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Os sinais mágicos

Graficamente, o Atmar tem uma composição de 22 sinais e cada um destes está ligado a uma específica fonação que antigamente formava as bases do antigo alfabeto Shanar.

Tais sinais gráficos são ricos de simbolismos que correspondem cada um a específicos ensinos esotéricos e que, além de serem usados como base da língua, também o eram como simbologia mágica, em condições de evocar determinadas e específicas situações existenciais. As cores sobrepostas, nas escritas, serviam para dar específicas intenções a práticas mágicas a serem usadas. Os sinais mágicos eram usados também nas práticas de meditação, e a pronúncia destas correspondia a um mantra, sempre com a finalidade de facilitar determinadas proteções metafísicas e ingressar em particulares dimensões. Este processo é inclusive usado, hoje, nas culturas do Oriente para a prática do ocultismo, quando se proporciona o socorro às Almas, que é realizado nos Mosteiros em sugestivas recitações do mantra.

Uma antiga forma de "carregar" as gemas desta mágica, para ativá-las e dar-lhes mais força, era a de incidir nestas a simbologia da roda do Atmar. - Colocada na frente, encaixada como nas usanças hindus, a pedra é traçada e indica a adesão de quem a leva ao simbolismo do signo que representa, e também é uma forma para tornar-se disponível ao ensino místico, na penetração do arquétipo representado pelo signo e para abrir as portas, na escuta das "Guias Espirituais".

Neste caso, também é importante a cor que é usada para marcá-la no contexto, visto que as cores, nas suas composições, possuem particulares propriedades de expressão que não podem ser desconsideradas, pois podem ser a base para obter e enriquecer os resultados almejados.

Há nisso uma certa simbologia específica ligada às cores, que é fruto de uma experiência mais que milenária, a qual é ligada a uma seqüência realizadora do próprio esoterismo, pois esta se encaixa nas cores áuricas das energias da vida, especificamente do ser humano.

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