ponto fiquei curioso, o que tinha atrás? Perguntei a uma entidade numa sessão, que me disse que ele era considerado um herói do outro lado, de onde vinha a reencarnar para ajudar aqueles que ainda estavam lá....., e que estava levando a sua missão direito. Pois é, mas ao longo do tempo a sua situação não se resolvia e voltava a perguntar - ainda não terminou a primeira parte, me disseram. A certo ponto venho a conhecer, através de um livro que estava lendo, que entre os meus discípulos devia vir o espírito que já foi Montezuma, depois o Czar da Rússia e ainda Dom Pedro primeiro - haja carma aí pensei. Depois vi - quem poderia ser senão ele? Ele teria agora, comigo a sua última possibilidade de se resgatar, dizia o livro. Mas aqui quero continuar um pouco esta matéria já parcialmente tratada em outro capítulo anterior, por isso vou divagar um pouco - Vamos considerar a mensagem do Apocalipse enviada do espaço para a Terra, recebido em Patmos - por João o Evangelista, e vamos considerar que a mesma mensagem foi recebida também no Brasil, pela telepatia dos herdeiros dos Atlantas, e por que não deveria ter sido recebida também em outros lugares? Pois os Astecas eram também descendentes dos mesmos ancestrais e primos dos Tupanos, enfim todos os antigos povos americanos podiam ter conhecimento do seu teor. Na mensagem havia a profecia de que o Filho do Homem teria vindo para purificar novamente o mundo. Com a sua entrada no império dos Astecas, os espanhóis encontraram pela primeira vez não mais selvagens, mas uma religião civilizada que, embora politeísta, no todo, denunciava tendências monoteístas nos seus deuses principais, Huitzilopochtli e Quetzalcoatl. E na civilização em seu conjunto, havia íntima relação com a ciência da astrologia que tudo regia, e tinha cunho tão relevante como até então só as religiões universalistas haviam podido alcançar. Não temos nenhum registro disso, mas estamos na mesma época da Inquisição Católica, em que podemos perguntar se o holocausto humano, efetuado em grande número e nos quais os sacerdotes Astecas arrancavam o coração palpitante do corpo das vítimas, era tão diferente das vítimas que, na mesma época, a própria Inquisição assava nas fogueiras? Ninguém se preocupou em verificar, mas lá havia uma grande cultura, uma grande preocupação com o meio ambiente e a vida social bem subdividida e altamente desenvolvida e possivelmente, esta cultura podia e devia ser defendida por Montezuma, por onde o futuro da América, ou do mundo, podia ser outro e isso envolve muita gente. Um exército de duzentos mil índios em seu solo foi atropelado por pouco mais de quatrocentos espanhóis e menos de seis mil índios aliados? Na rica cidade do México, com seu lago, diques, ruas e ilhas flutuantes cheias de flores, haviam 65.000 casas habitadas quando, em 8 de novembro de 1519, baixaram os aventureiros espanhóis, os carniceiros, que com a sua bandeira de veludo preto e cruz e escritas católicas "com este sinal venceremos" em ouro, não seriam suficientes, mas acabaram com a sua cultura, com a traição de um vulgar assassino, que como hoje pode surpreender e acabar com a vida de qualquer um ou até de um cientista, ou um empresário distraído, de férias. Foi uma brutalidade que deveria ser melhor considerada para julgar, mas por que destruíram simplesmente tudo com horrendas carnificinas, onde tudo se perdeu? Foram encontradas escritas, pirâmides e esplendidas construções, e traços de tabaco e cocaína nas bandagens de várias múmias iguais às egípcias, daí é fácil concluir as origens destas civilizações evidentemente irmãs, que já no passado, não há tanto tempo assim, mantiveram as suas relações. Entretanto há os egiptólogos até sustentados com os fundos dos americanos, e não há quem estude seriamente a história americana, pois para isso não há fundos. Ou há um pouco de vergonha nisso? Mas daquele povo todo destruído podia nascer uma civilização muito maior, pois misturando crimes sobre crimes, sobrou uma dimensão astral cheia de gritaria, por onde os que foram responsáveis por isso deverão ajudar a resolver. Pois estas responsabilidades continuam depois do túmulo, em que cada um responde por aquilo que realmente deve. Atualmente todos se perderão no Juízo? Mas não quando ainda há problemas da área ambiental que irão surgir, e ainda deverão ser resolvidos, onde há outras responsabilidades e outros responsáveis. Mas ainda o moço está lá, deixando baixar a sua vibração áurica, até as dimensões onde há essa gritaria, pois assim abrindo a sua linha mediúnica, por ela emergem os que lá estão tentando sair, atropelando-o literalmente. Deveria se fazer um filme sobre esse assunto e mostrá-lo na televisão, porque esta é pura doação, embora muita gente não suportasse, porque ainda há muitos sem vergonha por aí. Na Mesa Litáurica essas entidades são socorridas depois, mas saem com as entranhas nas mãos, são feridos e machucados, que quase podemos ver. E o sofrimento do rapaz? Deve e cumpre, pois assim é considerado um herói, pois este rapaz está lá, mas e os outros envolvidos nas mesmas histórias estarão onde? Cortez, o Papa Alexandre VI, o Bórgia, que com uma penada dividiu o mundo, dando uma parte à Espanha, outra parte a Portugal, que iniciaram uma chacina de milhões de indivíduos, em qual manicômio estarão? Nenhum navio carecia de sacerdotes, onde todos iam também por conta da Majestade Apostólica, e esta crença fanática permitiu ainda o reparo moral de todo tipo de aventureiros e assassinos, que sob a sua bandeira mataram, estupraram, violentaram, e acabaram com inteiras civilizações. E os responsáveis por isso? Numa moral disso, vamos considerar justamente que os Astecas sabiam da volta de uma divindade. E o que nos conta a lenda maia sobre Quetzalcoatl já nos ensina. Ele veio de uma terra estranha do sol nascente, em trajes alvos, e usava barba. Ensinou ao povo todas as ciências, todas as artes e costumes, e baixou leis muito sábias. Dizia-se que sob sua orientação, as espigas de milho alcançavam o porte de um homem, e que o algodão se colhia já colorido. Quando Quetzalcoatl deu por cumprida a sua missão, saiu a pregar a sua doutrina, caminhando em direção ao mar. Na costa embarcou num navio que o levou até a estrela d’Alva. Quetzalcoatl prometeu que ia voltar. Daí pode-se presumir o espanto de Montezuma, que não tinha conhecimento das armas de fogo. Todos por lá nunca viram antes um cavalo, que eles achavam que formasse um conjunto com o seu cavaleiro. Dezenove cavalos faziam parte da armada de Fernão Cortez e eles fizeram a diferença, porque os Astecas achavam que lá havia a manifestação de dezenove deuses, acompanhando um, que deveria ser Cortez com a manifestação das suas armas de fogo, pois que manifestação! Daí é que Montezuma ficou pasmo, temporizou e simplesmente Cortez aproveitou. Com as maiores vulgaridades e traições abusou, desrespeitou qualquer regra moral e ordenou matanças, prendeu e seqüestrou, e Montezuma que tinha nascido para defender esta terra, e tinha condições de fazê-lo, pois tinha mais ouro com ele que em toda a Europa e guerreiros disciplinados e muitos homens, pois uma avaliação dos habitantes da América está em torno de 50 milhões de indivíduos. Mas errou, talvez haja nisso tudo desculpas válidas. Pediu mais uma possibilidade de uma outra prova e dessa não sabemos...., depois a última cumpriu em parte, mas valeu a intenção e ganhou a possibilidade de uma recuperação que agora está tentando fazer direito. E para avaliar melhor o potencial destes chamados "selvagens", consideramos que eram vizinhos e primos dos Incas, depois também aniquilados pelos "conquistadores" espanhóis, e estes seres considerados inferiores, foram maiores construtores de estradas de circulação do que os romanos. Aos que pensam que este possa ser um paradoxo ou um exagero, pode-se-lhes dizer – consultem a Enciclopédia Conhecer, nas páginas 1050 e 1051, onde está escrito o seguinte: - "Por volta de 1500, a técnica romana de traçar e construir estradas era bem conhecida na Europa Ocidental, pois metade de suas estradas era uma herança direta desses maiores conquistadores da antigüidade. Daí o espanto dos espanhóis quando, ao conquistar o México, o Yucatán, o Peru e o Chile, encontraram esses países – primitivos no seu entender – servidos por magníficas estradas. Algumas, pavimentadas e arborizadas ao longo de centenas de quilômetros, ladeadas por canais, onde se podia beber água e tomar banho. De espaço em espaço, na solidão das montanhas ou no isolamento das florestas, surgia uma sólida construção ao seu lado, onde o viajante pousava e encontrava lenha e comida para seu uso". Mais do que o ouro e os costumes avançados dessa gente, as estradas dos Astecas, dos Maias e particularmente dos Incas, deixaram impressionados os conquistadores europeus. O cronista Gutiérrez de Santa Clara em seu livro "História das guerras civís do Peru", tratando das estradas incas registrou: - "Que essa realização foi a maior que o mundo jamais viu, pois sem dúvida alguma excedeu todas as dos romanos". Há mapas que incluem o extremo oeste brasileiro no império Inca, em sua fase de maior expansão. Dai foram encontrados vestígios de um importantíssimo caminho transcontinental, que teria sido portentoso, pois ligaria São Vicente a Assunção, no Paraguai e daí Cuzco, capital do império Inca. Era chamado de Peabiru pelos índios ou Caminho de São Tomé pelos Jesuítas. O espírito aventureiro dos primeiros habitantes do Brasil serviu-se muito bem do Peabiru. O caminho mostrava o sertão, e o interior do país, com a promessa de riqueza e poder, que os invasores queriam esconder. E nisso, um bom número de homens válidos deixava as vilas do litoral, metendo-se pelo Peabiru, o que não era bom aos olhos das autoridades portuguesas, pois a costa ficava à mercê de piratas e os outros conquistadores rivais e inimigos de Portugal. Por isso, o governo português proibiu o uso do caminho de Peabiru, que sem uso e cuidados nenhum, se estragou deixando simples traços de si. Quem fosse apanhado ao longo de seu traçado, rumo ao sertão, seria punido, podendo até ser enforcado. Essa determinação foi por longo tempo adotada. Seria muito ousada uma teoria que leve a pensar que Montezuma poderia conter esta invasão e a partir disso, ter mudado a história, pois hoje onde ela chegou? Um fato destes tempos? Estava lendo uma matéria num jornal que trazia uma afirmação de um presidente brasileiro morto há pouco tempo. Um militar que afirmava que por ele, teria resolvido o problema da favela Rocinha de Rio, com o uso de algum artefato atômico. Não muito tempo depois, havia um senador que pedia ao governo o uso das forças militares, para defender os políticos das manifestações do povo, que cansado de ser desconsiderado, e pressionado pelas suas necessidades básicas, que não conseguia mais satisfazer, tentava fazer-se ouvir por estes que deveriam ser seus paladinos, alvejando-os com ovos podres, mas eleitos para serem os seus representantes, pediam o auxilio da força. Pediram uma responsabilidade e não respeitaram o compromisso assumido, receberam ovos podres, por enquanto..., pois Montezuma fez o mesmo, e simplesmente errou, mas gerou prejuízos bem maiores aos outros, que simplesmente não querendo perdoar, cobraram na Lei de Talião, que como muitas cobranças podem ser resolvidas na mediunidade. Outros tempos, outras histórias? Vamos ver, o resto ainda virá..... Metempsicose deriva do grego, "metempsicoses", e significa: "o efeito de transmigração de um Espírito num ser vivo" ou possessão. É na filosofia oriental que consideram que se possa reencarnar, tanto na elevação como na regressão, em função das ações do passado, como por exemplo, num animal. A partir dessa idéia é que, na Índia e outros Países orientais, muitos andam nas ruas com pequenas vendas na boca, para evitar engolir bichinhos vivos, eventuais almas reencarnadas ruins, regredidas, que assim poderiam ficar com eles....Ainda não sabem como pode acontecer através da aura, onde se baseia a possessão, apesar de conhecerem os conceitos cármicos. Mas também chama à mente a idéia da metamorfose, de mudar de forma física ou moral pelo condicionamento ou chás alucinógenos, onde muitos médiuns cármicos ainda se transformam, influenciados pelos costumes populares dos mal entendidos, onde temos ainda a cultura xamânica antiga, que ensina mas onde o homem sempre procurou a origem dos fenômenos ocultos em que vivia, mas onde somente agora descobriu ser conseqüência de problemas do passado, que vindo a ser-lhes cobrados espiritualmente na aura, lhes alteram simplesmente os sensos perceptivos. Eles mesmos ainda dizem que os outros não estariam conectados com os espíritos dos que já são mortos. Porém é onde também temos que, nesta conseqüência é o seu espírito que está quase morto, já que o seu próprio invólucro carnal é usado por tudo o que é espírito perdido ou necessitado. Visto assim, esta é uma doença que pode ser curada, porque o ser humano deve manter livre a sua aura disso com o seu desempenho em vida, na evolução, por onde mantém livre o seu espírito, pois somente assim poderá concentrar-se para conectar-se com a faísca divina que está dentro dele. Dijin é a palavra árabe que significa "encosto", e na forma como é considerado lá, mostra a dificuldade que muita gente tem em aceitar o espírito, em função das suas crenças religiosas, que não contemplam os contextos morais a serem observados em função da lei da causa - efeito cármica. Não conhecem também os conceitos reencarnatórios. E em conseqüência da reencarnação sempre ter existido, muitos Djins tiram a tranqüilidade por lá também, onde ainda existe a Suna, mas não o espiritismo. Mas o mundo não é Arábia, como não é Oriente ou Ocidente, como não é Islamismo, Catolicismo, Budismo, etc. , e daqui nascem lá, e de lá vêm nascer aqui, pois há um só País, que se chama planeta Terra, onde os homens ainda não aprenderam a conviver, onde há uma só Igreja e uma só Religião subordinada às mesmas regras cármicas, que veio dos Vedas até a Litáurica de hoje de onde se aguardam novos tempos e bem menos superstições. |
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